Mostrando postagens com marcador Reino de Deus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reino de Deus. Mostrar todas as postagens

20/10/2024

A visão do profeta Isaías

 

A visão do profeta Isaías 

Pregação expositiva (apenas áudio) do texto de Isaías 6, versos 1 a 8, que descreve a visão que o profeta Isaías teve da glória de Deus - do Senhor Jesus Cristo assentado no seu alto e sublime trono 700 anos antes de vir ao mundo - e do chamamento do profeta para o seu ministério.

Essa pregação foi feita num culto doméstico, numa atividade missionária em Guarulhos, SP no dia 20/10/2024.


Texto: Isaías 6: 1 a 8

A visão de Isaías e o seu chamamento

1. No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo.

2. Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava.

3. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória.

4. E as bases dos limiares moveram-se à voz do que clamava, e a casa se enchia de fumaça.

5. Então disse eu: Ai de mim! pois estou perdido; porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio dum povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos!

6. Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;

7. e com a brasa tocou-me a boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado o teu pecado.

8. Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.

(Isaías, 6: 1 - 8)

18/10/2024

Jesus de esquerda? Não, Lula é um ignorante mentiroso!

 

Isso aí é tão lixo que é difícil comentar com alguma paciência. 

Já escrevi diversos textos sobre a completa incompatibilidade entre a fé cristã bíblica e o pensamento esquerdista. Tem dois links abaixo sobre isso.

Mas NÃO, Jesus não era nem esquerdista, nem progressista! Ainda que essas terminologias e as ideologias que compõem essas terminologias tenham sido elaboradas muitos séculos depois do tempo em que o Senhor Jesus viveu neste mundo (Karl Marx viveu no século XIX), Jesus não pregou nem praticou nada que sequer se parecesse com as ideologias políticas das esquerdas. Ele confrontava as invencionices das tradições dos homens, e não a velha Lei de Deus, que reafirmava.

O Senhor Jesus cumpriu toda a Lei e dentre as exigências divinas Ele reafirmou, por exemplo, o "não cobiçarás as coisas do teu próximo" e reafirmou as penas para quem rouba, mata, mente ou pratica idolatria. Ele ensinou sobre as autonomias nos tratados entre senhores e servos, sobre os diferentes pagamentos nas diferentes medidas e as diferentes distribuições dos talentos. Ele ensinou a sermos sempre fiéis, seja no muito ou no pouco e jamais ensinou sobre o nivelamento dessas posses. Ele não pregou sobre justiça social, mas sim sobre justiça (como aplicação da Lei) e sobre misericórdia (e as multiplicações de pães e peixes não eram sinais para a justiça social, mas sim para a misericórdia e para a providência) e Ele fez clara distinção entre o Reino de Deus e a sua justiça dos demais reinos, a partir do reino de Roma como também dos reis e autoridades dos reinos deste mundo. 

A justiça e a redenção pelo Estado secular jamais foram expectativas do Senhor Jesus, mas sim de Judas, o traidor, que como zelote que era, ansiava por um Cristo guerreiro e revolucionário, coisas que o Senhor Jesus não foi, pois deixou claro que o seu Reino não era desse mundo, mas que já era chegado através do Evangelho e praticado de forma incipiente na Igreja, não no Estado nem nos reinos deste mundo.

Lula é um ignorante, é mal-intencionado, é um inimigo de Cristo e é mentiroso! Crente que lhe dá ouvidos é tolo, pois não discerne a voz do Senhor das vozes dos lobos.


Veja também:

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2024/04/o-projeto-do-colapso-da-civilizacao.html

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/01/lideres-eclesiasticos-de-esquerda.html


27/06/2024

Lugar de fala no Reino de Deus?


Lugar de fala no Reino de Deus?

Quando o Senhor Jesus Cristo voltar em triunfo e glória não será aplicado um modelo democrático de governo que respeite as pluralidades de opiniões e de costumes. 

Não, amiguinho, ali não haverá "lugar de fala" para discordantes. Será a imposição definitiva e purgadora da justiça, agora sem nenhuma misericórdia, por força do Todo-Poderoso. É com fogo e com o fim das falsas esperanças que o Senhor lidará com toda impiedade dos réprobos. Nós fomos acostumados, neste mundo, a ter resistência aos déspotas, aos governos totalitários que esmagam oponentes. Mas é mais do que isso que o Senhor Jesus fará quando retornar e impor o seu Reino. Existem diferenças entre o Cristo-Rei dos tiranos deste mundo: os tiranos são detestáveis pecadores enquanto o Senhor é Santo, os impérios dos tiranos foram baseados em injustiças, em vilania e foram todos transitórios enquanto o Reino de Deus é fundamentado na sua Lei e Justiça e será eterno.

Até esse Dia a misericórdia está vigente, e esse é o nosso tempo, a porta apertada do arrependimento de pecados e da conversão a Cristo está aberta, é só entrar por ela. Mas quando essa porta fechar, na ocasião em que o Senhor retornar a esse mundo para requerer o que lhe pertence, sobrará aos descrentes apenas a certeza da justa condenação ao inferno, e aí não adianta espernear, arguir, alegar "lugar de fala". É game over.

Mas a porta ainda está aberta, só não sabemos até quando. Vá ao Senhor enquanto há tempo!

04/06/2024

A fé mundana de muitos crentes X crentes de verdade servindo nesse mundo

 A fé mundana dos crentes

Ao ler o Evangelho de Lucas fica evidente o quanto os discípulos do Senhor Jesus não tinham entendido o seu ensino quando, na ocasião da ressurreição, eles resistiram para acreditar naquele evento glorioso predito pelo Senhor.

Tal como é retratada na narrativa dos dois discípulos no caminho de Emaús, parece ser tendência os crentes atribuírem suas expectativas ao Senhor e ignorarem a perspectiva dEle. Tal como naquele evento, existe pouco interesse no que o Senhor veio fazer concretamente em contraste com as aspirações seculares a Ele atribuídas. Os crentes louvam ao Senhor pelos cuidados nessa vida, pela saúde, família, emprego, segurança, provisão e tantas outras coisas que focam nesta vida passageira mas ignoram a ressurreição, a contemplação da glória exclusiva do Senhor e a expectativa do porvir. Uma prova desse problema é o quanto os crentes, no geral, estão despreparados para a vida eterna, o quanto se receiam da morte, o quanto estão desesperados de apego por esta vida efêmera e mundana. Não valorizamos o que o Senhor nos deu, queremos que Ele nos abençoe aqui. Como os discípulos no caminho de Emaús o que queríamos mesmo é a libertação de Israel, é o reino de Deus para aqui e para agora, e como não o recebemos nós ficamos frustrados. Na prática ainda somos muito mundanos.

Então, no Evangelho de Lucas, especialmente no final com a narrativa dos tristes discípulos que muito pouco entendiam sobre o que o Senhor fez, fica claro o quanto é predominante a persistente luta da fé evangélica no Senhor Jesus triunfante em contraste com ingredientes remanescentes de uma crendice pagã nos crentes que persistem numa expressão religiosa autosatisfatória e baseada no eu e em coisas efêmeras dessa vida. Porque a verdadeira fé cristã é baseada na glória do Senhor Jesus somente e essa convicção só se forma com o ensino da realidade evangélica da ressurreição do Senhor e nossa, um ensino que tem sido sistematicamente negligenciado e, por isso, predomina nos crentes uma expressão religiosa baseada no eu e não na glória do Senhor Jesus.

Vemos prosperar, infelizmente, uma fé definhante e cada vez mais infantilizada em crentes cada vez mais sentimentais e que tratam a fé como um serviço de acolhida e de segurança a eles prestados como consequência de abordagens que são cada vez mais esvaziadas das grandes verdades da fé cristã. Pouco tem se pregado sobre a cruz, sobre a ressurreição e sobre a volta do Senhor.



Crentes servindo nesse mundo
O Senhor Jesus exige que seu povo busque, antes de tudo, ao Reino de Deus e à sua Justiça. E como complemento dessa busca prioritária Ele promete que Deus cuidará dos seus, da Igreja militante neste mundo, de cada crente fiel. Porque é neste mundo que os crentes buscarão os altos ideais do Reino e da Justiça do Senhor, e isso faz de nós atuantes numa causa constantemente conflitante com os baixos ideais desse mundo caído. Por isso nós somos como ovelhas enviadas para o meio dos lobos, porque apesar dos elevados valores que defendemos as nossas armas não são conformes as armas mundanas, isso porque são armas espirituais, é a oração, é a comunicação das verdades bíblicas, é a prática da piedade cristã, é imitar o modelo do Senhor de confrontar as trevas irradiando a luz da verdade inegociável de Deus e, provavelmente, sofrer represálias por causa disso. Nossa luta é espiritual, feita na propagação das verdades de Deus, a conclamação aos arrependimentos de pecados e à fé no Evangelho. O ministério cristão não é um apoio às causas dos homens caídos, não é simplesmente dar esperanças aos contextos humanos porque não existe nenhuma esperança para essas coisas. A mensagem de Deus não corrobora e não endossa o sistema mundano que está sob juízo. Nós, povo de Deus e o mundo, estamos num confronto da causas! E é assim que a igreja milita, tendo as mentes e os corações nas glórias que estão reservadas para os redimidos por Cristo, mas os pés nessa terra e as mãos sendo calejadas e feridas nos seus arados. Sofremos as dores por servir no mundo mas tendo as certezas da redenção operada pelo nosso Senhor e Salvador, que são fatos obtidos não por quaisquer coisas que façamos, mas sim pelo que o Senhor realizou em sua obra na cruz. Tudo se volta para Ele e crer no Senhor e se submeter a Ele é o ato definidor dos nossos destinos.
Seria desigual a luta dos crentes nesse mundo uma vez que somos minoria e que não usamos as armas dos homens caídos. Seria desigual se não fosse um elemento determinante que faz inverter o peso na balança: é o Senhor quem luta por nós, o Todo-Poderoso é o Senhor dos seus exércitos e é nesse rochedo inabalável que esmagará o mundo dos ímpios que estamos firmados.
Saiba disso, você pode olhar para um crente a serviço do Senhor e desprezá-lo porque não te oferece riscos. Na verdade você pode até mesmo maltratá-lo ou matá-lo, porque ele não tem meios de oferecer resistência à altura das tuas possíveis agressões. Mas a aparência humilde dos crentes engana os olhares dos soberbos, que sempre enganam unicamente a si mesmos, pois na verdade esses crentes são embaixadores de uma força inimaginável que te expurgará da vida e te lançará ao inferno, pois a única esperança possível que foi dada aos homens é a de acatar o que esses homens de Deus dizem quando conclamam as pessoas ao arrependimento de pecados e à fé no Senhor Jesus Cristo, o caminho, a verdade e a vida, sem o qual ninguém se aproxima de Deus.
Ou seja, o que esses homens aparentemente indefesos estão fazendo no mundo é te oferecer misericórdia, pois a única salvação possível para a tua vida é o Evangelho que está sendo anunciado.

21/06/2022

A expansão do Reino de Deus

As igrejas bíblicas precisam considerar mais atentamente a ordem do Senhor de expansão do Evangelho e, um modo que (creio eu) precisa ser considerado para se fazer isso é o da divisão para a multiplicação.

Atualmente a tendência das igrejas é a da acomodação, ficando sua membresia acumulada por décadas numa convivência cômoda com muitos crentes bem preparados nas Escrituras mas entregues ao sedentarismo espiritual e à infrutibilidade, pois se entregaram ao comodismo numa congregação onde já tem quem faça os trabalhos, sobrando-lhes apenas a função cômoda de apenas estar presente, de ser servido, sem precisar se empenhar por fazer coisa alguma. Esse costume de apenas congregar por anos e anos sem que se assuma responsabilidades na seara não promove a verdadeira expansão do Evangelho. 

O certo é se praticar o discipulado das membresias visando a formação de servos capazes de ensinar outros em vez de se praticar um trabalho comum que é indefinidamente cíclico e sem propósitos, e assim, no discipulado propositado, considerando a maturidade dos irmãos, seria indicado que sob a condução da liderança da igreja local que se formassem grupos de irmãos destinados a formar novas congregações em outros locais, fazendo com que eles sejam migrados da igreja-mãe para a formação de igrejas-filhas. 

Assim é o crescimento orgânico e expansivo da Igreja e do Reino de Deus, através do discipulado dedicado e da divisão intencionada das igrejas visando a sua multiplicação e espalhamento por todas as partes do mundo.

Mas, para isso, precisamos mudar certa mentalidade de que igrejas devem ser grandes. Isso enche nossos olhos, é verdade, mas também os nossos orgulhos... Precisamos entender que quando uma igreja começa a ficar "grande" pode ser que ela esteja, na verdade "inchada", e que chegou a hora de dividí-la em igrejas menores que resultem na multiplicação e no espalhamento do trabalho dedicado pelo Reino do Senhor.