22/07/2023

Você não precisa experimentar para saber que algo é errado e mau.


Você não precisa experimentar para saber que algo é errado e mau.

Você não precisa ir ver pessoalmente, nem conferir para constatar se algo é ruim, nocivo, perigoso. Não se experimenta o pecado para se saber que é mau.

Nem tudo deve ser conferido porque muita coisa simplesmente dá os seus sinais à distância, a aparência do mal, o fedor podre e mal disfarçado do pecado.

O que nós precisamos conhecer é a régua de medir todas as coisas, o padrão de certo e de errado, o "cânon", as Escrituras. É da Palavra de Deus que conhecemos a verdade, a vontade de Deus revelada. Nela conhecemos ao próprio Deus que revela a si mesmo na pessoa do Senhor Jesus Cristo e nada é mais importante do que isso. Por isso Ele é a própria Verdade.

E olha que interessante: nós não o vemos, não tiramos a "prova real", não temos como ir conferir pessoalmente se seus atos são verdadeiros senão pelo testemunho interno do Espírito Santo que faz com que os crentes tenham fé absoluta no que está escrito sobre o Senhor. Nós não temos como ir conferir pessoalmente se os atos do Senhor Jesus Cristo como os seus milagres, o seu holocausto na cruz, a sua ressurreição ocorreram ou não. Nós simplesmente sabemos que ocorreram porque cremos no que a Bíblia diz a respeito, e isso porque a fé é dom de Deus. 

Ainda que estudos e ciências modernas como a arqueologia e os estudos sérios de história atestem a veracidade histórica de muitos fatos bíblicos - como a existência inquestionável de Jesus na história, um fato que atualmente parece não ser questionado por nenhum historiador sério, considerando-se as vastas provas da sua existência - e existem incontáveis escritos bíblicos dos tempos antigos que estão preservados em museus e que comprovam a historicidade dos fatos narrados; e tenhamos à nossa disposição diversos registros históricos entrelaçados que dão amplo testemunho desses fatos, tanto do ambiente interno da religião como de observadores externos dela (os escritos do Flavio Josefo, por exemplo) - NUNCA será esse tipo de recurso que CONVERTERÁ alguém. Não somos convertidos ao Evangelho por quaisquer possibilidade de comprovação científica de que seus fatos são verdadeiros, mas sim, e unicamente, nós somos convertidos pela obra soberana e exclusiva de convencimento interno que o Espírito Santo provoca nos eleitos de Deus, e isso é muito diferente de um convencimento argumentativo que não atinge o cerne do coração humano, sua essência, um lugar que somente a palavra de Deus tem poder de atingir, como uma espada manejada pelo próprio Deus. Sempre foi esse o método de Deus no convencimento das pessoas, sempre foi esse o método praticado na história da religião e sempre será assim até que o Senhor Jesus Cristo volte. E sempre será o testemunho interno do Espírito Santo operado na consciência mais profunda das pessoas que será suficiente para o estabelecimento e para a manutenção da verdadeira fé.

Nós somos testemunhas dessas coisas, da verdade dos atos de Deus na história (como a verdade do Senhor Jesus), como efeito do milagre de o próprio Espírito de Deus inculcar nos nossos corações as suas próprias convicções, um ato transcendente, porque Ele é a verdadeira testemunha que não apenas presenciou os fatos descritos na Bíblia como, também, Ele mesmo fez com que tais coisas acontecessem exatamente como estão descritas (escritos que foram por Deus determinados, inspirados) e que aconteceram exatamente como a sua vontade soberana decretou.

Sabemos o que é verdade e o que é bom sem que tenhamos, necessariamente, constatado, "in foco",  todas essas coisas. E da mesma forma nós também sabemos o que é mentira, o que é errado, mau ou injusto sem que necessariamente provemos todas essas coisas simplesmente porque temos um parâmetro, a régua, a Palavra de Deus que nos impõe os seus desígnios. Deus é a fonte que gera a consciência de todas as pessoas, pois todas têm noções intrínsecas de mal e de bem, da Lei de Deus que foi gravada nos nossos corações como um efeito primordial e indelével da queda no pecado, que é o conhecimento do bem e do mal.

Dessa forma eu não preciso passar pelo fogo para saber que me produzirá dor, não preciso tomar veneno para saber se me matará, de uma forma intrínseca nós sabemos que assassinar outra pessoa é muito errado, não preciso dar ouvidos aos discursos de iníquos quando o cheiro do pecado já se faz sentir à distância, não preciso ter um diálogo com Satanás para saber se ele mente (e quem cair nesse canto da sereia será presa fácil), não preciso ir conferir o teor do que é dito nas rodas de escarnecedores para somente depois de provar das suas companhias e obras eu poder decidir se continuo ou não com eles - e isso não é prática de juízo temerário, mas sim o necessário exercício de discernir as coisas tendo por base a verdade que nos foi dada.

Confie, portanto, na Palavra de Deus. Não existe possibilidade de verdadeira comunhão com Deus se o crente não tiver intimidade com a sua Bíblia.

21/07/2023

Turba

#Turba 

 Ajuntamento de pessoas de consciência fraca e que dependem do senso de pertencimento a algum tipo de manada para ter algum tipo de identidade por meio da concordância nas mesmas opiniões, da devoção à mesma ideologia política, ou de possuir a carteirinha de sócio numa mesma associação, ou de uma torcida organizada, ou qualquer outra forma de classificar gente pela fraternidade nas mesmas ideias e loucuras onde possam servir de papagaio das palavras de ordem que os lobotomizam e fazem côro a qualquer mantra, cartilha ou idiotice que sirva de pretexto para transformar covardes individuais (que muitas vezes se escondem sob perfis e identidades falsas) em valentões inflamados pelo senso de manada que vomita disposição para ameaças e linchamentos, agindo de forma hostil contra quem não reza a cartilha da sua turba e a quem, regularmente, desumanizam e desejam "extirpar" do seu caminho, eliminar da sociedade ou da existência - exatamente como fizeram os nazistas e seus irmãos gêmeos comunistas - que, apesar das semelhanças em seus ódios, loucuras, desumanizações dos outros e reincidentes genocídios, eles estranhamente se odeiam. 

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 P.S. - diferentemente das associações em manadas, a Igreja (a fé fiel, não as falsas) não se encaixa nessa categorização que fiz dos ajuntamentos ideológicos, as turbas em potencial. 

E por quê? 

Porque ideologias são frutos de ideias e desejos humanos a partir de perspectivas seculares que unem seus subscreventes em militâncias combativas, pecaminosas e sempre utópicas porque pretendem implementar seu sistema imaginado e utópico no tempo presente, mesmo que seja por meio do uso da força e de intolerâncias. Ideologias têm viés político. 

Diferente disso, os crentes unem-se na fraternidade cristã para a partilha e os serviços da fé comum sob o senhorio de Jesus Cristo a serviço de um Reino que não é deste mundo, e anunciam a redenção ofertada às pessoas do tempo presente pela pregação do Evangelho. A fé cristã ilumina os entendimentos e as ações dos homens, incluindo as suas políticas, mas não é política nem ideológica pois a sua fonte e destino são o próprio Deus.

Barbie

BARBIE

Há pouco tempo atrás a boneca Barbie era motivo de chorumes das militâncias "eco-feminasi-inclusivo-social-progressistas" (a composição do termo é fluido, conforme a moda reza) porque representava um ideal de beleza que teria sido imposto por décadas sobre seguidas gerações de meninas e teria ajudado a formar um senso de admiração a um determinado estereótipo (isso nos faz lembrar da balela da raça superior ariana que era cultivada pelos nazistas) e de desprezo das variadas formas e cores que não se enquadrassem no seu estereótipo canônico - Xuxas, Paquitas e suas derivações (que agora, paradoxalmente, se apresentam como paladinas do bom senso quando, na verdade, se consolidaram como produtos de consumo e de estímulo à precoce erotização infantil, o que faz dessas "celebridades" pessoas com ZERO qualificações para tagarelar sobre o que é certo, justo ou moral), num estereótipo de celebridades que teriam contribuído para consolidar essa ditadura "barbiana" do que é beleza feminina, a ponto de, nos anos que as sucederam, mesmo as mulheres de cor de pele escura (em variados tons) terem adotado tingimentos loiros em seus cabelos alisados artificialmente em composições totalmente incoerentes com seus biotipos, numa tentativa de auto-negação e de tentarem ser o que não são (será que vimos ali um embrionário das experiências "trans"?). 

Além da ditadura do seu estereótipo, a boneca Barbie simbolizava uma violência comercial que descartava quem não se encaixava no seu ideário de moça magra, loira, alta e rica num mundo cor-de-rosa, deixando claro que quem não a pudesse comprar não teria o direito de ingressar no "paraíso" do seu mundinho das futilidades dos riquinhos jovens, bonitos e sempre sorridentes de Beverly Hills. Ou seja, Barbie era uma opressora separadora de meninas aptas das inaptas, era um símbolo das castas mais altas da sociedade que ensinava às mais baixas ou que tinham outras formas diferentes do seu padrão canônico de beleza a se contentarem com a contemplação de toda a sua simbologia enquanto ficavam resignadas no seu lugar de inferioridade e de negação das vantagens que eram reservadas a poucos. 

Eis aí um exame "sociológico" (de botequim?) do fenômeno "Barbie", um caso duradouro de sucesso comercial de uma futilidade que deveria, pela lógica, ser tratado como uma ofensa às pautas progressistas e revanchistas das esquerdas. Mas como as esquerdas, a rigor, não seguem a lógica - e as pautas feministas escancaram isso, ao defenderem homens que se afirmam como mulheres atropelando as mulheres de verdade nas suas conquistas e direitos - então nós podemos ver o fenômeno da Barbie, como símbolo opressor, sendo celebrado num filme arrasa-quarteirões, o "blockbuster" do momento, um projeto soberbamente comercial, sendo aplaudido pelas esquerdas progressistas - apesar de que, muito provavelmente, essa avalanche cor-de-rosa (que prefiro não assistir) com o protagonismo de uma loira auto-afirmativa que carrega em si os mesmíssimos valores estéticos da Barbie e das Xuxas (e é só por isso que ela é mais um caso de sucesso) parece ser uma espécie de "Cavalo-de-Tróia" se apresentando em estereótipos e clichês facilmente reconhecidos (causadores de ânsia de vômito) para trazer em si uma série de progressismos óbvios e típicos da agenda WOKE. 

*** NÃO ASSISTA A ESSE TIPO DE FILME ***

Não submeta os teus filhos a esse tipo de influência, ela não é inócua! 
Não financie a Agenda WOKE!
Não patrocine a sexualização precoce dos seus filhos;
Não patrocine a feminilização dos meninos;
Não patrocine o feminismo e suas ideias demoníacas;
Não patrocine nenhum censo de futilidades nos teus filhos;
Não os faça consumistas, patricinhas, playboyzinhos mimados, fúteis e materialistas!

Sobre a futilização de tudo, veja:

Proteja-os inculcando neles a Palavra de Deus e não esses discursos débeis e multicoloridos do mundo!

Se teus filhos são exemplos do que há de pior no mundinho materialista e fútil, é um playboyzinho ou patricinha que adora marcas caras e já despertou sensualidade precoce, a culpa é TODA TUA!

   

Trecho de evidente "lacração" do filme copiado de postagem em redes sociais.
(copiado aqui 1 dia depois de ter feito essa postagem)

 

# Somos todos Barbie?
"Filme" de procedência e de humor duvidosos (zoeira) copiado de redes sociais


Para constatar que algo não é bom, nem recomendável aos filhos por se tratar de um produto com ideias nocivas, nós não precisamos "experimentar" e não precisamos pagar ingresso (caro, por sinal) e dar o lucro ao mau empreendimento que faz parte de toda uma obviedade ideológica que tem sido papagaiada por toda parte e que é fomentada por um movimento massivo dos novos cânones mundiais de uma nova moral fabricada por encomenda para uma nova ordem mundial multicolorida, ególotra e subserviente ao sistema que hipnotiza e tiraniza as massas - uma realidade já testada em patamares mais elevados e já aprovada de forma muito bem-sucedida na pandemia, por exemplo - porque o povo-gado adestrado e lobotomizado faz e fará o que os donos da fazenda ordenam.
No caso do filme que, como diria Paulo Francis "eu não vi e não gostei", sua proposta está escancaradamente exposta numa campanha de marketing multimilionária que já nos prestou o favor de nos fornecer amplos motivos para não embarcar e não patrocinar essa joça.


Mera adequação aos novos ditames comerciais. O objetivo é sempre lucrar, agora lacrando.
Print do corpo de um e-mail markerting que recebi da AMAZON aproveitando a "onda Barbie" para fazer campanhas comerciais - ÓBVIO! Tudo é COMÉRCIO de produtos e de massificações.


Puxa... 
Briga no fim do filme da Barbie num cinema em SP.
Me chama a atenção a masculinidade ogra das mulheres que saíram na mão e a feminilidade cóccix e barriguinha de fora do rapazinho. 
Coincidência ou coisa normal e típica da proposta?


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Copa do Mundo feminina e a campanha de celebração LGBT+:

19/07/2023

O ódio à santidade de Deus

 


O ódio à santidade de Deus

O fator central da iniqüidade de se resistir à oferta da Graça de Deus para se perseverar no pecado é o ódio e o desprezo que todo amante da iniqüidade tem em relação à santidade de Deus e ao seu valor inegociável. 

Santidade é separação, incontaminação, é parte indissociável da glória inerente do ser de Deus. A santidade de Deus é um atributo que o define e todos os demais atributos são pela sua santidade plena e perfeita definidos também (o amor de Deus é santo, sua sabedoria e seus pensamentos são santos, seus atos são santos, sua justiça e a sua ira são santos, sua Lei e as suas palavras são santas, etc). 

Deus é Santo, Santíssimo, imaculado, incorruptível e a sua sabedoria, seu poder, seu amor - tudo nele é santo e nenhum dos seus atributos ou qualidades podem ser corrompidos, subvertidos, adequados ao pecado ou aos preceitos dos homens (por isso nem tudo o que se diz ser amor pode ser validado por Deus). É impossível a Deus negar-se a si mesmo, abdicar da sua santidade, pecar, mentir, não cumprir o que diz, ordena ou promete. Ele não é parte da criação (santo, separado dela) mas se impõe sobre ela e uma vez que sua santidade é incorruptível ocorre o confronto entre a santidade de Deus e o pecado que degenerou os homens e toda a criação que lhe foi sujeita. E nesse confronto não existe paridade de forças, pois a santidade de Deus repele a qualquer contaminação do pecado e a fulmina como um fogo destruidor. Nisso somos inimigos por natureza, Deus em sua Santidade, causa de admiração, adoração e de temor pelos santos anjos, e nós, pecadores e devotos das corrupções do pecado ao lado de anjos caídos, os demônios, todos inimigos de Deus em essencial aversão à sua santidade que nos representa o perigo do juízo iminente, da imposição inescapável da sua santa justiça 

Deus e a sua santidade (que é um fogo consumidor) são o que o pecado mais odeia. Por isso o ódio contra o Senhor Jesus Cristo, contra o seu Evangelho e contra o seu povo, sua Igreja, os portadores da Graça do Evangelho - porque é pela obra de Cristo, conforme impõe o Evangelho, que o problema do pecado é plenamente resolvido, reconciliando o homem com Deus e com sua santidade por meio da conversão em fé e do inegociável arrependimento de pecados - imposições feitas pelo próprio Deus que exige dos crentes a santificação, em imitação ao Senhor Jesus, sem a qual ninguém verá a Deus.

O amante da sua iniqüidade sempre tentará justificar o seu desprezo pela santidade de Deus em subterfúgios menores, como os desdobramentos pontuais que a santidade de Deus produz nos crentes nas suas práticas, nas suas defesas de valores e cosmovisões. Por exemplo, o iníquo justificará o seu posicionamento na descrença e na rebelião contra Deus numa discordância que tem em relação à "opinião" do crente sobre um determinado assunto de fé ou de prática (não concordo que a salvação seja somente pela fé em Jesus Cristo, não concordo que eu deva servir a Jesus frequentando uma igreja, não concordo com a divindade de Jesus, não concordo que as demais religiões estejam erradas, não concordo que aborto seja assassinato, não concordo que homossexualidade seja pecado, não concordo que mulheres devam ser submissas aos maridos, etc) e provavelmente o rotulará com termos pejorativos ou carregados de juízo conforme foram convencionados pelos valores morais (voláteis) de determinado grupo (fundamentalista, homofóbico, intolerante, ignorante, fanático, retrógrado, misógino, etc), mas, na verdade, o que eles odeiam é o desdobramento da santidade de Deus que se impõe sobre todas as coisas em confronto com todas as formas de degeneração pelo pecado nos múltiplos desdobramentos da vida na medida em que o Evangelho do Senhor Jesus a tudo ilumina, tornando evidentes todas as coisas que se apodreciam nas trevas do pecado e que agora, sob a luz do Evangelho foram expostas, se tornaram conhecidas e seus praticantes necessitam de transformação, de purificação e de redenção.

Tenho dúvidas se os crentes sempre devem procurar "fazer pontes" para compreenderem o lugar de fala e as proposições dos que resistem às misericórdias de Deus porque odeiam a sua santidade, uma vez que certas pontes exigem medidas de condescendência e de relativização em relação ao valor inegociável da santidade de Deus conforme muitos crentes contemporanizam e adequam suas mensagens aos seus ouvintes, tornando a Palavra de Deus palatável às exigências de quem quer decidir o quê e como devem receber, como se fossem senhores daquilo que consomem e reduzem Deus e a sua Graça a um produto (como se pudessem) semelhante a qualquer coisa que podem escolher numa prateleira. Não temos que compreender os discursos elaborados a partir das cosmovisões dos ímpios e do seu amor pelos mais diversos pecados a pretexto de ser a partir dessa "compreensão" que poderemos ter acesso e conquistar a confiança dessa gente para que nos dêem ouvidos quando lhes pregarmos o Evangelho - até porque todos nós já conhecemos muito bem o que é o pecado, um mal que a todas as pessoas é comum. Sob o pretexto de fazer pontes nós corremos o risco de cair nas seduções da serpente, porque certamente não podemos domar a sua malícia, não devíamos dar conversa ao homicida que é, também, o expert pai da mentira. O que temos que compreender é a Palavra de Deus e o severo nível de alienação que o mundo no pecado tem acerca de Deus e da sua verdade, e temos que iluminar esse mundo com a pregação sobre quem é Jesus Cristo e o que Ele fez para reconciliar pecadores com o Deus santíssimo, porque Ele, Jesus, é a luz do mundo perante quem todas as coisas devem ser esclarecidas. Muitas vezes as supostas pontes que alguns constroem são para tentar esconder a luz da Graça do Evangelho do Senhor Jesus debaixo das suas sombras. São tentativas de se ter algum poder de controle sobre o poder da sua luz.

Pregar as verdades de Deus tem eficácia por si mesmo, e a sua luz sempre produzirá um dos dois únicos efeitos possíveis: ou amolecerá o coração de quem for iluminado pela exposição do Evangelho ou endurecerá esse coração, isso porque o mesmo sol que amolece a cera faz o barro endurecer.

O Evangelho é, em si mesmo, o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Nada pode ser maior demonstração do poder de Deus neste mundo do que o supremo milagre da encarnação do seu Unigênito com a finalidade de ser o Cordeiro de Deus que tira os pecados do seu povo, obra que Jesus realizou perfeitamente no holocausto de si mesmo na cruz, na qual Ele venceu as forças do pecado, e de Satanás, e da morte, da qual ressuscitou reassumindo a sua glória ao lado de Deus-Pai nos céus. E esse poder das boas-novas de salvação é eficazmente comunicado aos eleitos de Deus quando o Evangelho lhes chama à fé. 

Essa salvação realizada por Cristo é da condenação do justo juízo de Deus ao inferno. É a repulsa eterna da santidade de Deus e de arder para sempre, e conscientemente, no fogo consumidor do próprio Deus. E a fé é um dom que é dado por Deus para quem Ele soberanamente decide dar, mas sempre através da comunicação do Evangelho que nos redime, nos outorga o pleno perdão de pecados e nos santifica para desfrutarmos eternamente de Deus e das glórias da sua santidade, agora não como inimigos e sim como reconciliados pelo poder do Sangue do Cordeiro, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que nos torna santos assim como Ele é.

18/07/2023

O Salmo 58, o desgoverno dos corruptos e as deturpações da Justiça pelos juízes ímpios

 


Lesmas!

É impossível não ver paralelos nas descrições do texto sagrado com a realidade dos poderes do Brasil, com o cinismo das nossas autoridades e com a corrupção da justiça imposta pela alta corte do nosso judiciário.

Que bálsamo ver as aspirações do salmista, autor inspirado por Deus num Salmo que, como em todos os Salmos, devem nos direcionar em nossas aspirações e nas nossas devoções a Deus, incluindo os modos certos de se orar. 

Nos Salmos entendemos a piedade praticada e ensinada pelo Senhor Jesus Cristo. E no Salmo 58 nós vemos o desejo do autor inspirado por Deus de ver essa corja que é comparada às víboras, de terem os seus dentes arrebentados por Deus; o desejo de vê-los sendo desfeitos como lesmas e de serem como abortos que não vêem o sol - palavreado fortíssimo, mas bíblico, santo e alinhado com as justas aspirações que procedem de Deus!

E este Salmo termina com o desejo da vingança (justiça) operada não pelas mãos dos homens justos, mas sim pelas poderosíssimas mãos de Deus - o que é muito pior e mais severo para quem a sofrer. E ver esse ato de Deus de aniquilar os subvertedores da justiça, derramando sob os pés do justo (vemos, aqui, uma indicação "do justo" como uma inferência ao Messias no fato de que o Senhor Jesus triunfou sobre os seus inimigos e esmagou a cabeça da serpente sob seus pés) o sangue desses ímpios é motivo de louvor a Deus numa aspiração dos santos pela vingança do Senhor que também é descrita no contexto do Novo Testamento (Apocalipse 6: 10) - ou seja, essa aspiração por justiça deve ser expressão da verdadeira piedade cristã tanto quanto as vemos em textos do Antigo Testamento (como nos chamados Salmos imprecatórios, por exemplo), isso porque a verdadeira piedade não nivela o bem e o mal, distingue a verdade da mentira e a justiça da injustiça e se empenha pela prevalência do bem sobre o mal operado pelos homens cínicos.

Nisso aprendemos que passividade subserviente é falsa piedade, pois a verdadeira piedade anseia por justiça e, por consequência, anseia pela descontinuidade (ou destruição) dos obreiros das perversidades - a não ser que essa gente se arrependa dos seus pecados e se converta ao Evangelho do Senhor Jesus Cristo, que é a única salvação possível aos pecadores por meio da fé.

Salmo 58

Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens?

Longe disso; antes, no íntimo engendrais iniquidades e distribuís na terra a violência de vossas mãos.

Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.

Têm peçonha semelhante à peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos,

para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantamentos.

Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, Senhor , os queixais aos leõezinhos.

Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas.

Sejam como a lesma, que passa diluindo-se; como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol.

Como espinheiros, antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa serão arrebatados como por um redemoinho.

Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio.

Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.


Minha oração recorrente:

Que o Senhor tenha misericórdia do povo e dos perversos que estão nos poderes e os converta, arrependidos, ao Evangelho.

Que o Senhor nos abençoe com líderes que tenham temor a Deus, homens capacitados e justos.

Mas se o Senhor não os quiser converter, que despedace aos perversos que transtornam e corrompem a justiça, o bem e a verdade que estão nos cargos de poder. Sejam eles como víboras que tiveram seus dentes quebrados pelas mãos fortes do Todo-Poderoso, como lesmas que derretem e como abortos que não verão a luz do sol a fim de que sejam abertos os caminhos para que homens justos e tementes ao Senhor sejam erguidos aos poderes.

Mas se o Senhor quiser que os perversos sejam mantidos nos cargos dos poderes sem que sejam convertidos, que o Senhor ajude à sua Igreja que é composta pelos verdadeiros crentes, seus eleitos, ainda que sejam poucos, a perseverarem fiéis mesmo diante de severas tribulações num mundo em que os ímpios prosperam em seus cinismos e iniquidades até que o Senhor os confronte e puna severamente no Dia do Juízo.

16/07/2023

Salmo 46 - pregação no HSP

Pregação expositiva no Salmo 46 (apenas áudio) no culto da Capelania Evangélica do Hospital São Paulo em 15/07/2023 





14/07/2023

Somente Jesus Cristo basta - a fé cristã é exclusivista e é excludente.


 Somente Jesus Cristo basta!

Alguém que, de fato, crê no Evangelho do Senhor Jesus Cristo, fé que é a única espiritualidade que verdadeiramente nos reconcilia com Deus e faz com que tenhamos comunhão real com Ele, e que é suficiente e eficaz em todos os seus efeitos por ser completa; não recorrerá a muletas complementares como se a fé cristã delas precisasse, como se pudesse ser aperfeiçoada, como se a perfeita mediação feita pelo Senhor Jesus Cristo entre Deus-Pai e nós fosse incompleta, imprecisa ou carecesse de ajuda. 

As expressões religiosas que se utilizam de Jesus mas que recorrem a complementos que vão além da fé suficiente na pessoa e na obra do Senhor são perversões da verdade, são adulterações ofensivas a Deus.

A devoção de recorrer às supostas intercessões de Maria, a bem-aventurada mãe do Senhor, é um incremento estranho à verdadeira fé cristã, ainda que seja um costume antigo que é amplamente praticado e de várias formas. A longa persistência dos homens no erro não torna esse erro aceitável. A mentira continua sendo mentira mesmo quando é repetida muitas e muitas vezes por multidões que a tratam como se fosse verdade. Essas pessoas estão enganando a si mesmas.

Maria não ouve orações de ninguém e as devoções às suas múltiplas imagens constituem pecado de idolatria. Como verdadeira serva do Senhor, Maria jamais tomaria para si uma prerrogativa que é exclusiva do Senhor, ela não é intercessora e não é mediadora entre nós e Deus pois essas funções pertencem ao Senhor Jesus Cristo somente.

Semelhantemente, o crente em Jesus não acrescentará à sua fé no Evangelho, que é suficiente, a devoção aos santos, nem fará orações a eles, nem aos anjos, nem a quaisquer outras coisas, pessoas ou espíritos, sejam invisíveis ou visíveis, ainda que tenham aparência de piedade ou que tenham testemunho notadamente cristão repleto de virtudes. Há um único Mediador a ser invocado e no nome de quem oramos, Jesus, e nada, nem ninguém, pode ser objeto de devoções além da excelência, perfeição e completude do Senhor Jesus, o Deus-encarnado que ressuscitou dos mortos, triunfando da cruz e que agora está assentado à destra de Deus-Pai, de onde reina sobre toda a criação e intercede pelo seu povo eleito que foi comprado pelo seu precioso sangue derramando no Calvário.

Também os cristãos não recorrerão às consultas aos espíritos dos mortos, pois além de ser uma afronta a suficiência de Cristo também constitui em consulta aos demônios enganadores, uma vez que os espíritos dos mortos não podem se comunicar com o mundo dos vivos. Os cristãos não recorrerão aos misticismos nem às mediunidades e não se devotarão aos falsos deuses nem aos ídolos das outras religiões, como se fosse possível uma cooperação entre diferentes crenças, como se o engano religioso e espiritual fosse aceitável pelo Santíssimo Deus que não tolera idolatrias, nem sincretismos religiosos, nem politeísmos, e que não divide a sua glória com ninguém. Não se põe o Senhor Jesus em igualdade ou sinergia, seja em devoção, nem no reconhecimento da sua verdade, nem do seu poder ao lado de Maomé, ou Buda, ou Krishna, ou de quaisquer outros nomes que as falsas religiões tratam como lideres religiosos, profetas ou manifestações da verdade divina. A fé cristã é exclusivista e é excludente. Perante a verdade sublime do Senhor Jesus Cristo as outras proposições religiosas, todas elas, são falsificações idólatras e ineficazes para nos dar qualquer tipo de acesso a Deus e às suas misericórdias, e todas essas expressões de falsa religião mentem e aumentam culpas aos pecados dos seus praticantes, condenado-os também pelo pecado da idolatria, e de subverter a mentira em verdade, e dos misticismos, e de recorrentes rebeliões contra o único Deus verdadeiro que nos dá acesso a si mesmo unicamente através da fé no Evangelho do Senhor Jesus Cristo.

Também aos crentes em Jesus é vedado recorrer aos antigos ritos religiosos do Antigo Testamento que estão presentes na religião judaica, pois esses ritos e a estrutura religiosa descritos e ensinados na Bíblia antes da vinda do Messias caducaram uma vez que todas essas coisas apontavam para o seu cumprimento, como sombras que foram dissipadas pela luz manifestada na encarnação do Deus-Homem, o Unigênito de Deus que cumpriu plenamente as Escrituras, os ritos da antiga religião e do antigo Templo que cumpriram o seu propósito de apontar para a vida e a obra do Senhor Jesus Cristo, o verdadeiro Cordeiro oferecido no holocausto da cruz, cumpridor da Lei de forma perfeita e definitiva.

A Graça de Deus consiste no fato de que Ele se faz acessível pela fé no Evangelho do Senhor Jesus Cristo, que é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Por que, então, se perder nas crenças e nas práticas das falsas religiões quando a verdadeira nos é oferecida?

Creia no Senhor Jesus Cristo, somente nele, como prescreve a boa-nova do seu Evangelho, se arrependa dos pecados, incluindo o pecado dos enganos religiosos, abandone essas mentiras e siga ao Senhor Jesus, o único Mediador entre Deus e os homens e a única verdade pela qual somos salvos.

07/07/2023

Brasil democrático?


Atenção ao discurso do ministro dos direitos humanos e cidadania, Silvio Almeida.

Segundo esse raciocínio falacioso, seria discurso de ódio conclamar pecadores ao arrependimento e à fé no Evangelho do Senhor Jesus Cristo quando, na verdade, tal conclamação é demonstração de misericórdia e do amor de Deus através de Cristo.

É fato que maus pregadores têm dado ensejo para os críticos da fé. Mas é importante considerar que os inimigos do Senhor espreitam por motivos que lhes pareçam oportunos para dar o bote da injustiça nos fiéis por causa dos pretextos promovidos pelos maus crentes. As perseguições aos servos de Deus sempre foram caluniosas. Foi assim com o Senhor, foi assim com seus Apóstolos, é assim com a igreja.

Em breve os governos tentarão regular a fé cristã e quererão determinar o que pode ou não ser pregado sob pena de criminalização de discursos que não lhes sejam subordinados.

Mas diante da provável ingerência dos poderes humanos na pregação feita pela igreja, nós reforçamos o que o Apóstolo Pedro disse às autoridades do seu tempo:

"Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens." (Atos, 5: 29)



No vídeo acima (na verdade uma coletânea de recortes com falas do atual "Presidente") está claro que usa-se do expediente da "construção de narrativas". Não se trata, aqui, da defesa de "A" ou "B", mas de apontar o escândalo da manipulação dos fatos para a aquisição e para a manutenção do poder.

Bem, amiguinhos...

Enquanto isso eu vou ir usando essas redes sociais enquanto dá. Pois, provavelmente, dentro de pouco tempo seus algoritmos e os cães de guarda da politicada não permitirão insurgências aos desmandos da canalhada que têm dito, cada vez mais, o que pode ou não pode ser feito na internet - e brevemente também nos espaços públicos desse mundo dos decadentes. 

Mas não pretendo me render, nem me adequar.

Enquanto isso continuarei com a minha rebeldia de ser um cristão propagador do Evangelho do meu Senhor Jesus, a verdade soberana e inegociável acerca do único Deus verdadeiro (sim, todo o resto é farsa idólatra) e continuarei grato por ser um pai de família e um defensor das liberdades individuais e de consciência. Por tudo isso eu me oponho a quaisquer formas de opressão, de tiranias, de ditaduras, de deturpações da verdade e das celebrações de pecados e de injustiças - como faz, descaradamente, o nosso atual (e provavelmente ilegítimo) desgoverno.

Nessa nova ordem mundial que se levanta, o ser cristão e conservador, defensor de verdades absolutas acerca do bem e da justiça, é um ser revolucionário anti-sistema (e isso parece ser um paradoxo), um proponente de uma contra-cultura cristã baseada não nas deturpações humanas desse atual progressismo, mas baseada na solidez dos eternos (e antigos) preceitos de Deus. E eu pretendo continuar assim, e sei que muitos outros irmãos também perseverarão nas trincheiras (graças a Deus por isso!) ainda que nos sejam tomadas as redes sociais, ou o direito de falar nas praças, ou o direito de anunciar as verdades inegociáveis do Senhor nas ruas, ou mesmo que passem a nos vigiar, nos censurar, cancelar, perseguir e que criminalizem preceitos bíblicos ou nos privem da liberdade de culto. 

Nada calará a igreja e nada pode impedir o Corpo de Cristo de cumprir o seu propósito!

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Uma pedrada do Lacombe:


O Lacombe tem razão em quase tudo o que corajosamente disse.

O "quase" é porque o descondenado não é o Diabo, mas, de acordo com as palavras do Senhor Jesus, Lula certamente é um filho do Diabo.

Leia por si mesmo em João 8: 44:

"Vós sois filhos do Diabo, e tendes vontade de cumprir os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque não há nele verdade. Quando ele diz uma mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e o pai da mentira."

05/07/2023

A civilização se superestima sobre o tema da destruição do planeta Terra

"Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam." Salmos, 24: 1







Balela!

Ainda que a atividade humana afete ecossistemas e o suposto equilíbrio das forças da natureza no planeta, essa atividade é irrelevante para causar transtornos severos no mundo, danos que são naturais e que de tempos em tempos ocorrem por forças da própria natureza que está em convulsão. 

Avisem a Gretta que a humanidade não acabará com o planeta Terra. 

É crido (é a ciência que diz) que o planeta Terra já sofreu extinções em massa diversas vezes, seja por meteoros, grandes erupções vulcânicas, tsunamis, etc e em nenhum desses grandes eventos houve qualquer participação humana. 

O engajamento do ecoterrorismo já pregou o fim do petróleo (que não acabou), a destruição da camada de ozônio (que está intacta), o degelo do hemisfério norte (que parece estar aumentando no sul - seria um movimento natural?), o fim da Amazônia (foi a humanidade que causou o deserto do Saara? - onde havia uma antiga "floresta irmã" da Amazônia) e as previsões dos ecoterroristas sempre são frustradas porque o planeta parece se auto-regular, a criação se refaz, se adapta, se transforma e assim será até que o seu Criador e Sustentador decida impor o fim da história e do mundo.

No "Sermão Profético" de Mateus 24, o Senhor Jesus nos adverte acerca dos acontecimentos que antecederão a sua vinda (doenças, guerras, fome, desordem mundial, etc) , mas o fim do mundo ocorrerá apenas quando o Criador e Sustentador de toda a criação decidir pelo seu fim, na ocasião do retorno do Senhor Jesus Cristo, um evento que será notório em toda a Terra.

Serão muitos os sinais, mas ainda não será o fim. (Mateus, 24: 4)

Parafraseando o ensino do Senhor Jesus a respeito, é como se Ele dissesse: "não serão vocês que acabarão com o mundo, e nem mesmo a soma de todos os transtornos na natureza dentro ou fora do planeta Terra". O fim do mundo é prerrogativa exclusiva dEle, do Senhor.

O mal que a civilização humana impõe à criação é a maldição do pecado (Romanos 1). Quanto às "devastações" e desequilíbrios que o homem causa aos ecossistemas isso nunca será superior aos danos causados por um tsunami, um terremoto, ou uma grande erupção vulcânica capaz de impor um inverno de anos a todo um hemisfério - coisa natural. Comparados a um meteoro o mal que causamos ao planeta Terra, que se renova, não passa de uma unha encravada ou, no máximo, a uma perna quebrada - é um dano, mas é incapaz de acabar com tudo. Pode ser que, em breve, tenhamos novas super-erupções vulcânicas que afetarão drasticamente o mundo como o conhecemos e nós, com toda a nossa tecnologia, riquezas, prepotências e bombas nucleares, não teremos nenhuma relevância nem para provocar, nem para evitar extinções, poluições ou alterações climáticas que nos serão impostas e mesmo a soma de todas essas ecatombes não nos extinguirá, pois o nosso ponto final na história desse mundo será a volta do Senhor Jesus Cristo em glória, nos ares, e isso será à vista de todos.

Nós somos muito menos relevantes do que nossas tolas presunções afirmam. Sequer conseguimos perscrutar o fundo dos oceanos, nem investigar o que há debaixo do solo profundo e achamos que sabemos tudo sobre o espaço infinito. Somos como formigas que tagarelam sobre o universo porque encontramos um pedaço de doce que foi cuspido.

Fonte do recorte do texto da imagem:

https://brazilgreece.com/revolucionar-a-historia-da-terra-com-este-precioso-lago-entenda/


O Presidente dos EUA, Joe Biden, discursando sobre uma Nova Ordem Mundial (o "grande reset") - um projeto de poder baseado, também, nas pautas "ecológicas" = interesses econômicos e de poder, como sempre.


03/07/2023

Erguendo muros


Erguendo muros
Praticando 1 Coríntios, capitulo 5

A figura dos muros é importante nas Escrituras. Muros significam defesa, proteção ao povo e barreira contra os inimigos. Nem sempre devemos fazer pontes, muitas vezes o que devemos fazer é erguer muros.

E seu simbolismo aponta para uma verdade: defesas, barreiras e proteções precisam existir para manter incontamináveis as assimilações e práticas das doutrinas do Senhor por parte dos crentes. Isso porque as mentiras, sob as mais variadas formas e doutrinas, oferecem grave ameaça às assimilações da fé nos crentes, deturpando suas convicções e práticas, contaminando e prejudicando o ministério da igreja. E as formas de combate às mentiras e seduções de Satanás são através da pregação e ensino fiéis das Escrituras e também da resistência aos falsos mestres e aos subvertedores das doutrinas de Cristo.

Mas na nossa época parece ter se tornado uma norma a complacência com aqueles que abraçam enganos, um grave erro que não é inofensivo à igreja, pois a subverte. E essa complacência não é evidência de misericórdia, mas ao contrário, é de orgulho, de soberba e de presunção.

Não espere afetuosidade da minha parte, nem disposição à fraternidade com quem cospe na face do meu Senhor com suas militâncias evidentemente anticristãs.

Seus descaramentos são horrores ao Evangelho!

Nas Escrituras nós aprendemos virtudes como perdoar, acolher, exercer misericórdia, andar a segunda milha. Mas também é requerido aos cristãos o zelo com a honra do Senhor Jesus e as práticas disciplinares que devem ser exercidas especialmente com aqueles que dizem professar a fé mas que dela vilipendiam deliberadamente. E negligenciar tais ordens também é pecado.

E, lamentavelmente, muitas vezes os deturpadores das verdades de Deus podem ser um amigo de longa data, um parente, uma pessoa muito querida e sim, isso nos fere. Mas dentre as ordens do Evangelho está incluída a ordem inegociável de amar mais ao Senhor do que a qualquer um deles (Mt. 10: 34 - 38) e isso pode resultar sim em rupturas de relacionamentos sociais e afetivos. Não são, sobretudo, os relacionamentos com as pessoas que definem um servo fiel do Senhor, mas sim, em primeiro lugar, o relacionamento fiel, obediente e inegociável do crente com o seu Senhor Jesus.

E a comunhão entre a luz do Senhor com as trevas de quem persevera em rebelião contra Ele não é possível. É o homem que deve se sujeitar ao Senhor pois Deus não se sujeita aos homens. E quando as pessoas tentam alterar a verdade de Deus, elas apenas multiplicam seus enganos e rebeliões, pois Deus não se sujeita a essas presunções.

A igreja é o ajuntamento dos redimidos pelo Senhor Jesus Cristo e as suas portas devem estar abertas àqueles que o buscam. Mas não pode fazer parte dela aqueles que a contaminam com suas persistentes corrupções, os que não se arrependem dos seus pecados, mas que, ao contrário, se apegam a eles e os defendem, e para isso transtornam a verdade em mentira e a justiça em injustiça, tripudiando, assim, da obra do Senhor na cruz. A igreja não é para corruptores do Evangelho e esses devem ser resistidos. São esses muros que os crentes devem erguer para que as distorções da Palavra de Deus não prosperem na igreja, gerando os maus frutos da rebelião contra Deus e contra a sua vontade revelada produzindo distorções nas convicções e nas práticas dos crentes. Falsos mestres, ideologias corruptoras e as mentalidades do mundo caído não devem ter voz ativa na igreja.

Aos pervertedores do Evangelho é requerido o arrependimento do pecado de tentar forçar a união da valiosíssima Graça do Senhor com as subversões da justiça e da verdade. 

"Um pouco de fermento leveda a massa toda."
(Gálatas, 5: 9)

"Geralmente se ouve que há entre vós imoralidade, imoralidade que nem mesmo entre os gentios se vê, a ponto de haver quem vive com a mulher de seu pai.
E vós estais inchados? e nem ao menos pranteastes para que fosse tirado do vosso meio quem praticou esse mal?
Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já julguei, como se estivesse presente, aquele que cometeu este ultraje.
Em nome de nosso Senhor Jesus, congregados vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus, seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.
Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?
Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.
Pelo que celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.
Já por carta vos escrevi que não vos comunicásseis com os que se prostituem; com isso não me referia à comunicação em geral com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo.
Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais.
Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro?
Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai esse iníquo do meio de vós.
(1 Coríntios, 5: 1 - 13)

"Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão; mas se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada. Se recusar ouvi-los, dize-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano." 
(Mateus, 18: 15 - 17)

"Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai-o e não tenhais relações com ele, para que se envergonhe; todavia não o considereis como inimigo, mas admoestai-o como irmão."
(2 Tessalonicenses, 3: 14, 15)

"Ao homem faccioso, depois da primeira e segunda admoestação, evita-o, sabendo que esse tal está pervertido, e vive pecando, e já por si mesmo está condenado."
(Tito, 3: 10, 11)

"Todo aquele que vai além do ensino de Cristo e não permanece nele, não tem a Deus; quem permanece neste ensino, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda participa de suas más obras."
(2 João, 9 - 11)

"Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho, o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema."
(Gálatas, 1: 6 - 9)

"Infiéis, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus."
(Tiago, 4: 4)