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22/05/2026

Pregadores do Evangelho são profetas.


Pregadores do Evangelho são profetas. 

A pregação do Evangelho requer a confrontação de pecados, o Evangelho exige o arrependimento de pecados. Sem a conclamação ao arrependimento de pecados não é possível desfrutar da Graça do Evangelho. Não existe fé salvadora sem conversão ao senhorio de Cristo. Não existe vida eterna sem renúncia do velho eu, do ser degenerado que vive sob a égide do pecado, é necessário o novo nascimento sob a Graça de Cristo com sua subsequente santificação.

O Evangelho deve ser pregado por toda parte, em todos os lugares, em tempo e fora de tempo. O confronto de pecados, sejam particulares ou públicos, pessoais ou coletivos é requisito na pregação do Evangelho. 

Mas muitos pregadores perverteram o trabalho sagrado da pregação do Evangelho, pois tornaram-se tagarelas de um tipo estranho e esvaziado de cristianismo que convive muito bem com o pecado. Pecado, aliás, só é grave se for público (como alguns, maldosamente, pensam e já ouvi pregador defendendo isso)- então essa gente se aperfeiçoa nas artes da hipocrisia, de manter as coisas escondidas, disfarçadas - e esse é um hábito antigo que foi publicamente rechaçado do pelo Senhor Jesus. Como acontecia antigamente, as carreiras de muitos clérigos são marcadas por verdadeiros jogos políticos e de interesses onde se pratica o desprezível toma-lá-dá-cá numa corrupção institucionalizada cada vez mais descarada, e agindo assim nas instituições "sagradas", de onde essas autoridades eclesiásticas poderiam tirar alguma condição moral para denunciarem as corrupções políticas? Provavelmente isso explique porque temos visto tantos desses líderes frequentando coquetéis de autoridades políticas confabulando com quem deveriam confrontar. Mas não! Estão todos no mesmo saco e isso é nojento.

E assim, esses pregadores que ousam ter Deus em demasiado nas suas bocas sujas e sempre esvaziado dos seus inseparáveis significados quebram recorrentemente o terceiro mandamento e se desfiguram em profissionais de discursos estranhos que são ofensivos ao Senhor da Verdade e da Justiça, uma vez que reduziram a pregação cristã a discursos esvaziados ou distorcidos, e se reduziram a ser fantoches das ambições mundanas que não têm coragem nem caráter para pregarem o arrependimento de pecados e, como faziam os profetas bíblicos, denunciarem os pecados das autoridades da nação e do seu povo. Esses meninos de púlpitos que gostam de ser reverenciados são covardes que temem as consequências do confronto de pecados, e por isso apequenam a pregação do Evangelho, e é assim que a luz se apaga, com a corrupção da pregação da verdade, e assim o povo perde de vista o senhorio do Rei Jesus e se perde nas trevas das suas próprias concupiscências.

Considerando o alto percentual de cristãos (algo em torno de 30%) na população brasileira seria impossível o Brasil ser tão decadente e corrupto como é, pois se a luz do poder e da verdade de Cristo realmente brilhasse nesse povo, certamente ela iluminaria e influenciaria poderosamente todo o país. Então por que essa multidão é tão irrelevante? Por que temos tão grande incoerência? Isso é fruto do tipo frouxo de pregação feita numa abordagem (1) antropocêntrica em vez de ser cristocêntrica, (2) destituída do ensino dedicado das doutrinas bíblicas, (3) voltada para o bem-estar do "crente"(excesso de sentimentalismo) e (4) sem denúncia de pecados, sejam pessoais, culturais ou das autoridades, requerendo os seus necessários arrependimentos.

Nos casos das autoridades, o que vemos, é acomodação passiva e, pior, bajulação idólatra. Daí se decorre que a luz da pregação eficaz está comprometida porque grande parte dos que deveriam ser profetas (embora sempre existam os remanescentes fiéis - creio serem minoria e quase sempre estão fora dos holofotes) são apenas hipócritas, são meros profissionais de púlpito preocupados em dar às pessoas o tipo de bem-estar que elas querem ouvir em tipos domesticados e distorcidos de cristianismos infiéis ao Senhor.

Os corruptores da fé são inimigos de Cristo.

05/06/2024

A igreja brasileira precisa se arrepender do seu mundanismo e das suas omissões


A igreja evangélica brasileira precisa se arrepender do seu pecado de omissão, de egoísmo, das suas idolatrias e da perseverante ignorância das doutrinas do Senhor que, por consequência, fazem com que seja negligente como luz do mundo e sal da terra.

Com uma população de aproximadamente 30% de crentes evangélicos na população brasileira (provavelmente um pouco menos) seria IMPOSSÍVEL o Brasil ser tomado pela esbórnia e pelo mau-caratismo moral e político que nos acomete A NÃO SER QUE a suposta luz dessa gente toda seja predominantemente trevas e que o seu sal seja insípido. E, a considerar a qualidade no ensino escriturístico e a excessiva bunda-molice de uma liderança morna que trabalha por cargos e por autobajulação e não pela honra do Senhor Jesus, fica fácil constatar, infelizmente, que a balança que influencia o bem e a moral devido ao fato de ser coluna e baluarte da verdade, o organismo e organização a quem a Graça de Deus foi confiada está demasiadamente inflada por crentes carnais e está desajustada por um tipo de fé confusa, sincrética, muito emocional, pouco fundamentada na doutrina apostólica, muito amante das coisas deste mundo, demasiadamente apática e sem nenhum engajamento ou relevância num contexto em que as iniquidades se multiplicam nos espaços das suas omissões. Parece que a igreja, em sua maioria, não está engajada, lutando pelo Reino de Deus e pela sua justiça, mas pelo contrário, a maioria dos crentes está em busca apenas do seu próprio bem estar, e isso em níveis reduzidos apenas ao que se sente e não pelo que se faz. O crente médio brasileiro mal sabe em que crê. A mediocridade tem tomado os púlpitos que se rendem a variações de auto-ajuda com muitos fermentos da psicologia, de marketing e de outros mundanismos somados a misticismos ou a partes selecionadas do ensino bíblico em descarte de outros tantos que corrigiriam as coisas. Assim, muitas igrejas se resumem a clubes terapêuticos que se receiam de entrar em embates necessários nos nossos tempos, acomodando suas membresias a padrões cada vez mais baixos e a atuações fracas e inexpressivas, e assim reduzem a si mesmas a serem um tipo de sal insípido, imperceptível, mera caricatura deformada e reduzida da grandeza que deveria ser, reduzindo-se a uma coisa que para nada serve, a não ser para ser jogada no chão e ser pisada pelos homens, a ser humilhada.

É horrível, desonroso e vergonhoso ver que a bancada evangélica brasileira é um escândalo que reflete as péssimas qualidades dos frequentadores médios das igrejas, um tipo nanico de crentes que é o fruto de um tipo muito fraco e distorcido de pregação e de discipulado que vem sendo praticado em qualidades muito distantes dos elevados padrões bíblicos. A graça barata que é apregoada sem cruz, e sem a porta apertada e um caminho estreito onde poucos perseveram não é a Graça de Deus.

Jamais deveríamos nos conformar com a mediocridade. O nosso padrão é a excelência de buscarmos a conformidade do Senhor Jesus Cristo, e sem os rigores da doutrina e as disciplinas nos meios de Graça não haverá luz nenhuma a ser refletida neste mundo de trevas. E trevas nos ímpios é um efeito normal, é seu fruto condizente. Qualquer outro grupo religioso ou não coopera com a multiplicação de iniquidades no mundo, mas não a igreja de Cristo, uma barreira e resistência para esse avanço das iniquidades, uma força efetiva contra esse mal. Mas trevas na igreja é uma anomalia que requer arrependimento urgente, pois a sua vocação é ser luz e sal.

*O trecho do vídeo postado é parte de uma pregação que está neste link: https://youtu.be/l6gsRBsmURs?si=XSV_DU0PUVMclFx1

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2 pesos, 2 medidas.

Político n°1 fez piada durante um churrasco sobre um juiz da alta corte antes de assumir o atual mandato.

Político n°2 fez rachadinha (confiscou parte dos salários dos seus subordinados) antes de assumir o atual mandato.

Ambos cometeram seus delitos antes de assumirem seus mandatos, e a gravidade dos delitos é muito diferente entre os 2 casos - piada X confisco de salários.

Mas o político n°1 é o ex juiz da Lava Jato e agora Senador Sérgio Moro. O atual desgoverno o detesta e já disse que quer vingança. Então a sua piada assumiu status de crime grave contra a honra de uma suprema-excelência e esse político sangrará impiedosamente sob as garras dos seus algozes, os mesmos que descondenaram e estão favorecendo todos os corruptos que estavam na mira da Lava Jato.

E o político n°2 é o detestável Deputado Janones, um "evangélico" que vem fazendo o trabalho sujo de propagar mentiras que ajudaram a promover o retorno do descondenado à Presidência do Brasil. O atual desgoverno é aliado desse minipolitico vassalo e por isso os seus crimes foram minimizados. Sendo assim, esse arruaceiro teve o seu processo arquivado, não responderá pelos seus comprovados crimes e continuará exercendo o seu maldito cargo político.

O cenário político brasileiro é revoltante, uma esbórnia! Que caia fogo sobre as cabeças desses ímpios soberbos que perderam a noção dos perigos a que estão expostos acerca da justa e necessária ira de Deus que sobre todos eles cairá no tempo oportuno. Suas soberbas não durarão muito tempo, mas seus lamentos serão eternos.

"O peso fraudulento e a medida falsa são abominação ao Senhor, tanto uma como outra coisa."

(Provérbios, 20: 10)

25/09/2023

A soberania de Deus em tempos difíceis.


A soberania de Deus em tempos difíceis.

Deus é soberano sempre. E Ele é Onipotente (tem poder sobre todas as coisas), é Onisciente (conhece e perscruta todas as coisas) e é Onipresente (está presente em todos os lugares). Isso significa que cada partícula do universo, que todo acontecimento em toda a história estão debaixo do seu senhorio, do seu conhecimento, dos seus decretos. Nada escapa da sua soberana vontade.

Esse atributo de Deus, sua soberania, costuma ser abordado de forma otimista para estimular boas esperanças nas pessoas. Ora, sendo Deus sábio, perfeito, bom e amoroso, então "todas as coisas cooperam para o nosso bem..." é isso que se costuma dizer. Sendo assim nós devemos apenas "confiar e descansar nEle", sequer precisamos nos engajar por orações ou ações contra o aumento das diversas iniquidades que se multiplicam no nosso tempo porque "Deus tem poder sobre tudo isso."

É claro que o Senhor é o protetor do seu povo, é o rochedo onde os crentes estão alicerçados, é refúgio e fortaleza daqueles que a Ele recorrem com fé. Mas a relação dos crentes com Deus não deveria ser apenas a de buscar nEle o socorro uma vez que já estamos amparados nEle, já fomos salvos por Ele e nada, nem sofrimentos, perseguições ou morte, nos podem separar do seu amor. O mal no mundo tem causa e isso deve ser combatido: o pecado - e nós crentes fomos comissionados pelo Senhor para lidarmos com isso como um exército que está em plena batalha, e não como desertores ou refugiados que se escondem do que está acontecendo no mundo e que simplesmente buscam proteção para si mesmos, eximindo-se de lutar provavelmente porque muitos de nós ainda estamos cheios de amor próprio, vaidoso e ególotra, e muitos temos dificuldade de cumprir a ordem de negarmos a nós mesmos e, por isso, ainda priorizarmos autopreservação e bem-estar - e achamos que o Senhor está comprometido com esses mimos. O problema é que muito do que se prega corrobora esse senso ególotra e corrompido da fé, mas essa concepção distorce as práticas e o ensino bíblico porque todo o ensino bíblico exige fé valorosa e vigorosa, uma fé que persiste até a morte, que é auto-sacrificial, que leva à negação de si mesmo para que seja dado o devido destaque ao senhorio e à glória de Cristo, uma fé de renúncia de si mesmo para a priorização do outro (porque isso é o amor cristão) e que não pode ser celebrada pelos omissos e covardes, mas sim pelos que se dispõem a ser, se for preciso, mártires cristãos.

Ora, a Bíblia jamais nos estimula nem ensina a omissão diante do mal que se multiplica, mas, ao contrário, requer dos crentes (da igreja) um posicionamento claro acerca dos valores e práticas do Reino de Deus e da sua Justiça uma vez que fomos comissionados como SAL da terra (o elemento que refreia a putrefação do mundo pelo pecado) e LUZ do mundo (igreja como coluna e baluarte da verdade que a todos ilumina - que é o próprio Senhor Jesus revelado na Palavra de Deus).

Deus, de fato, é Soberano. Mas Ele também é Justo e a história está em curso, sujeita às suas interações. Portanto, Deus é Senhor mas também é o punidor e disciplinador dos povos, a começar do seu próprio povo (Israel no Antigo Testamento e a igreja espalhada pelo mundo a partir do Novo Testamento). E nós vemos, de forma recorrente nas Escrituras, Deus permitir ou impor o mal sobre o povo como forma de disciplina e punição porque esse povo se distanciou e se rebelou contra Ele. 

O povo de Deus, com quem Ele se aliançou, está imbuído de deveres como parte dessa aliança, desse pacto. E como parte dessa aliança o povo de Deus deve ser santo, deve dedicar-se a Ele, e deve também ser luz para as nações e sal neste mundo, pregando o Evangelho, conclamando os povos aos arrependimentos de pecados e apontando sempre para as verdades de Deus em oposição às iniquidades do mundo e, assim, esforçando-se para refrear a multiplicação dessas iniquidades. Deus é Soberano e em sua soberania Ele decidiu usar o ministério da Igreja em suas ações de obediência à sua Palavra enquanto ela milita no mundo. Não é por acaso que a Bíblia chama a Igreja de Corpo de Cristo, pois nós, os crentes, somos as extensões do Senhor que está nos céus agindo nesta Terra e na história do mundo, fazendo obras ainda maiores do que as que Ele fez. Deus deu aos cristãos o privilégio e a responsabilidade de sermos seus cooperadores.

Assim, o Deus que é Soberano e que definiu todas as coisas e determinou os rumos da história, também decidiu escrever essa história pré-determinada nos atos da igreja, e isso inclui tanto os nossos atos fiéis como os infiéis. E por isso podemos concluir que os tempos maus e difíceis são, muitas vezes, consequências de infidelidades e da progressão de iniquidades que se multiplicam no vácuo dos nossos pecados de omissões e de negligências, pois na ausência do bem ordenado e da luz que deveria brilhar acumulam-se as rebeliões e as conspirações das trevas. É na ausência do sal que torna-se insípido, imperceptível, que as carnes mortas apodrecem e as iniquidades dos ímpios prosperam, e isso acontece com a negligência de uma igreja que se torna predominantemente omissa ou que foca em ativismos e ações que não foram ordenados por Deus, pervertendo assim o seu propósito e o desempenho do seu ministério. É porque nós não temos exercido o nosso ministério cristão com fidelidade que as iniquidades do mundo tem se multiplicado, que as pessoas perdem as noções de bem e de justiça, e isso jamais significará que Deus deixou de ser soberano ou que Ele não esteja atento a essa situação, mas mesmo essa situação continua sendo evidência de que Ele continua soberano e continua exercendo o seu poder, porque também essa corrupção estava prevista, advertida e predita nas Escrituras, pois a Bíblia afirma que a igreja dos últimos tempos oscilaria muito em sua fidelidade a ponto de apostatar-se e de cercar-se de falsos mestres que ensinam e confirmam práticas infiéis em igrejas que se desviam, e isso tem como consequência tanto o enfraquecimento da igreja como a degeneração do mundo que perde seu referencial de bem, de justiça e de verdade, acarretando no consequente juízo do Deus santo que pune o povo, concedendo ao povo as degenerações e corrupções que esse povo promíscuo deseja.

É disso que advém as autoridades corruptas e corruptoras (e isso não é evidência de bênção de Deus, mas sim de ira, de juízo, de maldição - ou seja, embora não haja autoridade nenhuma que não seja por Deus estabelecida isso não significa que ela seja do seu agrado), e da omissão dos portadores da luz advém a confusão e a substituição dos conceitos de bem pelos de mal, a inversão da justiça, o enfraquecimento da família, o descrédito à Palavra de Deus, o descarado e público ódio por Cristo, a celebração das idolatrias, a progressão da causa LGBT+, a desvalorização da dignidade humana, a complacência com criminosos, a celebração do aborto, a autodestruição do homem...

A igreja não deveria se acomodar em promessas bíblicas muito mal interpretadas, isso porque textos como o que diz "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam ao Senhor..." apontam para o propósito desse ensino e dessa verdade: as glórias do porvir que são garantidas à igreja verdadeiramente militante e fiel. Amor, na Bíblia, é servir e servir ao Senhor é, se for preciso, se sacrificar por Cristo e pela sua causa em oposição ao mundo, é em muitas vezes perder e se for preciso morrer por Ele, é agir com total dedicação e fé não visando confortos pessoais, mas sim o cumprimento da missão cristã no mundo. É assumir-se como agente na história em obediência ao Senhor Jesus, e como seu cooperador fazer resistência à progressão do mal nos apontamentos do que é verdadeiro e justo. Isso implica, também, em tomar parte nos debates públicos denunciando pecados e apontando os melhores caminhos para a justiça e para a verdade, além de se orar engajadamente pelas autoridades (uma prática ordenada nas Escrituras e que está praticamente perdida, desdenhada), e pela prevalência do bem em conformidade com os valores da Palavra de Deus, sabendo que o Senhor soberano da história está agindo e usando o seu povo, usando nossas orações e ações para que seus desígnios se imponham. 

Mas, diferente disso, igrejas omissas que negligenciam o papel profético que têm e se fecham em bolhas egoístas que ignoram tudo no seu derredor como se não tivessem nada a ver com coisa alguma, a não ser com suas questões e necessidades internas (e com sonhos de crianças mimadas), elas pecam em suas alienações e utopias (porque leituras superficiais e meramente otimistas das Escrituras são apenas utopias) porque resistem ao Senhor que para redimir pecadores se encarnou no mundo e que exige o mesmo de nós, o de irmos pelo mundo e nos espalharmos por ele, e nos "encarnarmos" nele e em suas demandas, para multiplicarmos discípulos que salguem e iluminem a todo o mundo, porque todo o mundo é um campo pronto para a colheita.

Deus nunca deixa de ser soberano, mas a igreja pode vir a ser infiel e inútil caso trilhe em rebelião - e isso foi alertado pelas Escrituras e está provisionado por Deus. E o mal ou o bem do mundo estão diretamente relacionados a ter ou não ter a luz de Cristo brilhando através de uma igreja fiel e que ilumine e salgue ao mundo do seu tempo - sendo essa, a igreja fiel e militante, a noiva verdadeira que é amada pelo Senhor que nos buscará no fim da história, e não a massa de covardes. Esse é o bem preparado por Deus para todos os que o amam - as bodas do Cordeiro - e para o qual todas as coisas cooperaram.


Sermão sobre o mal da secularização da igreja baseado em Juízes 3: 12 - 31 
(igreja e política, de novembro de 2017)

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Mas as coisas parecem estar tão estranhas nesses tempos, valores importantes tornaram-se confusos, a verdade não parece ser absoluta...

Tem gente confundindo misericórdia com condescendência, conversão com adesão religiosa, mandamento com sugestão a ser relativizada, doutrina com opinião, adoração com terapia, pastoreio com política, igreja com empresa, soberania de Deus com omissão engajada.

E parece que está tudo bem. Mas não está.

E é assim que a velha serpente tem envenenado a muitos.

O arrependimento e a fé no Deus das Escrituras continuam sendo ordens inegociáveis que nós, cristãos, recebemos do próprio Deus para proclamar.