Pregação feita em visita missionária sobre a visão do vale de ossos secos em Ezequiel 37 à luz de Romanos 10.
26/10/2023
26/06/2023
Jesus é o Rei soberano e os crentes são embaixadores do seu Reino.
Jesus é o Rei soberano e os crentes são embaixadores do seu Reino.
O Senhor é o Rei sobre toda a criação, e todo o mundo ainda reconhecerá o seu senhorio.
Que o Senhor ajude, então, o seu povo para que, na força do seu poder, evangelize a todos os povos a fim de que todos os seus eleitos sejam agraciados com a salvação do Senhor Jesus.
Ainda há muitos lugares onde a luz do Evangelho precisa chegar e não há força neste mundo que possa destronar aquele que vive e reina para sempre.
Dá-nos, Senhor, toda a América, e a Europa, e a África, dá-nos a Ásia e a Oceania! Envie-nos como missionários ao sopro do teu Espírito para espalharmos a boa-nova do Evangelho por todas as partes desse mundo que é teu, para plantarmos igrejas onde existe toda a diversidade de povos que o Senhor mesmo fez espalhar por toda a Terra, e em todos esses lugares ser multiplicado o louvor que é devido ao teu nome. E faça brotar vida onde hoje predominam as trevas do pecado para a glória do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Converta, Senhor, homens e mulheres, crianças, jovens e velhos, aos incontáveis milhões, à confissão da verdadeira fé no Senhor Deus Todo-Poderoso!
"Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra."
Salmos 46: 10
"Deus é o Rei de toda a terra; cantai louvores com salmo.
Deus reina sobre as nações; Deus está sentado sobre o seu santo trono."
Salmo 47: 7, 8
11/05/2023
Evangelização
Muito provavelmente a maioria dos cristãos sabe que é uma ordem do Senhor Jesus que os seus discípulos (a sua igreja) preguem o Evangelho e façam discípulos do Senhor por todo o mundo.
O ministério de evangelização da igreja não consiste em eventos que dependem de agrados a serem oferecidos às pessoas. Isso é deturpar a evangelização fazendo com que se pareça com um favor às pessoas, um comércio, uma barganha. Há casos em que esses agrados são tratados como se fossem a evangelização em si, substituindo e dispensando a pregação da obra de Cristo.
Muito embora a evangelização possa ser praticada de forma planejada (porque na verdade ela deve ser constante no dia a dia dos crentes e isso independe de planejamentos), e pode se realizar eventos a seu pretexto, é necessário que se entenda e pratique o seu verdadeiro propósito que é o de fazer conhecido e compreendido o Evangelho, que é a obra de Cristo. Sem pregação do Evangelho não há evangelização, falar sobre outros assuntos não é tornar conhecido o Evangelho.
Evangelização é, simplesmente, comunicar, pregar, ensinar o Evangelho do Senhor Jesus Cristo às outras pessoas (óbvio!). É falar a todo tipo de gente sobre a obra do Senhor Jesus que foi feita para a salvação das pessoas que estão perdidas no pecado a fim de que tenham a verdadeira fé no Deus verdadeiro, se arrependam dos seus pecados e sejam com Ele reconciliadas. Essa é a única salvação do juízo que será imposto a este mundo caído. A verdade do Evangelho é a única alternativa ao inferno e é a esperança real diante de todos os efeitos do pecado e os seus enganos na existência humana.
A pregação do Evangelho tem como objetivo fazer com que as pessoas entendam quem Jesus é (o Messias, o Senhor e Salvador), quem nós somos perante Deus (pecadores perdidos nas trevas e destinados ao juízo) e o que foi feito por Deus em Cristo para o nosso perdão e salvação.
A obra na cruz é o centro da evangelização, e o Evangelho é a mensagem das boas-novas que comunica a nós a obra de Deus em Cristo, desde a sua encarnação miraculosa, seus ensinos, a sua morte na cruz em pagamento pelos pecados do seu povo e a sua ressurreição para reassumir sua glória e majestade ao lado de Deus-Pai, de onde voltará a este mundo em breve para impor o Juízo no Dia do Senhor. A história do Filho de Deus encarnado neste mundo se manifestando e intervindo na história da humanidade é a demonstração do poder de Deus para a salvação de todos os que crerem nessa mensagem que requer fé.
Somente pela obra de Cristo na cruz é que os crentes obtém o perdão dos seus pecados e a redenção, e assim passam a ter verdadeira comunhão com Deus numa vida regenerada, separada para Ele e que persevera em fé e em santificação até a ressurreição. E essa nova vida no Evangelho é selada pelo Espírito Santo, é uma vida destinada à eternidade com Deus. Na fé do Evangelho Deus é corretamente adorado e servido porque somente nessa fé existe verdadeira comunhão do ser humano com o seu Criador, e assim os crentes no Evangelho desfrutam de todas as bênçãos de Deus e passam a fazer parte do seu povo, sua igreja (que é universal, incluindo pessoas de todas as partes do mundo e de todas as épocas), seu Reino - e tudo isso para a glória de Deus.
E será o Espírito Santo que fará o trabalho como desdobramento da pregação do Evangelho que foi realizada (no seu poder) - e isso se, como e quando Ele quiser - agindo poderosa e irresistivelmente no convencimento daqueles que lhe aprouver, distribuindo o dom da fé a quem Deus, de forma soberana, quiser e realizando a salvação e a regeneração de todos os seus eleitos que estão distribuídos por toda a Terra.
Por isso a parte que cabe aos cristãos na salvação dos perdidos é pregar a obra do Senhor Jesus Cristo a todas as gentes de todos os lugares, é fazer conhecido quem Jesus é e o que Ele fez para salvar pecadores (como todos nós) e isso não inclui os esforços artificiais que podemos fazer para agradar as pessoas como tentativa de conquistá-las ou de convencê-las, porque isso, o convencimento de que o Evangelho é a verdade, a mudança da mente e do coração é obra exclusiva de Deus, não nossa.
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Fé pessoal e pública
A fé pessoal no Senhor Jesus tem o necessário desdobramento de ser, também, uma fé pública.
Assim, o ministério da igreja deve ser notável também no mundo exterior, fora das congregações.
Igreja que não exerce o seu ministério profético no tempo e no local onde está inserida não é fiel à fé que professa. Não é possível uma fé privativa sem seus desdobramentos nas questões do seu mundo.
A verdadeira fé cristã não é omissa, suas deturpações é que são.
Evangelho:
https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/08/o-evangelho.html
14/04/2023
Diferença entre aventuras missionárias X trabalho missionário.
Diferença entre aventuras missionárias X trabalho missionário.
A propósito, muito do que se tem considerado como "missão cristã" não é, exatamente, missão cristã.
A missão cristã, por definição bíblica, é o engajamento na pregação do Evangelho e na formação de discípulos do Senhor Jesus. É, portanto, um trabalho perseverante de pregação e de ensino da Palavra de Deus.
Muito embora as obras de misericórdia façam parte das ações ordenadas aos cristãos, as obras assistenciais não são, em si mesmas, missões cristãs - essas obras são derivadas da verdadeira missão. A igreja do Senhor não foi estabelecida nem vocacionada para ser uma ONG e esse tipo de militância é desvio de finalidade.
Missões sem a pregação do Evangelho não são missões cristãs. Aventuras esporádicas no campo missionário sem o comprometimento de manter a constância da pregação e do ensino das Escrituras não é fazer missão - e por vezes esse tipo de aventura visa atender primeiro à satisfação da consciência e a ostentação de caridades de quem as pratica visando reconhecimentos e aplausos (a exaltação do próprio ego) muito antes do verdadeiro propósito da missão, que deveria visar a glória de Deus nas práticas do amor ao próximo que é demonstrado, principalmente, no serviço de anunciar-lhe a salvação em Cristo. Fazer uma visita assistencial a alguém sem a continuidade do ensino bíblico visando a formação de discípulos do Senhor Jesus não é cumprir a ordem dele, ao menos não no sentido pretendido e completo.
Missões, por excelência, consistem na formação de obreiros para a plantação de igrejas, dentro e fora dos núcleos familiares, visando a evangelização da sua região a partir da congregação-base constituída.
21/06/2022
A expansão do Reino de Deus
As igrejas bíblicas precisam considerar mais atentamente a ordem do Senhor de expansão do Evangelho e, um modo que (creio eu) precisa ser considerado para se fazer isso é o da divisão para a multiplicação.
Atualmente a tendência das igrejas é a da acomodação, ficando sua membresia acumulada por décadas numa convivência cômoda com muitos crentes bem preparados nas Escrituras mas entregues ao sedentarismo espiritual e à infrutibilidade, pois se entregaram ao comodismo numa congregação onde já tem quem faça os trabalhos, sobrando-lhes apenas a função cômoda de apenas estar presente, de ser servido, sem precisar se empenhar por fazer coisa alguma. Esse costume de apenas congregar por anos e anos sem que se assuma responsabilidades na seara não promove a verdadeira expansão do Evangelho.
O certo é se praticar o discipulado das membresias visando a formação de servos capazes de ensinar outros em vez de se praticar um trabalho comum que é indefinidamente cíclico e sem propósitos, e assim, no discipulado propositado, considerando a maturidade dos irmãos, seria indicado que sob a condução da liderança da igreja local que se formassem grupos de irmãos destinados a formar novas congregações em outros locais, fazendo com que eles sejam migrados da igreja-mãe para a formação de igrejas-filhas.
Assim é o crescimento orgânico e expansivo da Igreja e do Reino de Deus, através do discipulado dedicado e da divisão intencionada das igrejas visando a sua multiplicação e espalhamento por todas as partes do mundo.
Mas, para isso, precisamos mudar certa mentalidade de que igrejas devem ser grandes. Isso enche nossos olhos, é verdade, mas também os nossos orgulhos... Precisamos entender que quando uma igreja começa a ficar "grande" pode ser que ela esteja, na verdade "inchada", e que chegou a hora de dividí-la em igrejas menores que resultem na multiplicação e no espalhamento do trabalho dedicado pelo Reino do Senhor.

