Mostrando postagens com marcador homossexualismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homossexualismo. Mostrar todas as postagens

30/06/2015

Resposta a questionamentos sobre o amor cristão e suas contradições nas práticas de muitos cristãos

Eu respondi a alguns questionamentos de um "amigo de feicibuqui" sobre o conceito de AMOR CRISTÃO e as suas contradições com as práticas e com os discursos de muitos cristãos e resolvi compartilhar minha resposta aqui.
Confira:

O amor cristão não tem nada a ver com o conceito que alguns gostariam que tivesse de complacência ou de celebração ao pecado, de universalidade, de completa e irrestrita aceitação. É exatamente o contrário disso. Consiste no fato de que, apesar de sermos pecadores, ainda assim Deus, por causa do seu amor pela sua criatura humana, nos enviou Cristo para morrer no lugar de pecadores (porque pecado é confrontar a Deus, é rebelar-se contra o seu ser ou Lei ou ainda rebelar-se contra Ele na deformação do nosso próprio ser, pois somos dotados da sua imagem e semelhança).

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3.16 (e outros)

Então o amor cristão significa resgate, salvação de um estado de queda, de autodestruição, para uma nova forma de se viver que é destinada à plenitude da Graça de Deus. E, no caso dos cristãos, praticar esse amor é servir a essa causa.

Deus é a fonte de toda vida, de todo bem e Ele é definido (pela própria Bíblia - 1 João 4. 16) como "amor". Mas Ele é justo e é Santo e essas suas características não se anulam. Não é porque Ele ama que Ele pode ser complacente com a injustiça, pelo contrário, o seu perfeito amor é parte da sua perfeita justiça e santidade.

Por hora podemos vivenciar um relativo bem-estar (até como se de Deus não precisássemos, ou ainda como se Ele não existisse...), vivemos, amamos, nos alegramos, elaboramos pensamentos, temos algum senso de justiça, etc - ainda que tais coisas sejam relativas e maculadas. Ainda desfrutamos, então, do que na teologia chamamos de "graça comum de Deus" pois mesmo vivendo mergulhados num tipo de vida marcada pelo pecado ainda assim podemos desfrutar de coisas boas que têm origem em Deus. Mas para os que atentam para a palavra de Deus o seu chamado é para o arrependimento e santificação, não para a celebração e aceitação daquilo que Deus condena. Esse é o ponto. Cristãos não são melhores, mais "bonzinhos" ou "perfeitinhos" (Efésios 2. 8). Eles também são pecadores mas a sua postura diante desse mal que marca a todos nós deve ser outra (e é essa postura que pode distinguir cristãos fiéis dos falsos). Por isso, um verdadeiro cristão (que me esforço para ser embora falhe bastante - e que não sou o único a buscar, graças a Deus) se empenham para que essa verdade sobre a salvação, essa esperança, seja conhecida e experimentada por outras pessoas. Por sabermos que somos naturalmente maus, mas alcançados pela "graça salvadora de Deus" (os atos divinos para salvar pecadores e que excedem a graça comum, que são seus atos para manter e preservar a vida neste mundo) nós somos encorajados a agir com misericórdia com quem sofre, com outros pecadores, desafiados a perdoar e a proclamar o perdão divino sempre na esperança de que o amor de Deus seja celebrado na medida em que as pessoas vencem seus próprios pecados.

Mas esse nosso estado relativo de bem-estar, onde ainda contamos com a “graça comum de Deus” (chove sobre justos e injustos...) cessará. Essa vida transitória dará lugar à definição do caminho que traçamos, seja com a morte, seja com o findar iminente da história. Se a nossa caminhada for no caminho de Cristo (o da verdade e da vida), o destino alcançado será a plenitude da sua Graça – de Deus emana toda vida e bem... então esse “Paraíso” significa desfrutar da plenitude de vida, da sua santidade. Fica fácil então entender os desdobramentos do caminho em sentido contrário da oferta divina de nos salvar. Se nossa caminhada for na perseverante negação da salvação de Cristo (e isso inclui arrependimento e santificação), segue-se que o efeito será a justa e completa separação de Deus (e de Deus procede toda vida e bem...) sobrando a essas pessoas apenas os efeitos contrários do que Deus é – e por isso a figura do “inferno” é ilustrada como fogo, ira, sofrimento, etc.

Bem, e sobre as evidências bíblicas de atrocidades, especialmente no Velho Testamento?

Um pouco de estudo bíblico responsável, e não coisas recortadas dos seus contextos, sensacionalistas desprovidas de exegese, hermenêutica, análise histórica, análise de estilos literários, etc poderiam ajudar.

Em primeiro lugar, embora tratemos a Bíblia como “um livro”, o fato é que ela é a coleção de 66 livros que foram escritos ao longo de, provavelmente, 1600 anos e por cerca de 40 autores diferentes. Então é de se esperar que ela retrate contextos bastante diferentes do nosso – como os da era do bronze, os da formação de civilizações antigas quando guerras e assassinatos eram parte das “relações internacionais”, os de formas de vida nômades em desertos, etc - com a crueza como o faz. Mas, de forma resumida, esses registros mostram uma revelação progressiva de Deus na história humana, que parte de um estado de coisas com noções éticas rudimentares (ainda não tinha se manifestado o “amor cristão” na história pois Cristo ainda não tinha nascido e são exatamente essas noções cristãs – BÍBLICAS! – que atribuem valores éticos e definem como certo ou errado diversos comportamentos humanos) e essa revelação bíblica progressiva vai caminhando na história criando uma expectativa pela manifestação do salvador, do Messias e que culmina no que a própria Bíblia chama de “plenitude dos tempos” (Gálatas 4. 4) quando Deus, em Cristo, interferiu na nossa história humana para fazer com que conheçamos quem Deus é e para que pudéssemos ser por Ele salvos.

Tudo o que coloquei aqui foi posto de forma simplificada, mas pretendo explicar o que for preciso (como puder) porque sei que assim estarei ajudando alguns a compreenderem melhor sobre Cristo, e assim estarei contribuindo com o tão mal falado “amor cristão” na expectativa de que se conheça – e experimente – o amor de Deus.


08/06/2015

Vilipêndio e Ignorância a respeito da cruz.



Que tristes e miseráveis cenas o tolo orgulho pelos pecados produzem...
Se alguns pensam que podem contestar verdades com suas encenações, opiniões, imposições e prazeres, saibam que não podem, sobre isso todos somos impotentes...
Nunca existiu um vilipêndio ou escândalo maior do que um fato incomparável e que foi realizado num ato exclusivo que não pode ser reproduzido por ninguém.
Ninguém pode tornar mais ofensivo o que foi a maior de todas as ofensas; ninguém pode tornar mais escandaloso o que foi o maior de todos os escândalos; ninguém pode tornar mais humilhante o que foi a maior de todas as humilhações; ninguém pode tornar mais dolorosa o que foi a maior de todas as dores, de todas as angústias, de todos os sofrimentos...
A angústia, a humilhação e o martírio na cruz foi algo que somente Cristo pôde sofrer verdadeiramente. E de forma eficaz.
Ainda que todas as pessoas se insurjam contra esse fato que alguns reduziram a mero símbolo do cristianismo, a cruz, e ainda que todas as pessoas do mundo se unam para tripudiar desse símbolo, toda essa tentativa, todos esses esforços somados, todo o seu vilipêndio, todos os escárnios, todas as releituras e adaptações que as pessoas possam ousar propor jamais afetarão o verdadeiro significado e os efeitos verdadeiros do que foi a morte de Cristo na cruz. Nada pode ser mais ofensivo ou repulsivo do que aquilo que Cristo suportou na maldita cruz.
No máximo as encenações dos escarnecedores afetarão a subjetividade do sentimento religioso de alguns que nutrem simpatia pela cruz. Alguns podem se sentir ofendidos ou escandalizados, mas atos humanos nunca poderão afetar a verdade que o evento na cruz significa e proporciona.
Nada se compara ao vilipêndio sofrido por Cristo, o maior dos escândalos. Se alguém pensa que pode fazer da cruz um pretexto para a subversão, um meio para uma nova mensagem ou transformá-la num espetáculo grotesco, saiba-se que toda essa tentativa é inútil... semelhante tentativa é fruto de ignorância, é perversa, mas é mera ingenuidade. Na verdade esse tipo de atitude é apenas mais uma dentre incontáveis transgressões que fizeram a cruz de Cristo um fato necessário. Nossas transgressões, quaisquer que sejam apenas justificam o fato de que Cristo tinha que morrer de forma miserável numa cruz, tal como foi.
A morte de Cristo na cruz foi o maior de todos os vilipêndios. Na cruz foi evidenciado, como num espetáculo cruel, humilhante, sanguinário e perverso o quanto as nossas perversões e iniquidades são horrendas, ofensivas e destrutivas e nela também foi evidenciado que o amor do Criador pela sua criatura humana é maior que o mal que nutrimos em nós mesmos através dos nossos pecados e que ofende a sua santidade.
Deus, por meio da cruz, mostrou o quanto nos ama apesar de sermos a Ele ofensivos e são justamente os efeitos da cruz que nos faz aceitáveis por Deus.
Na cruz o Deus que criou todas as coisas tomou uma atitude extrema para reconciliar consigo a sua amada criatura humana, que por ter sido criada à sua imagem e semelhança pôde usar da sua liberdade para transgredir, para macular-se, para deformar seu próprio ser numa descaracterização destrutiva da sua natureza que, diante do alto padrão de Deus, da sua santidade, glória e perfeição, transformaram o ser humano em algo repulsivo.
O pecado é rebelião e é maldição e a sua consequência é o banimento de Deus. Ele é a fonte de toda vida e de todo bem e o pecado nos coloca num estado de banimento da Graça que de Deus emana. Nesse estado de banimento nos resta apenas um estado de trevas na irremediável condenação à morte.
O pecado nos macula e destrói e desse mal todos somos participantes. Não existe um único inocente, um único justo. Por causa do pecado nos tornamos avessos à santidade do Criador, ao passo que sua santidade repele o mal que nutrimos em nosso ser. Nós e Ele estamos separados. Em Deus está a nossa verdadeira identificação mas nós aprendemos a ignorá-lo, a detestá-lo e na necessidade de referenciais criamos outros deuses, feitos para satisfazer às nossas perversões e necessidades (e costumamos misturar essas coisas).
Cultuamos a nós mesmos, cultuamos os nossos bens e aos nossos prazeres deformados e esse nosso distanciamento de Deus nos reduziu a formas patéticas de humanidade, somos apenas sombras disformes e detestáveis do que deveríamos ser, sabemos o que é justo e bom mas transgredimos a lei moral de Deus que está impressa nas nossas consciências. Se um dia fomos o reflexo da imagem e da semelhança do Criador, porque foi assim que Ele nos concebeu, agora somos a imagem da sua deturpação e da sua desfiguração, somos seres repulsivos, blasfêmias ambulantes e semiconscientes que agonizam diante da morte iminente e que buscam formas de se entorpecer diante da desgraça sentida.
Todos somos assim, pecadores carregados do mal que o distanciamento de Deus produz em nós, tal como cânceres, tal como feridas que nos apodrecem de dentro para fora. Mas ainda somos! ainda existimos, sobrevivemos e acreditamos, equivocadamente, que merecemos aceitação e celebrações. Queremos que nossas chagas, que nossos pecados, com os quais tentamos nos acostumar, sejam celebrados como se fossem coisas naturais, queremos que os nossos horrores sejam considerados belos, queremos acreditar que o mal que nos assola é coisa boa! Enganamos a nós mesmos quando afirmamos que nossos ideais ou razões são verdadeiros. Estamos enganados a nosso próprio respeito, damos demasiada credibilidade às nossas limitações e utopias e a nossa negligenciada corrupção nos cega e enlouquece cada vez mais. E nessa loucura e cegueira apenas perseveramos no descaminho da autodestruição, do banimento e da morte.
O pecado é o que fazemos conosco, nos maculamos, nos distanciamos do Criador e nos entregamos às consequências de uma escuridão que primeiro devasta a nossa própria alma, é expressado em nosso comportamento, destrói o nosso mundo e por fim destrói a nossa existência. Nesse nosso estado atual, destituídos da Graça de Deus, não nos importamos mais com nossa desgraça, talvez nem a percebemos e está fora do nosso alcance qualquer reparação. A morte absoluta é uma consequência inevitável.
Mas Deus nos fez à sua imagem e semelhança... contudo hoje somos a desfiguração e o vilipêndio dessa imagem, é isso que fizemos conosco mesmos.
Contudo Deus ama a sua criatura humana e nem mesmo o nosso sacrilégio e profanação puderam confrontar a realidade poderosa e imutável do seu amor por nós.
E é por isso que Deus tomou uma atitude drástica: a cruz!
Nós não podemos mudar o mal que impregnou o que somos, não podemos mudar essa torpe natureza pecadora. Não podemos nos elevar ao Altíssimo, não podemos curar nossas feridas, não podemos apagar as marcas destrutivas do pecado e não podemos arcar com as dívidas decorrentes dos nossos erros, injustiças e maldades.
Mas Deus podia...
A quebra de toda Lei tem consequências, toda alma que pecar morrerá e sem derramamento de sangue não há remissão de pecados.
Então, o Todo-Poderoso, o Insondável, o Mistério que antes nos era desconhecido e que antes havia se apresentado como o "Eu Sou", o Deus Criador do Céu e da Terra rebaixou-se à nossa semelhança. O Deus Triúno não ficou impassível diante da nossa desgraça e então, a segunda Pessoa da Trindade se retirou, ainda que por um tempo, do seu alto e sublime trono e se humilhou, se fez homem na pessoa de Cristo, o Messias, a expectativa que todas as pessoas anelam por redenção, a manifestação da salvação divina. Nasceu milagrosamente o menino Jesus da virgem Maria, o verdadeiro Filho de Deus, seu unigênito. Ele cresceu e viveu entre nós para nos ensinar a respeito das verdades de Deus. Ele nos mostrou o caminho, a verdade e a vida e, mais do que simplesmente ensinar verdades e doutrinas Ele veio ao mundo para ser o Cordeiro que foi enviado por Deus para pagar, com o seu próprio sangue pelos pecados cometidos por muitos. Jesus, o Senhor de Toda a Glória veio ao mundo com uma missão específica: para ser humilhado e para MORRER pelos pecadores para livrá-los da maldição do pecado, assumindo Ele mesmo as culpas de outras pessoas diante da justiça de Deus, tomando sobre si os efeitos da nossas maldades, das nossas perversões, da nossa desgraça. Em Cristo a Justiça de Deus foi satisfeita, as penas que cabiam ao seu povo foram pagas com o derramamento do seu sangue. Em Cristo toda a impiedade dos homens foi confrontada, toda perversidade vencida. Ele foi moído pelas nossas transgressões e transpassado pelos nossos pecados. Todos nós o ferimos, todos nós escarnecemos dele, todos jogamos sobre Ele o nosso ódio e desprezo, todo vilipêndio e maldade foi jogada sobre seus ombros, esbofeteamos sua face com nossa ira, cuspimos nele todas as nossas perversões, o esmagamos com nosso desamor e incredulidade, zombamos dele com nossa idolatria, ferimos Ele e o fizemos sangrar até a morte com todo o mal que faz parte da nossa natureza pecaminosa e Deus aceitou a oferta, o sacrifício perfeito e o holocausto definitivo onde um justo pagou pelas penas de muitos para que muitos injustos pudessem ser justificados, pudessem ser perdoados, redimidos, santificados, recebidos como filhos adotados por Deus com todas as honrarias que pertenciam somente ao seu Unigênito.
Podemos aumentar o vilipêndio sofrido por Cristo com nossos atos tolos de insurgência ou de idealismo?
Não! Ele já foi esmagado por nós, por causa dos nossos atos, por causa do nosso pecado.
Mas esse não é o final da história.
O Rei dos reis e Senhor dos senhores morreu na cruz por amor aos pecadores, gente que o detestava, que não o compreendia e que não o conhecia. Mas Jesus Cristo é Deus, é Santo e é Todo-Poderoso, a morte não podia detê-lo e também a morte foi por Ele vencida, assim como o pecado, com a sua ressurreição. Hoje, Cristo vive e reina no seu trono celestial, Ele é soberano sobre todas as coisas e a nossa atual história é apenas uma página transitória que logo será virada pelo Senhor da história. Muitos irão para o seu Reino enquanto que muitos outros simplesmente perseverarão no seu descaminho de perdição e trevas rumo a completo banimento de Deus, o inferno.
Por isso, diante do evento da cruz de Cristo, cabe a nós apenas nos arrependermos dos nossos pecados, não celebrá-los, e seguirmos ao Senhor da vida no seu caminho verdadeiro da verdadeira dignidade humana: A SALVAÇÃO através da fé em Cristo.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
João 3: 16
"De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;
Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai."
Filipenses 2:5-11

03/04/2013

Que importa mais: dar ouvido às palavras dos homens ou à Palavra de Deus?


"...Mas Pedro e João, respondendo, lhes disseram: Julgai vós se é justo diante de Deus ouvir-nos antes a vós do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido."
Atos 4:19 e 20 

O cristianismo é a religião que o Deus encarnado, Jesus Cristo, criou. Ele nasceu de forma miraculosa, sendo concebido pelo próprio Deus na pessoa do Espírito Santo no ventre da virgem Maria. Nasceu o filho de Deus para cumprir a Escritura, para revelar à humanidade a Palavra de Deus e para salvar o seu povo por meio do seu sacrifício redentor e sua ressurreição. Em sua vitória final, em breve, Cristo retornará ao nosso mundo para exercer juízo e justiça, tomará o seu povo para si em seu Reino, que são aqueles que o receberam como Senhor de suas vidas por meio da fé, e triunfará sobre todas as coisas. Jesus é o Senhor de toda a história e de todo o Universo.

Sendo assim, as Escrituras (a Bíblia) possuem um caráter especial: são as revelações do próprio Deus acerca de si e acerca da humanidade. Trata-se do modo como Deus vê o mundo e os homens, maneira que foi comunicada por meio de homens que Ele mesmo inspirou e que agiram como profetas e como apóstolos em seus ministérios como anunciadores da Santa Palavra divinamente inspirada e necessária para trilharmos o caminho que Deus quer que trilhemos. A Bíblia é, portanto, a autoridade maior, a regra de fé e de prática que aqueles que querem caminhar na presença de Deus devem seguir. Quem me ama, disse Jesus, guarda a minha Palavra.

Uma característica da Bíblia é que ela é reveladora de quem realmente somos aos olhos de Deus e por isso ela aponta os nossos pecados, sendo que todos, sem exceção, somos pecadores e indignos de Deus. Não podemos nos apresentar limpos diante de Deus pois temos uma natureza inclinada para o pecado e nada podemos fazer a este respeito. Somente Deus, em seu filho Jesus, pôde fazer algo a respeito do imenso abismo que entre nós existia. O que a nós era impossível para Jesus não é: Ele, o Criador do Céu e da Terra, o Todo-Poderoso, aquele que não conheceu pecado e que era genuinamente Santo e inculpável, veio ao mundo e se fez homem para assumir as culpas dos pecadores, sendo condenado à morte numa cruz à semelhança de um bandido. Morreu e ressuscitou no 3° dia para reassumir o seu Trono no Reino Eterno para governar todas as coisas e para garantir a salvação aos pecadores que viessem a crer nEle e que, por isso, podem ser justificados pela fé em Cristo e gozar de sua presença, em seu Reino, como filhos amados de Deus para todo o sempre. Obter o perdão de pecados e a salvação, que consiste em ser livre do pecado condenatório é crer em Cristo, e fazemos isso quando ouvimos o que a sua Palavra diz e a praticamos como forma de crer, de servir e de seguir a Jesus.

Por essas razões, a Bíblia é um livro excepcional e a Igreja de Cristo, ou a congregação do povo que nEle crê é, simplesmente, um organismo vivo que tem por função primordial a proclamação desta Palavra que tem poder para nos reunir com Deus e o apontamento de pecados é necessário a fim de que haja a promoção do arrependimento para que esta salvação seja possível.

Assim, o cristianismo não é uma religião que se amolda aos interesses e aos costumes de uma época, qualquer que seja. Ao contrário disso, é a religião que tem por responsabilidade anunciar a Palavra daquele que tudo sabe e que tudo vê, em todos os tempos da história e em todos os lugares. É impossível crer em Jesus e tê-lo como Senhor se o Jesus crido não for aquele relevado pelas Escrituras. Muitos dizem crer em Jesus, mas acreditam num falso e inconsistente Jesus criado por mentes humanas decaídas conforme querem acreditar e não conforme é revelado pelas Escrituras. Muitos interpretam as Escrituras conforme suas mentes pecaminosas e corações enganosos querem interpretar, mas suas crenças são inconsistentes e não amparadas pela verdade. Por isso, a Bíblia não pode ser adulterada e nem suas partes podem ser omitidas conforme as vontades humanas querem fazer, ainda que suas leis assim determinem ou que as multidões assim o queiram. Muitos profetas ou apóstolos foram martirizados no passado por causa da mensagem que tinham que transmitir e esse ainda é o papel da Igreja de Cristo: pregar a Palavra e serví-la, mesmo que a mensagem não agrade e mesmo que sua mensagem resulte em perseguição. Essa é uma verdade fundamental: Não é a religião ou a Igreja a senhora da verdade. Não, não é! A Igreja ou os cristãos não têm o direto de adulterar a Palavra divina. A Igreja cristã é serva da verdade e não tem sobre ela poder, a não ser o de se submeter e de proclamá-la. Somente assim, os cristãos podem se favorecer das promessas contidas nas Escrituras, pois estão comprometidos com a Palavra de Deus em sua totalidade.

Vivemos tempos em que muitos tentam mudar o que a revelação de Deus determina e isso não é algo exclusivo do nosso tempo, pois no passado já tentaram calar aqueles que anunciavam as verdades divinas e por causa disso muitos crentes foram e ainda são perseguidos e até mesmo martirizados por causa da poderosa Palavra de Deus que eles anunciavam. Nosso tempo não é diferente e a Palavra foi e sempre será triunfante: ainda que não sobre nenhum crente, ela se mostrará verdadeira no final dos tempos como testemunho de que a verdade foi dada aos homens, mas muitos a recusaram, desprezaram e odiaram, recusando também a salvação oferecida ao passo que outros desfrutarão de sua promessas eternas ao lado do Pai porque creram.

Hoje, o pecado tem sido celebrado e sua corrupção tem sido exaltada. Querem fazer com que a Igreja se cale, querem fazer com que as verdades bíblicas sejam confundidas com mera opinião religiosa, querem fazer com que a igreja tenha uma fama de retrógrada, de preconceituosa. Outros querem fazer da Igreja um ajuntamento de corruptos, de charlatões, de fanáticos irresponsáveis, de meio de barganha com o sobrenatural... Querem mudar a Palavra de Deus como se Ele não soubesse o que diz!

Não há quem seja inocente de pecado neste mundo e pecado é tudo aquilo que a Bíblia diz que é. Em última análise, o pecado é algo que agrada à nossa carne, nossa natureza pecaminosa e autodestrutiva, algo que deforma a criação de Deus e que ofende ao próprio Deus, nos banindo irremediavelmente dEle. O único modo de sermos salvos é a Fé em Cristo e isso exige arrependimento, mudança de conduta e submissão às Escrituras. A conversão à Cristo é necessária à nossa salvação e todos precisamos disso.

Não adorar a Deus é pecado, incredulidade é pecado, idolatria é pecado, mentira é pecado, adultério é pecado, homossexualismo é pecado, luxúria é pecado, egoísmo é pecado, ganância é pecado, roubo é pecado, cobiça é pecado, corrupção é pecado, desamor é pecado, desonra aos pais é pecado, intolerância é pecado, injustiça é pecado, juízo temerário é pecado, omissão e covardia são pecados (e daí os cristãos não devem se calar)...

A Bíblia revela o que somos e a Igreja tem o papel de proclamar o que ela diz. Saber que somos pecadores nos faz conscientes de um estado que exige de nós uma decisão sobre o modo como viveremos a vida que temos: ou ignoramos o que a Bíblia diz e simplesmente continuamos a viver a vida do nosso modo, conforme a nossa vontade como se da nossa vida nós mesmos fôssemos os senhores – o que não é verdade, porque de tudo prestaremos contas no Juízo - ; ou, ao tomarmos consciência de quem realmente somos aos olhos de Deus e de vermos a imundície que nos cobre, nos arrependermos e buscarmos a Deus, a fim de que sejamos salvos – e essa é a vontade do próprio Deus, pois foi por amor que Ele enviou Jesus e nos deu as Escrituras.

Assim, não é a alegria passageira, a opinião da maioria, o prazer e as realizações mundanas ou pessoais que podem afirmar se estamos no caminho correto ou não, mas somente o que a própria Bíblia diz, a regra de Fé e de prática, inspirada por Deus e útil para toda a vida e eternidade.

Escolha: podemos dar ouvidos aos homens, mesmo que sejam uma multidão proclamando a uma só voz a mesma coisa; ou a Deus, que proclama a sua Palavra por meio do seu instrumento, a Igreja, mesmo quando perseguida por causa da sua missão. Eu prefiro ouvir a Deus, pois os efeitos disso são uma vida eterna em seu Reino, em sua gloriosa presença como um filho Seu; enquanto que aqueles que desprezarem sua Palavra simplesmente permanecerão eternamente banidos de sua presença num inferno onde não há esperança.

Que a misericórdia de Deus atinja nossos corações a fim de que nos arrependamos e sejamos salvos para a Sua glória e assim tenhamos a verdadeira vida, a verdadeira e eterna alegria e desfrutemos sempre do verdadeiro amor.

13/07/2012

Parada Gay e Marcha por Jesus


Faz sentido essa confusão altamente contrastante dessas passeatas formadas por milhões de pessoas que se ajuntam para “festejar” e “celebrar” seus modos de vida enquanto reivindicam direitos e proferem suas palavras de ordem num mesmo cenário, numa mesma cidade? Bem nenhum pode ser promovido por coisas assim, embora com aparência pacífica, ambas as “paradas” são prejudiciais ao bem comum.

Na “Parada gay” procura-se a imposição do homossexualismo à sociedade como se fosse algo que deve ser celebrado, absorvido à força, mesmo que ao preço do constrangimento de a sociedade ter que lidar com um apelo homossexual altamente erotizado em plena luz do dia e à vista de todos. Escândalo já não é mais algo que deve ser evitado, mas é quase que um chavão gay, algo que deve ser imposto. Perdeu-se a noção de privacidade, de individualidade e de respeito.

Homossexualismo, a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo, é pecado e por isso não é algo natural e nem é saudável e por isso não é, e nunca será, um tipo de prática equivalente ao heterossexualismo, a prática sexual entre homem e mulher.

Por outro lado, o homossexualismo não é crime e por isso, deve-se o devido respeito à pessoa que tem este tipo de prática. Mas existe um abismo entre a não-ostilização ao homossexual com o devido respeito à sua pessoa e à celebração da prática.

Deve-se respeitar à pessoa homossexual, assim como a todas as pessoas, e garantir a ela que viva a sua vida com direitos e deveres como qualquer cidadão comum, sendo-lhe vetados apenas os direitos relacionados ao matrimônio com seu parceiro do mesmo sexo e a participação em certas práticas religiosas como a comunhão dos crentes na Santa ceia ou no batismo cristãos ou ainda, na prática de ministério eclesiástico pois tais práticas cristãs presumem auto-análise e fidelidade ao ensino bíblico. Quem se unir a alguém do mesmo sexo não comete crime, mas persevera no pecado e por isso não se pode reconhecer civilmente e nem como sendo saudável tal união além de serem mantidas certas restrições religiosas por conta da perseverança no pecado.

A discrição é necessária a qualquer relacionamento afetivo-sexual, pois a prática sexual saudável deve ser restrita ao casal. Demonstrações públicas de afeto erotizado não são saudáveis ou construtivas, pois expõem particularidades do relacionamento que deveriam ser mantidas na intimidade do casal. O namoro requer intimidade e a publicidade estraga a beleza do relacionamento afetivo-sexual, expondo-o como algo público, banal, pornográfico. Se ao namoro heterossexual a intimidade deve ser preservada, seria muito mais respeitoso que os homossexuais também fossem discretos, pois todos convivemos numa mesma sociedade e o respeito mútuo é necessário ao bem-viver na coletividade. Por isso, a parada gay é uma prática ofensiva àqueles que sabem que a prática homossexual é, à luz da Bíblia, um pecado e que isso faz muito mal a quem o pratica e à sociedade que o absorve como algo comum e equivocadamente saudável ou natural. O pecado, ao contrário de ser absorvido e festejado, deve ser confessado e abandonado. Diante do pecado sobra-nos apenas a opção do arrependimento (ou as conseqüências eternas da perseverança no erro).

Não se pode dizer ao mentiroso compulsivo que se ajunte a outros mentirosos compulsivos para que juntos façam uma passeata. Não se pode esperar o mesmo dos adúlteros, nem a qualquer outro tipo de pecador que quer se manter assim para que se una aos seus semelhantes para marcharem pela cidade e festejarem enquanto impõem aos demais o seu modo de vida. Como qualquer outro pecado, o homossexualismo não deve ser estimulado, ao contrário, pelo menos por parte da Igreja cristã o estímulo deve ser o do arrependimento. Mas se o arrependimento não ocorrer, que ao homossexual seja dado o direito pleno à sua vida social, mas não à prática do pecado e, por isso, o apoio à prática homossexual, o apoio à sua apologia, o apoio à união civil reconhecida entre homossexuais e o reconhecimento do homossexualismo como sendo uma prática comum e natural não devem ser reconhecidos pela Igreja e isso não porque a Igreja é preconceituosa, mas porque ela segue uma regra de fé que é a razão da existência da própria Igreja, ou seja, é a Bíblia quem diz que o homossexualismo é pecado (entre tantas outras coisas) e a Igreja existe para ensinar e praticar o que a Bíblia diz.

Por isso, é errado afirmar que o cristianismo é homofóbico ou preconceituoso. É bem verdade que muitos grupos cristãos são assim, mas não é este o verdadeiro sentimento do cristianismo bíblico, pois o cristianismo é a religião que o próprio Senhor Jesus criou e esta religião tem por princípio a verdade que todos somos pecadores. Assim, em tese, se o cristianismo fosse uma religião preconceituosa todos deveríamos estar excluídos da sua cobertura. A verdade bíblica é aquela que afirma que por todos sermos pecadores, todos devemos abandonar o pecado e nos arrependermos e nos convertermos à verdade dada por Deus acerca da sua vontade para as nossas vidas, servindo-o. Não é somente o homossexualismo, então, que deve ser repudiado, mas também a mentira, o adultério, a incredulidade, a idolatria, a injustiça, etc e o único modo de nos livrarmos da maldição do pecado e de suas conseqüências eternas de banimento de Deus é a fé em Jesus Cristo, conforme ensinado pelas Escrituras.

Além da passeata temática do pecado homossexual, também faz parte dos grandes eventos de São Paulo a "Marcha por Jesus".


Sei que parece estranho eu tratar esta “marcha” com o mesmo tom com que tratei a “parada gay”, mas existem razões para afirmar, infelizmente, que a “marcha por Jesus” é um equívoco e que não é uma maneira recomendável para a propagação da fé no Senhor.

Passeatas feitas pela cristandade (aqui, o termo é mais genérico e não necessariamente refere-se à igreja conforme os preceitos bíblicos e inclui grupos distintos, com motivações distintas) sempre aconteceram. Pelo menos a partir da Idade Média, as Cruzadas eram marchas formadas por cristãos, por mercenários e até por crianças que, sob o comando Papal, eram direcionadas para os mais diversos fins, sendo que a princípio lutavam para retomar Jerusalém das mãos dos muçulmanos medievais. Verdadeiras atrocidades foram cometidas e muitas foram as Cruzadas nestes séculos da Idade Média. Já no Catolicismo recente, tem-se a realização das procissões, mobilizações de fé carregada de sentido sacrificial onde os fiéis percorrem certo percurso em nome de sua fé para alcançar algum favor de Deus ou do santo cuja imagem carregam, veneram e ostentam. Esta é uma prática associada ao sofrimento, como se por ele pudéssemos conquistar favores espirituais e é, portanto, pagã, pois tenta diminuir a eficácia do sacrifício de Cristo por nós uma vez que os fiéis também devem se sacrificar; é equivocada por presumir que isso faz com que Deus seja mais piedoso (é impossível Ele ser mais piedoso do que já é) e é idólatra, pois venera-se e tenta-se atribuir poder divino à santos, imagens, estátuas e rituais.

Chegamos, portanto, à Cruzada moderna, à procissão gospel, à “Marcha por Jesus”. Quais seriam os pressupostos para esta empreitada? Se são as históricas, vemos que os equívocos comprometem a razão de ser da coisa. Se razões bíblicas, em nenhum lugar nas Escrituras encontramos tal ordem ou sugestão – a não ser a marcha empreendida por Moisés sob ordem divina para que o povo de Israel saísse do Egito que foi continuada por Josué até a Terra prometida (esta marcha marca o Êxodo e a formação de Israel como Nação e só faz sentido neste contexto).

Como os exemplos anteriores, a “Marcha por Jesus” tem características medievais e pagãs e isso é percebido nas razões de serem desta empreitada. Esta passeata gospel tem sido tratada como um meio para se alcançar alguma graça divina e é uma empreitada de uma organização religiosa “gospel” encabeçada por líderes de reputação claramente maculada, envolvidos em somas de dinheiro conseguidas de forma indigna e cuja motivação central em seus discursos está uma mal-intencionada teologia da prosperidade, anti-bíblica, que apregoa um reino do céu aqui e agora por meio de uma prosperidade material e saúde física como se tais coisas certificassem a benção de Deus de um modo que a Bíblia não promete. Trata-se, portanto, de uma deformação do cristianismo, do papel da Igreja e da pregação da mensagem bíblica; o que deve ser repudiado pela Igreja e tratado como prática e ensino do engano.

Eu tive o desprazer de participar por 2 vezes da “Marcha por Jesus” há uns anos atrás (já fui bastante ingênuo) e tal experiência foi para mim bastante construtiva. No ano de 1995 eu estava na minha 2ª marcha. Talvez por já ter algum conhecimento bíblico, dessa vez eu estava questionando o porquê daquela mobilização. Milhares de pessoas urrando palavras de fé desconectadas de qualquer sentido, trios elétricos barulhentos e a pior experiência: literalmente milhares de “crentes” passando por cima de uns miseráveis sob uma ponte... o que eu estou fazendo aqui? Essa “massa humana” poderia fazer muito mais pela cidade do que simplesmente sair por aí gritando e pulando, fazendo coisas sem propósito conforme orquestravam os “líderes” da igreja organizadora do evento.

Pra que marchar sendo que a falta de caráter e os abusos das distorções bíblicas são tão gritantes? Pra que se submeter a uma empreitada publicitária e vazia que serve apenas para fortalecer o prestígio de quem não o merece? Será que é marchando que a Palavra de Deus é proclamada? Quem coordena o evento distorce a pregação da Palavra. Eventos como este são úteis ou necessários? Não, não são.

A Igreja de Cristo marcha por meio da fidelidade, no dia-a-dia, exercendo o seu testemunho de serva, de amada, praticando o amor de Cristo. A Marcha por Jesus é uma manobra, um fingimento onde faz-se de conta que é feito o que na verdade não se faz; é queimar as possibilidades de se fazer ouvir por causa de uma histeria despropositada. É jogar na lama nomenclaturas que deveriam conferir credibilidade e seriedade como os títulos “evangélico” ou “cristão”, títulos esses que estão tão desacreditados por causa de um modelo “evangélico” desgastado por escândalos, por crimes e por pecados. É confundir erroneamente a missão da Igreja com um evento festivo e passageiro. É acreditar equivocadamente que é assim que se muda o mundo para melhor. O pior é que não é por Jesus que marcham, mas por seus líderes mundanos, por seus próprios impérios pessoais, por sua teologia da prosperidade, por seus negócios e o povo é mera massa de manobra, ou na melhor das hipóteses é mero consumidor de ilusões.

Essas passeatas, paradas, marchas são sintomas de o quanto o povo está perdido, é mero gado sendo guiado por líderes e pastores cegos para abismos onde se perderão de uma vez em seus próprios pecados, acreditando equivocadamente que seus sistemas de vida estão corretos e que suas vidas estão indo bem. O desejo que norteia essas pessoas é um desejo insaciável que a ilusão cria, a ilusão de que estão no caminho certo e que serão felizes. Não serão.