Mostrando postagens com marcador fé pública. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fé pública. Mostrar todas as postagens

28/07/2023

Pastores e cristãos comuns, sejamos mais corajosos!

Pastores e cristãos comuns, sejamos mais corajosos!

Um fato que tem pesado muito no cumprimento do ministério da igreja como sal da terra e luz do mundo é a sua omissão institucional vista no desinteresse de muitos dos seus líderes e organizações (receio que a maioria) de deixarem claro e de forma contundente que a igreja e suas crenças (mais especificamente, o posicionamento do próprio Deus) se opõem frontalmente a muitas pautas que têm sido abertamente propagadas pelo mundo e que o Senhor as condena com força. E se para isso forem criados constrangimentos e dificuldades com membros das igrejas que abraçam agendas iníquas do mundo, que lhes sejam feitas exortações, e se mesmo assim continuarem com suas rebeliões que sejam considerados como descrentes e inimigos das ordens e do próprio Senhor Jesus. Já não deveriam mais ter parte no santo ajuntamento que deve ser a igreja, mas que sejam honestos em assumir se servem ou a Baal ou ao Senhor. Coxear entre dois pensamentos e ser morno não dá, o Senhor os vomita! Líderes alinhados com pautas anticristãs são inimigos que deveriam ser disciplinados e até mesmo expulsos das igrejas, pois servem apenas para que seja imposto um fino, mas falso verniz de comunhão e de trabalho cristão quando, na verdade, corrompem a sua essência. São esparadrapos de papel que escondem o câncer que se propaga sob os seus disfarces.

(Post sobre isso, aqui: http://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/07/erguendo-muros.html?m=1)

Infelizmente os ramos protestantes evangélicos têm preferido a covardia das contextualizações e das subjetividades de não ferir ninguém, de deixarem as coisas à mercê de cada pessoa - e para a nossa vergonha, tem sido o ramo apóstata romano o único que claramente tem feito verdadeira oposição à onda progressista com suas pautas LGBT+etc, e à militância feminista-abortista, e ao lulopetismo como parte e liderança de um avanço das esquerdas socialistas latino-americanas que são restritivas às liberdades, corruptas e fomentadoras de tiranos, e às doutrinações das massas que tem sido praticada pelas grandes empresas de mídias que têm inculcado em suas audiências novos valores morais corrompidos e, nesse embate de ideias, no campo do conhecimento (Rm.12) infelizmente temos visto quase que exclusivamente (salvo poucas excessões de líderes protestantes) são as lideranças da vertente católica romana, que é apóstata por ensinar e praticar heresias, que têm trabalhado de forma propositiva na defesa do modelo familiar ordenado por Deus e de muitos dos costumes cristãos que são vistos numa cultura comum cristã, e não apenas nos cristãos de fato, mas que estão, todos eles, sendo revistos, combatidos e transtornados pelo forte empreendimento da onda progressista.

Não por acaso tem havido um crescente êxodo de jovens protestantes para a seita apóstata romana** nos últimos anos, talvez porque seus corajosos e necessários posicionamentos têm exposto as nossas contradições e covardias e têm servido para se olhar com mais interesse para as suas mentiras e heresias com simpatia por parte daqueles que não se satisfazem com a verdade de Cristo e procuram por coerência por parte da religião também na vida pública. Tanto é verdade que no meio protestante parece existir uma pandemia de jovens casais que relativizam o único modelo familiar ordenado por Deus, constituído de pai, mãe e filhos, e que têm substituído os filhos pela adoção de pets - seus cães, gatos, porquinhos e chinchilas são seus "filhos", uma adulteração ridícula no que se entende por família e uma corrupção no entendimento de somente pessoas serem a "imagem de Deus", nunca os bichos, um escândalo que tem sido praticado normalmente por muitos e que é uma evidência de que o povo está padecendo por falta de conhecimento das coisas de Deus (Oséias 4: 6), ou por vergonha na cara de levá-lo a sério. 

Muitos de nós nos acomodamos com o cinismo e com a irrelevância porque apenas brincamos com uma religião que alivia nossas consciências em cultos extravagantes e terapêuticos nos domingos, um show de good vibes. Não é a Deus que buscam, é ao seu próprio bem-estar, são cultuadores do seu próprio ego, não adoradores do Senhor. Estamos em meio a uma grave apostasia, talvez, quase que generalizada - mas eu dou glória a Deus porque sempre existem os remanescentes fiéis, ainda que sejam poucos, e isso mantém vivo o necessário ministério da igreja do Senhor, sempre impossível de ser irrelevante, e isso porque ela tem um Senhor que está vivo, que reina soberano e que é atuante, é o seu Sustentador e o seu único Cabeça.

Não por acaso tem sido os símbolos e construções católicos que são regularmente atacados pelos militantes das multiplicações das iniqüidades nesses nossos tempos, e isso porque esses endemoninhados que odeiam a tudo o que para eles representa a verdade de Cristo vêem nesses símbolos as resistências a serem vencidas porque as suas mensagens e valores lhes são claras. Mas eles não costumam ver a nós, os evangélicos portadores da verdade do Evangelho e difusores da Graça salvadora do Senhor. E isso é para a nossa vergonha e arrependimento. Aliás, eles só se revoltam contra os evangélicos não nas resistências que oferecemos às suas pautas, mas sim nos óbvios escândalos das bancadas evangélicas e dos que mercadejam a fé em exibições de si mesmos em programas de TV - escândalos que são, de fato, dignos de lamento e de revolta.

Pastores, sejam mais corajosos!

Preguemos e ensinamos a verdade do Senhor com clareza e coragem, como evidências de uma fé verdadeira e viva que necessariamente tem implicações também na vida pública. Se, talvez, você não tem sofrido as marcas de Cristo nas perseguições neste mundo, pode ser que você tenha se reduzido a ser muito mais um político da religião ou um gerente de um negócio a que tem se reduzido muitas igrejas do que um verdadeiro servo do reino vindouro que não é deste mundo.

"E na verdade todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições."

(2 Timóteo, 3: 12)


Vídeo "pá de cal" de um padre kamikaze que não fica em cima do muro.

Sobre sofrer por Cristo, leia: https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/07/o-servo-sofredor.html

** Sobre a igreja católica romana ser uma seita apóstata do cristianismo, leia: https://www.seminariojmc.br/index.php/2018/01/17/o-papa-e-o-anticristo/

_______________________________________

"Não sou cristão por causa dos cristãos"

A frase acima é atribuída a um celebrado líder do século XX (Mahatma Gandhi) um pacifista que lutou pela libertação do seu povo indiano das opressões impostas pelo colonizador britânico "cristão".

Ora, opressores são sempre odiosos, e devem ser sempre confrontados, mesmo se usarem símbolos, nomes e partes das doutrinas da fé cristã.

Mas os maus crentes nunca serão verdadeiros empecilhos para que descrentes reconheçam a verdade do Evangelho e venham para Jesus. São apenas pretextos para que pecadores justifiquem suas preferências por manterem-se em rebelião contra as misericórdias de Deus.

Você, se tiver sede, não beberia a água de uma torneira porque o morador daquela casa é uma pessoa detestável?

Nem o Evangelho, nem Cristo, nem os benefícios da salvação são subordinados a qualquer pessoa, a qualquer cultura, reino ou a qualquer instituição. Se alguém nega a Cristo porque a mão que segura algum símbolo religioso é perversa, tal pessoa pratica a perversidade de negar a Cristo atribuindo a Ele a perversidade de um hipócrita, que na verdade é inimigo do Senhor. Assim você estaria apenas justificando o teu desprezo por Deus.

________________________________________

Sobre o tema dos escândalos, acesse:

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/04/para-que-servem-as-distorcoes-ensinadas.html

11/05/2023

Evangelização



Evangelização

Muito provavelmente a maioria dos cristãos sabe que é uma ordem do Senhor Jesus que os seus discípulos (a sua igreja) preguem o Evangelho e façam discípulos do Senhor por todo o mundo.

O ministério de evangelização da igreja não consiste em eventos que dependem de agrados a serem oferecidos às pessoas. Isso é deturpar a evangelização fazendo com que se pareça com um favor às pessoas, um comércio, uma barganha. Há casos em que esses agrados são tratados como se fossem a evangelização em si, substituindo e dispensando a pregação da obra de Cristo.

Muito embora a evangelização possa ser praticada de forma planejada (porque na verdade ela deve ser constante no dia a dia dos crentes e isso independe de planejamentos), e pode se realizar eventos a seu pretexto, é necessário que se entenda e pratique o seu verdadeiro propósito que é o de fazer conhecido e compreendido o Evangelho, que é a obra de Cristo. Sem pregação do Evangelho não há evangelização, falar sobre outros assuntos não é tornar conhecido o Evangelho.

Evangelização é, simplesmente, comunicar, pregar, ensinar o Evangelho do Senhor Jesus Cristo às outras pessoas (óbvio!). É falar a todo tipo de gente sobre a obra do Senhor Jesus que foi feita para a salvação das pessoas que estão perdidas no pecado a fim de que tenham a verdadeira fé no Deus verdadeiro, se arrependam dos seus pecados e sejam com Ele reconciliadas. Essa é a única salvação do juízo que será imposto a este mundo caído. A verdade do Evangelho é a única alternativa ao inferno e é a esperança real diante de todos os efeitos do pecado e os seus enganos na existência humana. 

A pregação do Evangelho tem como objetivo fazer com que as pessoas entendam quem Jesus é (o Messias, o Senhor e Salvador), quem nós somos perante Deus (pecadores perdidos nas trevas e destinados ao juízo) e o que foi feito por Deus em Cristo para o nosso perdão e salvação.

A obra na cruz é o centro da evangelização, e o Evangelho é a mensagem das boas-novas que comunica a nós a obra de Deus em Cristo, desde a sua encarnação miraculosa, seus ensinos, a sua morte na cruz em pagamento pelos pecados do seu povo e a sua ressurreição para reassumir sua glória e majestade ao lado de Deus-Pai, de onde voltará a este mundo em breve para impor o Juízo no Dia do Senhor. A história do Filho de Deus encarnado neste mundo se manifestando e intervindo na história da humanidade é a demonstração do poder de Deus para a salvação de todos os que crerem nessa mensagem que requer fé.

Somente pela obra de Cristo na cruz é que os crentes obtém o perdão dos seus pecados e a redenção, e assim passam a ter verdadeira comunhão com Deus numa vida regenerada, separada para Ele e que persevera em fé e em santificação até a ressurreição. E essa nova vida no Evangelho é selada pelo Espírito Santo, é uma vida destinada à eternidade com Deus. Na fé do Evangelho Deus é corretamente adorado e servido porque somente nessa fé existe verdadeira comunhão do ser humano com o seu Criador, e assim os crentes no Evangelho desfrutam de todas as bênçãos de Deus e passam a fazer parte do seu povo, sua igreja (que é universal, incluindo pessoas de todas as partes do mundo e de todas as épocas), seu Reino - e tudo isso para a glória de Deus. 

E será o Espírito Santo que fará o trabalho como desdobramento da pregação do Evangelho que foi realizada (no seu poder) - e isso se, como e quando Ele quiser - agindo poderosa e irresistivelmente no convencimento daqueles que lhe aprouver, distribuindo o dom da fé a quem Deus, de forma soberana, quiser e realizando a salvação e a regeneração de todos os seus eleitos que estão distribuídos por toda a Terra.

Por isso a parte que cabe aos cristãos na salvação dos perdidos é pregar a obra do Senhor Jesus Cristo a todas as gentes de todos os lugares, é fazer conhecido quem Jesus é e o que Ele fez para salvar pecadores (como todos nós) e isso não inclui os esforços artificiais que podemos fazer para agradar as pessoas como tentativa de conquistá-las ou de convencê-las, porque isso, o convencimento de que o Evangelho é a verdade, a mudança da mente e do coração é obra exclusiva de Deus, não nossa.

________________________________

Fé pessoal e pública 

A fé pessoal no Senhor Jesus tem o necessário desdobramento de ser, também, uma fé pública.

Assim, o ministério da igreja deve ser notável também no mundo exterior, fora das congregações.

Igreja que não exerce o seu ministério profético no tempo e no local onde está inserida não é fiel à fé que professa. Não é possível uma fé privativa sem seus desdobramentos nas questões do seu mundo. 

A verdadeira fé cristã não é omissa, suas deturpações é que são.

Evangelho:

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/08/o-evangelho.html