Igrejas fast-food de entretenimento espiritual.
Muitas igrejas por aí adotaram o modelo de um restaurante genérico que serve de tudo, relativizando os seus deveres na fidelidade escriturística ao Senhor.
Igrejas fast-food de entretenimento espiritual.
Muitas igrejas por aí adotaram o modelo de um restaurante genérico que serve de tudo, relativizando os seus deveres na fidelidade escriturística ao Senhor.
O mundo está em ebulição.
Os ideais de um mundo globalizado são apenas superficiais, são tratados frágeis que não se mantém diante das primeiras provações. São como votos e contratos feitos com segundas intenções porque sempre se faz distinção entre grupos de pessoas, e por isso essas fraternidades são essencialmente hipócritas.
As diferenças culturais entre os povos e as suas identidades são muitos profundas para serem pacificadas e unificadas num curto espaço de tempo. A história humana é marcada pelo embate entre as civilizações em que o outro, o diferente, sempre foi visto como um inimigo a ser vencido.
O homem é o lobo do homem e lobos não podem ser domesticados, e eles são traiçoeiros e estrategistas.
Pode ser que a utopia de uma aldeia global que tem persistido por algumas décadas esteja condenada. Os ideais de paz de um mundo globalizado são artificiais e frágeis.
Jamais haverá paz verdadeira no mundo dos homens, e essa maldição perdura desde a Torre de Babel, quando a fraternidade dos homens julgou-se demasiadamente elevada e digna de tomar o lugar de Deus. Esse é, em essência, o mal da humanidade, nosso problema fundamental não é de uns com os outros, isso é um subproduto do problema nosso central que é com o Deus que é Criador e Senhor de todas as coisas. Uma vez que o mal do pecado forjou em nós um mal intolerável, o de querer ser como Deus e de tomar o seu lugar, nós, então, nos tornamos inimigos dEle e estamos em guerra contra Ele, e isso fez com que nos tornássemos inimigos uns dos outros também.
Haverá um período na história em que parecerá que a paz mundial será estabelecida - e de certa forma isso tem sido cíclico. Mas será por um brevíssimo tempo e será pelas ações do anticristo. E essa farsa durará pouco porque o mal do pecado será o instável e frágil fundamento de um edifício que ruirá, trazendo à tona os frutos de toda malignidade desse tipo de empreendimento.
A nossa única e verdadeira pacificação está na obra consumada que o Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo, realizou na cruz. Nela o Deus-homem assumiu nossas culpas para nos fazer aceitáveis diante do seu Deus e Pai. É somente por meio da fé no seu Evangelho que nós somos reconciliados com Deus e, por consequência, somos também reconciliados uns com os outros, somos unidos numa mesma fé e feitos verdadeiros irmãos pela redenção feita por Cristo. Resolvido o nosso problema fundamental com Deus também ocorre a pacificação entre os eleitos de Deus que estão entre todos os povos e, assim, todos os povos, através das pessoas que foram salvas dentre eles, são unidos sob o poder do senhorio do Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Mas, à parte da verdadeira e duradoura fraternidade, que é a igreja de todos os tempos e lugares e que preconiza o Reino de Deus que será eterno, a fraca fraternidade que os homens caídos tentam construir na atual globalização já mostra sinais do seu infeliz desmoronamento.
As alianças dos países socialistas, o projeto de expansão chinês, o enfraquecimento da cultura ocidental, o pós-cristianismo dos países europeus e a ascenção do islamismo em seu lugar nos dão indícios de um cenário mundial em movimento e caminhando para mudanças profundas.
As políticas progressistas da agenda Woke estão provocando reações dos conservadores por todo o mundo e contrariando as narrativas impostas, a intolerância parece estar crescendo em lugar da pretensa fraternidade.
A agenda 2030 visa mudanças políticas, econômicas e ecológicas muito profundas e a relativamente curto prazo.
Os acirramentos das distinções do nós X eles, a radicalização política e ideológica, o reforço dos costumes e tradições conservadores como reação contra os avanços dos progressismos que estão sendo disseminados por todo o mundo e estão pervertendo costumes tradicionais estão criando cenários para embates e confrontos que poderão ser cada vez mais comuns e crescentes.
O antissemitismo está em inaceitável expansão por todo o mundo, e a campanha crescente de ódio pelos judeus e por Israel, que absurdamente têm sido comparados aos nazistas, tem dado forças a grupos terroristas como o Hamás para perseverarem com seus ataques e violências e sendo glorificados pelas atrocidades que promovem.
A Venezuela ferve com sua população indignada com as mentiras e a tirania do seu ditador Nicolás Maduro. Semelhantemente, a população de Bangladesh também está se manifestando contra o déspota local, que também está agindo com violência contra o seu povo.
O Reino Unido tem crescentes confrontos de uma massa de imigrantes muçulmanos que estão impetrando violência e clamando pela Sharia, e a população local está reagindo com crescente indignação e violência para defender o seu povo e a sua cultura.
As diferenças culturais não puderam ser suprimidas com a fina capa de fraternidade imposta pelo globalismo, que depois da experiência global da última pandemia, parece estar dando sinais de agonia.
Kamala Harris, a atual vice-presidente dos EUA e candidata à Presidência, exibindo sua deplorável cosmovisão ao falar sobre a agenda Woke.
A cosmovisão decadente de Kamala Harris é um convite à derrocada da civilização ocidental como a conhecemos, é uma celebração da frouxidão e da loucura, é a patetização do ser humano civilizado, é uma oportunidade incomparável para a rápida ascenção de um período de trevas.
Os progressismos não requerem compreensão, nem tolerância, nem respeito. As ações e os engajamentos que obstinadamente pervertem os seres humanos requerem resistência, apologética, respostas contundentes e proposições firmes que os pulverizem. Precisamos retomar as exigências bíblicas de conclamar as pessoas aos arrependimentos de pecados e à fé exclusiva no Senhor Jesus Cristo sem ficarmos em cima do muro.
E essa postura de não se associar a quem promove pecados e de condenar tais coisas é escriturística, ou seja, é Deus quem ordena fazer isso e isso é parte dos deveres cristãos e da igreja de Cristo. Mas, diferente disso, muitos estão relativizando pecados e os seus sermões e posicionamentos são variações de "não é bem assim" ao tratarem das doutrinas do Senhor e do mal do pecado.
Tolos são os que se acovardam em nome de um ideal descaracterizado de pacificação, e que por isso se omitem, pois não querem ferir quem pensa pervertidamente, querem ganhar o iníquo com a fraternidade fingida, não com a verdade. Esses não entenderam muita coisa e laboram no erro, na complacência com as multiplicações das iniquidades, que em suma, apoiam. Toda omissão é apoiar o inimigo e a nossa pacificação é com Deus e, em consequência, com o seu povo. A nossa paz é a nossa sujeição a Ele.
Enganam-se, como profetizou Isaías sobre a decadente religião do seu tempo, pois era ativa mas era desprezível, e como também apontou todo o Novo Testamento acerca dos desvios e apostasias, pois na nossa época são enfatizados os sentimentos passageiros e os afetos carnais rasos que estimulam uns nos outros enquanto apostatam da verdade, pervertem o culto ao Senhor, ignoram sua santidade, não se importam com ortodoxia e trocam a religião verdadeira e poderosa por experiências intimistas cada vez mais vazias e dependentes de artificialidades. Assim é o culto do sentimentalismo, das emoções que predomina nos nossos tempos, o culto antropocêntrico do hedonismo onde a palavra mais cultivada é o "eu". E assim muitos dos seus próprios filhos estão sendo entregues nos altares de Moloque para serem por ele devorados em verdadeiros sacrifícios porque seus pais se entorpecem com meias verdades enquanto ainda é ao falso deus mundano a quem verdadeiramente servem.
Sem os cumprimentos das exigências da Aliança as igrejas que perdem as qualidades que o Senhor requer delas serão apenas subservientes ao mundo, elas são pisadas pelos ímpios pois não são obstáculos para os progressos das iniquidades. São facilmente superadas e ignoradas são entregues ao opróbrio.
Você quer contar com o braço forte do Senhor, com o seu sustento, poder e direção? Leve-o a sério! Tome a tua cruz, assuma as suas ordens, suas doutrinas e faça o que Ele manda! Evidentemente, ao fazer isso, muitas igrejas infladas serão bastante esvaziadas, pois o entretenimento aos bodes não tem lugar no culto a Deus.
E "quem creu na nossa pregação?"
Não é essa a questão. Não se trata de um trabalho quantitativo, nem pragmático. Pregar consiste em a Palavra de Deus ser dada, e "quem tem ouvidos, ouça!". Pode ser que a atual geração seja rebelde, de dura cerviz, e esse fato é cíclico nas Escrituras, e por que ele não serviria para descrever o contexto atual? Então podemos presumir que virão tempos de dificuldades, de disciplina e de juízo como sempre ocorreram na história do povo de Deus que insiste em viver em cima do muro, coxeando entre dois pensamentos.
"E não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;
porque as coisas feitas por eles em oculto, até o dizê-las é vergonhoso.
Mas todas estas coisas, sendo condenadas, se manifestam pela luz, pois tudo o que se manifesta é luz."
(Efésios, 5: 11 a 13)
"Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens."
(Mateus, 5: 13)
*O que é agenda Woke?
É um movimento ideológico de ativismo político de "despertamento" para as causas identitárias voltadas para o "empoderamento" das minorias (feminismo, negros, LGBT, islamismo, etc) em confronto com o conservadorismo que tem sido tratado como "opressor, patriarcal, machista, fascista" (e outros impropérios) de uma cultura especialmente judaica-cristã que vem sido progressivamente combatida.
A agenda Woke é socialista e anticristã, e tem recebido grandes investimentos de bilionários que manipulam mídias, imprensa e o jogo político, pois parecem ter forte interesse na erosão e reconfiguração das atuais estruturas sociais. E por quê?
Veja um artigo sobre o que é a agenda Woke aqui: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63547369
Leia também:
Morrer por causas justas
https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/12/morrer-por-batalhas-justas.html
O projeto de colapso da civilização
https://atitudeprotestante.blogspot.com/2024/04/o-projeto-do-colapso-da-civilizacao.html
A luta pela fidelidade à verdade
https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/08/a-luta-pela-fidelidade-verdade.html
Guerra ideológica
https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/11/guerra-ideologica.html
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Sobre o vídeo acima, da conversa entre Jordan Peterson e Elon Musk.
Xavier (filho de Elon Musk), aos 16 anos decidiu fazer a transição de gênero rompendo duramente o relacionamento com o pai em 2022.
O filho de Musk transformado em Vivian Jenna Wilson tornou-se marxista. O próprio Elon contou isso em sua biografia: “Ele foi além do socialismo, tornando-se um comunista pensando que quem é rico é mau”.
Walter Isaacson que escreveu a biografia de Elon relatou: “A separação doeu-lhe mais do que qualquer outra coisa após a morte do seu primogênito Nevada (que morreu em seus braços após 10 dias de seu nascimento) Elon culpou em parte a ideologia que Jenna absorveu na Crossroads, a escola progressista que frequentava em Los Angeles”.
Em uma entrevista ao Daily Wire com o psicólogo Dr. Jordan Peterson, Elon chamou a cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil". Vivian Jenna Wilson, 20 anos, passou pelos procedimentos durante a pandemia.
Elon afirmou que este processo é feito com crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento" e disse que concordava com Peterson de que qualquer um que promova esta prática em crianças e adolescentes deveria ir para a prisão.
"Fui enganado para fazer isso", disse Musk. "Eu perdi meu filho, basicamente. Eles chamam isso de “deadnaming” por um motivo. O motivo pelo qual eles chamam isso de “deadnaming” é porque seu filho está morto."
Musk continuou dizendo que a experiência o colocou em uma missão: "Eu jurei destruir o vírus woke depois disso. E estamos fazendo algum progresso."
Para destruir o vírus woke, Elon Musk deverá impedir que Kamala Harris - a cínica woke sustentada por George Soros e Hollywood - tome o poder.
Vivemos um tempo de ampla profusão do "Evangelho".
Muita gente, e das mais variadas formas, têm "pregado o Evangelho" (eles acham que estão fazendo isso) e muitas vezes isso é feito de formas estranhas e irreconhecíveis, se comparadas com as doutrinas do Senhor.
(o que é o Evangelho? https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/08/o-evangelho.html)
A "palavra do Senhor" tem sido ministrada às pessoas, às plateias e freguesias nos mais variados graus entre fidelidades e distorções - e no campo maior, o das distorções, o foco tem sido não o de anunciar a Graça salvadora de Deus que confronta pecados e exige conversões ao Senhor Jesus, mas sim o de proporcionar às pessoas uma "experiência" com Deus ou alguma forma de obter dEle alguma coisa, qualquer coisa.
Muitas vezes as prioridades são de fazer as pessoas serem acolhidas e "recebam uma palavra" para "se sentirem bem", para serem "alimentadas" ou "energizadas" para viverem os próximos dias "sob a graça (genérica) de Deus" - o culto, para muitos, é equivalente a ir "receber um passe", não de um pai de santo, mas de um pastor - e isso é estimulado por muitos desses pastores. Mas, evidentemente, à parte dos corruptores, é claro que não são apenas distorções que têm sido pregadas por aí, pois a Palavra de Deus também tem sido pregada fielmente (e essa fidelidade também é em variados graus) por crentes que procuram ser íntegros, pois sempre existe o "remanescente fiel" que com certeza é formado por uma minoria de pregadores, de crentes e de igrejas através dos quais o Reino do Senhor avança, mas isso não costuma estar nos holofotes, nem na moda - e nem deve estar.
Algumas distorções nas pregações parecem ser mais "sutis", são abordagens repletas de positividade e de sentimentalismos, de ênfases em noções subjetivas de amor, de esperanças vagas e de uma fé pouco fundamentada nas doutrinas dos Apóstolos, e essas abordagens que são agradáveis para todos os gostos costumam receber misturas de outros embasamentos além das Escrituras, como os da psicologia e do mundo corporativo - sim, eu já ouvi pastor orientando seus subordinados que "naquele trabalho" eles não devem falar em pecado, mas apenas focar em "palavras de esperança" (mas que raio de esperança pode haver para quem não se converter a Cristo? E como isso pode acontecer sem o necessário arrependimento de pecados?), e já ouvi falar de missão cristã que NÃO FALA DE JESUS - certa vez perguntei a uma missionária que atua num país pós-cristão como eles evangelizam, ao que ela respondeu que eles não falam de Jesus porque isso espantaria as pessoas (!!!). O que eles fazem é "investir nos relacionamentos" para mostrar o "testemunho cristão" e, assim, pode ser que "algum dia" as pessoas perguntem sobre suas religiões, abrindo-se a oportunidade de falarem de Jesus "aos poucos"... já ouvi essa "brilhante estratégia" evangelística de não falar de Jesus em outros casos também, normalmente justificados no respeito à religião do outro e na prática de uma "sabedoria" praticada nos modos com que se pisam em ovos...
Paralelamente existem outras distorções mais escandalosas, são ostentações de absurdos que nada têm a ver com o Evangelho, pois o Santo Senhor jamais corroboraria certas coisas que o ofendem - afinal, nos lembremos sempre que o Senhor Jesus MORREU na cruz para pagar pelos nossos pecados, logo Ele jamais será condescendente com a insistência de muitos de relativizar pecados na igreja a pretexto de fazê-la "melhor" e mais acessível aos pecadores. Coisas extremas como as campanhas do "vale do sal à sombra do onipotente", vendas de tijolinhos e de toalhinas ungidos, de "Bíblia da vitória financeira", de campanhas de sete semanas do desencapetamento total (sempre com um "ato de fé no altar de Deus" que se traduz em dar dinheiro à "igreja"), de unção da cobertura espiritual do pai-póstolo, do profeta, da sumidade mística, do ente ungido, do reverendo Arcanjo e muitos outros absurdos através dos quais se arrecada muito dinheiro de incautos entorpecidos para o sustento de um tipo detestável de religiosidade e dos luxos de falsos pastores e que financiam construções de "templos" ostentatórios e abomináveis onde o Senhor Jesus não é servido, mas é blasfemado.
Eu não acredito que esses falsos pastores fazem as atrocidades que praticam por convicções reais, como que acreditando estarem servindo ao Senhor. Eles não são inocentes, nem ingênuos, sabem que não servem a Cristo. Tenho por certo que eles são cínicos, são escarnecedores convictos do Evangelho. Pode até ser que sejam ateus ou adoradores de Satanás que transtornam a Palavra de Deus de propósito, e conscientemente, simplesmente porque não têm nenhum temor de Deus por ofendê-lo com suas mentiras para tirarem dinheiro fácil de multidões de ignorantes manipuláveis. E quem tem coragem para perverter a Palavra de Deus e a fé tem, também, a mesma coragem para perverter qualquer coisa, isso porque esses homens não têm escrúpulos. Seus corações são de pedra, eles são obstinados, não se importam em proferirem blasfêmias contra o Senhor. Esses são os piores dos homens que vivem no mundo.
Mas eles costumam arrastar multidões atrás de si. Suas perversões são muito prósperas, pois Deus tem dado aos ímpios as impiedades que desejam. Mas as suas prosperidades, os seus números têm tentado a muitos líderes de igreja. Muitos tem se perguntado "por que não acatar parte dos seus estratagemas?" - e muitos têm sucumbido a essas tentações...
São quase que infinitas as variações de bizarrices diabólicas que zombam do Senhor e que nada têm de Deus senão o uso excessivo e descabido do santo nome do Senhor com a quebra escandalosa e sistêmica do 3° mandamento. A ordem de não dizer o santo nome do Senhor foi substituída por usá-lo como se fosse uma palavra de ordem, um abracadabra que faria Deus ter a obrigação de atender a quem o reivindica, fazendo dEle um tipo de gênio da lâmpada mágica - um desejo de muitos...
Acredito que os demônios agem e falam muito mais nos púlpitos dessas abominações do que num culto de magia negra (embora estejam agindo lá também), simplesmente porque todas as vezes em que Satanás aparece na Bíblia ele está pervertendo a Palavra de Deus, e ele parece ser muito comportado enquanto propaga suas mentiras, um sujeito diplomático, um "gentleman", ele não impõe suas mentiras aos gritos, mas costuma colocar em dúvida as ordens claríssimas de Deus e propõe seus sofismas após a expressão "se" ("se você realmente é o filho de Deus, transforme essas pedras em pães..."). Ele é o tentador, é sagaz, astuto e ardiloso. Nesses cultos "pseudo-cristãos" praticam-se muitos mais desvios da verdade, adulterações da Palavra de Deus, ofensas ao Senhor e disseminações da mentira em escalas muito maiores e com maior eficácia do que numa reunião de uns poucos delinquentes que lêem livros de magia negra enquanto praticam transes em cultos pagãos e animistas.
O que se vê nessas distorções "evangélicas", especialmente do campo neopentecostal (mas não somente nele - é fácil bater no que é bizarro enquanto se está assentado sobre suas próprias infidelidades) não é Evangelho, nem culto a Deus, é afronta ao Senhor com a corrupção da fé e da verdade onde apenas se acumula pecado sobre pecado, ofensa sobre ofensa.
E esses corruptores, vendilhões da fé, nem disfarçam o propósito de se obter lucro através desse mau uso da palavra de Deus.
O fato é que abordagens de uma graça barata (ou corrompida) tem ocupado, cada vez mais, o lugar da necessária pregação do verdadeiro Evangelho que consiste no chamamento ao arrependimento de pecados e à fé no Senhor Jesus Cristo através da assimilação e prática das suas doutrinas.
SUTILMENTE, ESTAMOS SUBSTITUINDO A NECESSÁRIA EXIGÊNCIA DE CONVERSÃO AO SENHOR JESUS POR MERA ADESÃO ÀS NOSSAS ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS.
Mas, é lamentável que a religião tem sido administrada por muitos como se lhes pudesse ser sujeita, como um "negócio" que pode ser muito lucrativo, uma empresa administrada para prestar serviços espirituais selecionados onde se descarta alguns ingredientes e se reforça outros, gerando um serviço espiritual feito sob medida para uma freguesia exigente (e que paga pelo serviço) e muitas igrejas tem se amoldado para atender consumidores de experiências religiosas, evidentemente forjadas, fabricadas, falsificadas, mas que ainda assim atingem o propósito de tocar nas emoções das pessoas. E essas pessoas confundem essas experiências emocionais e sensoriais, coisas da carne, estimuláveis, com atuações do Espírito Santo, o que é muito grave, pois assim caminha-se num limiar perigoso para o cometimento do único pecado que não pode ser perdoado - o da blasfêmia contra o Espírito Santo - quando se atribui ao Diabo as obras que são de Deus. As fabricações de falsas experiências religiosas atribuem a Deus as obras que são apenas da carne, e que por isso não podem alcançar os efeitos que somente Deus produziria (a transformação da mente, a conversão genuína, a adoração verdadeira), e que além de serem falhas e inconsistentes - obras da carne atribuídas a Deus - ainda podem ser instrumentalizadas por demônios que estão a serviço do velho pai da mentira, um ministro maligno que, como vimos, infelizmente tem pregado em muitos púlpitos e influenciado a muito crentes mal discipulados e mal instruídos nas doutrinas do Senhor.
É fácil bater nas heresias dos outros. Mas e quando as prevaricações são como essas, deste vídeo? https://youtu.be/H68mbfuza_0
Infelizmente até mesmo os Reformados têm relativizado bastante a ortodoxia e estão acatando o progressismo como norma de conduta e de culto e estão abraçando "estratégias" pragmáticas para o crescimento das igrejas como se o Senhor aceitasse adulterações da verdade (que são mentiras) e invencionismos que são atribuídos ao Espírito Santo (um pecado muito grave), em coisas que Ele jamais fez, nem fará.
Parece que tem prevalecido a ideia de que agradar e servir aos homens é o mesmo que agradar a e servir a Deus, numa péssima interpretação da verdade de que é impossível dizer que se ama a Deus, a quem não vemos, se não amarmos ao próximo, a quem vemos. Isso que dá ignorar DOUTRINAS e ignorar, convenientemente, que o amor de Deus é Santo, que não pode ser corrompido conforme desejam os gostos das pessoas - na versão "mundana" de amor "toda forma de amor é válida", mas o AMOR de Deus não é assim, é Santo, sacrificial e é cumpridor da Lei ("quem me ama guarda os meus mandamentos") e isso implica em fazer não o que as pessoas querem, mas sim o que Deus quer. E é esse amor SANTO de Deus que devemos nutrir, um amor fundamentado não nos relacionamentos meramente humanos e comuns, mas fundamentado na comunhão com o Pai e com o seu Filho, o nosso Senhor Jesus no Espírito Santo (o autor das Escrituras). Ou seja, a verdadeira comunhão e o verdadeiro amor são baseados na obra de Cristo visando a santificação da Igreja, e não se ajustando aos progressismos e aos costumes do mundo, conforme ensinam os fundamentos do Senhor e dos seus Apóstolos (João 17 e 1 João 1: 3)
A nova onda tem sido confundir agradar aos homens com agradar a Deus, como se fossem a mesma coisa. Mas não são!
"O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento..."
(Oséias, 4: 6/ Mateus 22: 29)
Assim, as igrejas têm tomado as mais variadas formatações, que vão desde as fiéis, bíblicas (graças a Deus por elas!), perpassando por aquelas que podem ser confundidas com clubes onde a prioridade são as convivências, ou confundidas com empresas, ou descambando para aquelas que se transformaram em cultos irreconhecíveis para os padrões bíblicos.
Um modelo que tem sido bastante acatado, como evidência de mundanismo e secularização, é o de igrejas que podem ser confundidas com um clube, um sistema religioso administrável como uma empresa onde se foca em resultados pragmáticos, em números, em quantidades de gente e de dinheiro. E para isso se estabelecer adota-se um padrão mediano de espiritualidade, de exigência doutrinária, caso contrário os rigores do Senhor afastariam grande parte dos adeptos, dos associados. E normalmente isso estará diretamente relacionado ao engrandecimento do líder local, à celebração do seu nome. Seus focos estão na adesão religiosa e não em conversões verdadeiras. Essas igrejas não querem ser congregações de santos, de crentes professos, de discípulos engajados do Senhor. A fidelidade bíblica é facilmente descartada sob rótulos pejorativos como "fundamentalismo, legalismo, preciosismo, capricho...". Eles focam em resultados, em números, em multidões administráveis que serão sempre dependentes das ministrações dos seus líderes - nesse contexto os discípulos mais engajados do Senhor Jesus devem ser evitados, pois criarão problemas, eles costumam denunciar os erros dos que pervertem as coisas pois têm uma coisa perigosa: consciência própria e bíblica, mas que é servil e não relativiza a ortodoxia (= caminho de retidão). Os cultos, em muitos desses contextos, não são para Deus, não é uma liturgia ou serviço ao Senhor como Ele mesmo prescreve (entenda o Princípio Regulador do Culto), mas são para as pessoas se sentirem bem, para elas serem "ministradas". Não se prega e ensina o Evangelho em sua inteireza (até porque muitos dos seus líderes não o conhecem, e não precisam conhecer para fazer o mau serviço que fazem), nesses lugares não há esforço verdadeiro para se fazer discípulos do Senhor, porque, em muitos casos, isso faria muito mal para os negócios.
Mas, graças a Deus, sempre, até que o Senhor Jesus volte, sempre haverá o Remanescente fiel, sempre existirão crentes fiéis e íntegros e sempre haverão boas igrejas para a nossa comunhão, ainda que sejam minoria e sempre, sempre, até o Dia do Senhor, haverá misericórdia para os arrependidos e a possibilidade de igrejas corrompidas por enganos e práticas más se voltarem à fidelidade ao Senhor, porque o nosso desafio continua sendo o de lutarmos pela fidelidade: "Igreja Reformada sempre se reformando".
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Pregadora-profetiza-cantora-influencer-coatching-mirim
Nesses tempos de redes sociais, de YouTubers e de Influencers tem surgido um exército de jovens pregadores-prodígio, de influencers carismáticos que mesmo sem uma base sequer mediana de Bíblia tornaram-se disputados por muitos milhares de seguidores "sedentos" pelas suas ministrações, ainda que essas ministrações sejam demonstrações estapafúrdias de mensagens genéricas típicas da onda "coatching". E isso têm servido como inspiração para jovens cristãos desejarem ingressar nesse tipo de carreira.
Foi um caso desses, ocorrido nesta semana, que me levou a considerar o contexto atual do movimento evangélico e a escrever tudo o que está acima.
Pregadora-mirim do iPhone que se transformou em fenômeno como influencer para muitos, e motivo de MEMES para outros.
Nesta semana veio à tona um caso bastante representativo sobre o cenário do confuso evangelicalismo brasileiro. Uma pregadora coatching-mirim, que também é "profetiza", e é cantora gospel, e influencer, e que ficou famosa por suas mensagens peculiares que costumam virar meme, foi contratada para "ministrar" num aniversário de um influencer gay. E lá ela "profetizou" (profetizar seria Deus mandar uma mensagem direta - o que Ele NÃO FEZ) e "evangelizou" as pessoas e muitos teriam "aceitado a Jesus".
TUDO ERRADO!
O Senhor não envia esse tipo de mensagem. Não existe esse tipo de profecia.
A escolha do Senhor pelos seus implica em arrancá-los da escravidão do pecado e não em confirmá-los onde estão.
Veja https://youtu.be/HGl0GYl0Mxs e https://youtu.be/1cB7WFpxp1A e no Instagram da menina Vitória Souza
Para muitos, isso é "pregar o Evangelho" e a despeito dos graves erros a justificativa predominante é "mas o importante é que o nome de Jesus está sendo pregado..."
Contudo esse tipo de coisa é falsa profecia e é falso Evangelho. O "Jesus" pregado é falso. Mas, de forma genérica, todas essas coisas fazem parte do "grande bolo" que é a igreja evangélica brasileira. Uma confusão!
Depois disso a pastora-influencer passou a sofrer boicote de pastores e de igrejas e postou desabafos sobre isso. E, obviamente, esse caso já foi cooptado pela causa LGBT+etc.
O deus do arco-íris progressista não tolera os críticos da sua estupidez.
Num mundo em que a celebração do erro torna-se norma, serão cada vez mais restritas as possibilidades de participação no espaço público e os empregos àqueles que não se sujeitam e que resistem às normas do erro.
E note, essa situação se encaixa perfeitamente na marca da besta impressa na testa (na consciência) e na mão direita (no trabalho) das pessoas, conforme Apocalipse 13: 16 a 19, sinais sem os quais não se poderá comercializar, trabalhar nem comer. O sistema, de fato, é anticristão e requer submissão, requer devoção. Você percebe que isso é uma realidade? Tem se rendido? Crentes devem se submeter a isso? De nada adiante dizer, de boca para fora, que confia nas provisões do Senhor se essas provisões são parte das rebeliões contra Ele. O caminho do Senhor é estreito (Mt. 7: 14) e Ele exige que renunciemos a nós mesmos, tomemos cada um de nós a nossa própria cruz e então o sigamos (Lc. 9: 23). Servir ao sistema do mundo e ao Senhor, ao mesmo tempo, não dá (Mt. 6: 24; Tg. 4: 4; 1 Jo. 2: 15). O Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo e Mamom são irreconciliáveis.
Cada vez mais, um professor, um artista, um comerciante, um atendente, um cozinheiro, um escritor, um profissional de marketing , um administrador, gerente e todos os ofícios serão considerados aptos ou inaptos, aceitáveis ou não, indicados ou cancelados pelo critério bizarro, tratado como primordial, de aceitarem, se submeterem e apoiarem terminações de todos os substantivos com adulterações neutras, assim como o uso de pronomes neutros, de banheiros neutros e toda bizarrice que o tempo presente tem canonizado a despeito da estupidez grotesca evidente.
Se você não achar lindo um travesti ingressar nos esportes femininos, você nunca será contratado ou será demitido do emprego numa empresa que resolveu aderir ao culto do arco-íris - e diante da progressão das iniquidades o erro maior seria a luz do mundo e o sal da terra, a igreja como coluna e baluarte da verdade, se omitir.
*Acréscimo posterior:
Não pense que a "marca da besta" pode ser vista apenas nas imposições do movimento LGBT+. NÃO! Essa marca é a imposição de toda normatização do erro, é impor às pessoas, às sociedades, regras de conduta para o controle das multidões feito manadas. É fazer com que sobrevivam somente se acatarem essas normas, e a essência dessas normas é o anticristisnismo, é o ódio ao Senhor e o desprezo à sua Lei. É a idolatria imposta pelo rei Nabucodonosor ao seu ídolo a todos os seus subordinados e que foi resistida pelos 3 amigos de Daniel no capítulo 3 do seu livro; é a idolatria exigida ao deus-dinheiro; é o endeusamento do Estado que já demonstrou eficiência no controle das manadas humanas por meio da administração de medos, como foi praticado na recente pandemia de Covid envolvendo manipulações e jogos de interesses, e esse tipo de controle será muito facilmente praticado tantas novas vezes quantas os senhores dos poderes humanos decidirem, uma vez que já têm o controle das consciências da maioria das pessoas com a administração de "verdades e mentiras" e que já decidem se as pessoas podem ou não trabalhar, e quando, e como, e o que podem ser.
Sob o sistema mundano nossas almas estão vendidas a um espírito global que é inimigo do Senhor Jesus. Sob a tirania do pecado somos meros cupins e formigas para serem jogadas no fogo. Somente o poder do Evangelho pode nos libertar! João 8: 32; Romanos 1: 16.
Escolha!
Ou a largueza das fraternidades do erro e dos zelos institucionais com seus privilégios;
Ou o Senhor Jesus com a estreiteza do seu caminho.
Será que todo movimento que se propõe a confrontar as verdades que de Deus procedem e que fundamentam comportamentos e práticas requerem confrontação da parte dos cristãos?
Sim, mas da forma certa, bíblica.
Lembremo-nos que a luta da Igreja não é contra a carne (Efésios 5), contra a pessoa humana, não é material, mas sim espiritual nas áreas onde a espiritualidade atua. Assim, portanto, o nosso instrumento tanto revestidor da nossa vida (armadura) como de luta para o combate (espada) é a Palavra de Deus. E como se usa esse instrumento a não ser pregando e ensinando?
Portanto a ação da Igreja (leia-se cristãos) diante da progressão do pecado nas suas mais diferentes formas e que redundam no agravamento da degeneração humana será sempre PREGAR O EVANGELHO e dar testemunho dele.
Movimentos como o LGBT+, o feminismo, pró-aborto, pró-ateísmo, pró-racismo, idólatras do dinheiro e de outros falsos deuses, etc devem ser confrontados pela verdade que de Deus procede e que foi especialmente confiada à Igreja.
O silêncio e a omissão da Igreja, ainda que por senso de autopreservação (porque é o Senhor Jesus quem a sustenta) jamais devem ser opções num mundo que afunda cada vez mais no pecado, porque a função da igreja de ser luz do mundo (fazer com que se veja a realidade pecaminosa das pessoas e apontar para a redenção em Cristo) e ser sal da terra (ser instrumento de esperança ao preservar, impedir o apodrecimento do mundo em pecado na sua completa degeneração) fazem parte da essência do que é ser igreja. Igreja que não dá testemunho público de Jesus Cristo é uma organização vencida pelo mundo, e isso, ser vencida, é oposto da natureza de ser da Igreja, pois nem mesmo as portas do inferno podem resistir ao seu avanço na força do Deus Todo-Poderoso que a sustenta.