03/10/2023

Supostos louvores que na verdade são laxantes.

 

Supostos louvores que na verdade são laxantes. 

Quantas vezes um crente em Jesus é feito nova criatura?

A) Sempre que o crente desejar ao cantar "ressuscita-me";

B) Uma vez, pois ocorre uma única salvação operada por Deus e que jamais pode ser perdida;

C) Duas vezes, uma na conversão e outra na ressurreição;

D) Muitas vezes, porque sempre que peca o crente tem que se converter arrependido de novo e de novo e de novo e assim as pessoas perdem a salvação quando pecam mas a reconquistam quando estão no prumo;

E) Nunca, porque todo mundo continua sendo a mesma pessoa por toda a vida. O que mudam são suas opiniões conforme ensinou Raul Seixas, pois somos "metamorfoses ambulantes" mas sempre as mesmas pessoas;

F) Nenhuma das anteriores.

Ironias à parte, os crentes em Jesus são salvos uma única vez, ao ouvirem e crerem no Evangelho, arrependidos dos seus pecados. A conversão é parte de um ato único de Deus de salvar o pecador por meio da fé, dando-lhe uma nova vida em Jesus, uma vida que não pode ser perdida porque a salvação realizada por Deus é um ato definitivo do seu poder.

Um crente pode ter inconstâncias na sua caminhada, pode ter oscilações em sua fé, mas nunca a perde, pois ela é dom de Deus. 

A compra da vida dos crentes por Cristo, com o oferecimento da própria vida do Senhor na cruz, é um ato que não pode ser desfeito ou revogado. Como propriedade exclusiva de Deus, Ele nos impõe a sua graça e nos refaz para si mesmo. Pela graça de Deus fomos salvos e regenerados e essa regeneração também é comparada nas Escrituras com a ressurreição que também teremos em breve, na ocasião do retorno glorioso do Senhor. E é comparada porque todos estávamos mortos para Deus em nossos pecados, mas o Senhor nos deu vida na ocasião em que ressuscitou Jesus dentre os mortos. Ali, nos atos salvíficos do Senhor nos foi atribuída a vida para a qual Jesus nos resgatou, e da morte já recebemos vida eterna e abundante como filhos de Deus.

Ora, mortos não louvam, não adoram a Deus, não entram em sua presença. Só o faz quem já foi vivificado por Cristo, salvo por Ele. Sendo assim não faz o menor sentido num culto ao Senhor o ajuntamento dos crentes cantar "ressuscita-me". Isso é tolice, balela, fogo estranho, é um laxante meramente sentimental que não tem nenhum efeito prático no culto mas que muitos incautos confundem com adoração. 

Em lugar de cantarolarmos músicas sentimentalóides, faz-se urgente resgatar o que é, de fato, adorar ao Senhor e o que é louvar a Ele.

Por adoração, todo o culto deve ser um serviço ao Senhor, focado nEle, rigorosamente obediente aos seus preceitos. Nós não vamos assistir ao culto, nós, crentes, vamos prestar culto ao Senhor, um ato coletivo, congregacional, não centrado na personalidade de nenhuma outra pessoa senão na pessoa do Mediador que é Rei e é o cabeça da Igreja, o Senhor Jesus. Todo culto genuinamente cristão não é, portanto, humanista, mas sim cristocêntrico. Nesses momentos em que combinamos temor e amor, reverência e alegria, submissão e entrega, nós oramos, cantamos, lemos as Escrituras e ouvimos a pregação da Palavra. O povo congregado se dirige a Deus em sua presença Santa e Deus lhes responde.

E por louvor o que deveríamos entender? O que é louvar? Louvar é exaltar, elogiar, enaltecer com beleza e virtude - e isso é diferente de desempenho de palco. E isso pode ser feito, mas não exclusivamente, de forma cantada, congregacionalmente (dá para imaginar um culto sem o show gospel no palco? Pois é, isso é possível!). Mas nós não inventamos o que dizer ou elogiar porque o verdadeiro elogio deve se pautar na verdade, em virtudes reconhecidas que merecem ser mencionadas. Então nós louvamos a Deus pelos seus atributos, pelos seus feitos, pela sua verdade. Não há nada mais sublime do que a beleza da santidade de Deus diante e na presença de quem os salvos estão congregados. Então reagimos à sua beleza e dignidade, louvando o que de Deus nos foi dado a conhecer. O verdadeiro louvor é, então, declaratório, essencialmente proclamatório. Ele é constituído de declarações de fé conforme ensinadas nas Escrituras. Nós cantamos as doutrinas da Palavra de Deus, nós anunciamos a sua majestade. Não importam, aqui, os nossos sentimentos ou desejos. Não existe louvor antropocêntrico. Não interessa o "eu", mas ao contrário, é necessário que eu diminua, que o "eu" seja negado a fim de que Cristo apareça - mas na prática os nossos repertórios estão bem distantes desse princípio bíblico, pois normalmente estão cheios de "eu", quase sempre cantados em primeira pessoa e isso porque são os "meus" anseios e interesses que têm sido tratados com primazia. Diferente disso, é o Senhor e os interesses dEle que devem ser cantados, proclamados, anunciados e é esse que deve ser o conteúdo de todo verdadeiro culto cristão, afinal "dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas".

Deixemos, então, de cantar asneiras como "ressuscita-me", "te sentir", "abraça-me" e outras tolices de mariquinhas sensíveis porque Deus deve ser tratado como o que é, e não como um tipo de par romântico de gente hipersensível. Não há nenhum ensino nas Escrituras sobre "sentir a presença de Deus" e esse conceito amplamente difundido nos cultos e em canções sentimentalóides enchem de equívocos a consciência e as aspirações de fé de incontáveis crentes. O estrago é enorme, pois nessas práticas misturam-se verdades escriturística com invenções dos corações enganosos - e nos lembremos do ensino do Apóstolo: um pouco de fermento leveda toda a massa" - ou, um pouco de engano faz um grande estrago. Nesse mau costume, a pretexto de suposta "liberdade poética" muita gente tem aderido ao que existe de pior e de um conceito absolutamente brega de "poesia cafona" em lugar de se primar pelo que é sublime e tem maculado a fé no Senhor com enganos desnecessários que são estabelecidos unicamente pelo orgulho, e pior, num método de indução de sentimentos que comumente são atribuídos ao mover e às interações do Espírito Santo, quando na verdade são apenas expressões e sentimentos da carne, um hábito que "toca" e sensibiliza a crentes e a descrentes, confundindo a todos e atribuindo a Deus ações que não foi Ele quem provocou.

Isso é fogo estranho!

Além disso tem a questão ética. Muitas das tolices que são cantaroladas nos nossos cultos procedem de movimentos controvertidos e de contextos onde se deturpa a fé cristã. Nós não gostamos de nos ver associados a esses movimentos, como é o certo a se fazer, mas, paradoxalmente, bebemos das suas fontes e não temos a vergonha de adotar seus repertórios em nossos cultos. Creio que a ética e a decência nos fariam evitar esse descaráter, pois se acusamos os maus ensinos e os refutamos seria coerente não nos beneficiarmos das suas produções artísticas. Isso é contraditório!

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Louvor, você está fazendo isso errado (n° perdi a conta)

Normalmente pastores e igrejas que pretendem ser bíblicos procuram se distanciar de movimentos que distorcem o ensino bíblico como ocorre no contexto neopentecostal (isso já foi realidade, hoje tá bagunçado). Mas ainda não é difícil ver pastores fiéis ao ensino bíblico refutando as práticas dos contextos em que se ensinam e praticam distorções da Bíblia (e são muitos!).

Contudo, paradoxalmente, inexplicavelmente e irresponsavelmente em muitas das igrejas mais "sérias" costuma-se adotar os repertórios musicais criados nos reprováveis contextos neopentecostais, praticando-se, assim uma incoerência grave, a hipocrisia de repudiar essas teologias ruins, suas práticas nocivas mas acatar suas produções. Isso é como ir ao esgoto para buscar água para beber. Além de um hábito nocivo, antiético e preguiçoso, essa prática revela hipocrisia e canalhice.

Parem com isso!

O culto a Deus deve ser santo, não um cambalacho sentimental, uma produção artística de péssima teologia.

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Há algum tempo tenho pensado em escrever uma crítica ao cântico "Cria em mim" do Renascer Praise, que vez por outra é cantado em cultos como se fosse um louvor a Deus.

É verdade que em tudo dependemos de Deus agindo em nós, seja por meio da obra de salvação, uma obra graciosa e soberana realizada nos cristãos uma única vez, ou da atuação do Espírito Santo nos capacitando para toda boa obra, sejam elas a santificação, o arrependimento eficaz, a oração, a adoração, o testemunho cristão, a evangelização e toda atuação de fé que é esperada dos cristãos.

O problema é afirmar essas verdades em meio a tolices, como induzir uma expectativa absolutamente infundada como se os desejos dos corações fossem os únicos validadores do louvor a Deus. Taí uma prova de que os corações são enganosos e não merecem nenhuma confiabilidade:


Cria Em Mim

Renascer Praise


Levanto a minha voz

Não posso me calar

Preciso do teu poder

Dependo desse amor

Sem ti não sei viver

Ressuscita-me


Quero de novo te sentir

Queimando como a primeira vez

Cheio do Espírito te adorar

Me limpa, restaura

Me aceita, Senhor


Cria em mim um coração

Que seja o teu lugar

Transforma-me, faça de mim

Um hino pro teu louvor


Levanto a minha voz

Não posso me calar

Preciso do teu poder

Dependo desse amor

Sem ti não sei viver

Ressuscita-me

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Ode ao mau gosto

Masterchef raíz nas ruas de Mumbai... que espetáculo formoso, que formosidade estilosa, que maravilha de coisa, que coisa de especiaria! 

E quem se importa com saúde ou higiene se todo mundo vai morrer um dia? Que seja amanhã, né?

Pouco tempo atrás teve influencer famoso que hoje é patrocinado pelo chocolate bis defendendo ator do filme da Mônica que pratica coprofilia.

Coerente? É, o mundo tá estranho! 

E eu procuro diferença entre quem se alimenta desses mistérios indianos de quem bebe água do esgoto ou adota repertório do Renascer Praise no louvor da igreja. Porcaria por porcaria, cada um se revira no seu lamaçal e acha linda a meleca que faz! 

Vambora viver como se não houvesse amanhã nesse tobogã de emoções, nessa roleta-russa com o coveiro! 

Deu vontade aí? 
Se joga...

Mas a culpa e as consequências são todas tuas.

26/09/2023

Manipulações nos jogos do poder para a celebração de iniquidades


Há exatamente 1 ano ainda havia esperança de que não desembocaríamos na tragédia em que caímos.

Manipulações ocorrem na política, sempre e em todas as vezes em que se faz política. Acordos, compra e formação de bases de apoio, sabotagens, manipulações, mentiras... 

Jogo democrático? Vai nessa, "mané"! 

Lisura, honestidade e caráter não existem na política, nem em nenhum lugar onde se comete transações de interesses movidas por ambições - e esse descaráter é amplamente praticado até onde deveria ser impensável. Todo jogo do poder está repleto de porcos movidos por cobiças.

Ainda bem que o Justo Juiz a tudo vê, aquele que jamais fez política e que deveria ser imitado, seguido, servido. As contas deverão ser prestadas não aos homens, e sim ao Soberano Senhor.

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Não celebro equívocos como o estabelecimento de defensores de anticristos nos cargos de liderança em igrejas. 

Isso é escarrar na face do Senhor, é zombar dele, é o oposto de serví-lo.

O espírito do Anticristo age na multiplicação das iniquidades no mundo, e a igreja é resistência, não promotora desses avanços. Ceder a esse espírito é apostatar da fé.

Na igreja não se protege pecados, nem seus defensores. Igrejas fiéis os expulsam depois das devidas repreensões e jamais os condecoram.

É doente e agoniza uma igreja que perdeu esse discernimento.

Igrejas verdadeiras não apoiam:

- políticos e partidos de esquerda (ideologia atéia, histórico de genocídios, cerceamento de liberdades de consciência, tirania),

- as relativizações da verdade,

- as promoções e normatizações de pecados,

- as corrupções de certo e errado, e da justiça,

- as pautas pró LGBT+,

- o avanço do aborto.

25/09/2023

A soberania de Deus em tempos difíceis.


A soberania de Deus em tempos difíceis.

Deus é soberano sempre. E Ele é Onipotente (tem poder sobre todas as coisas), é Onisciente (conhece e perscruta todas as coisas) e é Onipresente (está presente em todos os lugares). Isso significa que cada partícula do universo, que todo acontecimento em toda a história estão debaixo do seu senhorio, do seu conhecimento, dos seus decretos. Nada escapa da sua soberana vontade.

Esse atributo de Deus, sua soberania, costuma ser abordado de forma otimista para estimular boas esperanças nas pessoas. Ora, sendo Deus sábio, perfeito, bom e amoroso, então "todas as coisas cooperam para o nosso bem..." é isso que se costuma dizer. Sendo assim nós devemos apenas "confiar e descansar nEle", sequer precisamos nos engajar por orações ou ações contra o aumento das diversas iniquidades que se multiplicam no nosso tempo porque "Deus tem poder sobre tudo isso."

É claro que o Senhor é o protetor do seu povo, é o rochedo onde os crentes estão alicerçados, é refúgio e fortaleza daqueles que a Ele recorrem com fé. Mas a relação dos crentes com Deus não deveria ser apenas a de buscar nEle o socorro uma vez que já estamos amparados nEle, já fomos salvos por Ele e nada, nem sofrimentos, perseguições ou morte, nos podem separar do seu amor. O mal no mundo tem causa e isso deve ser combatido: o pecado - e nós crentes fomos comissionados pelo Senhor para lidarmos com isso como um exército que está em plena batalha, e não como desertores ou refugiados que se escondem do que está acontecendo no mundo e que simplesmente buscam proteção para si mesmos, eximindo-se de lutar provavelmente porque muitos de nós ainda estamos cheios de amor próprio, vaidoso e ególotra, e muitos temos dificuldade de cumprir a ordem de negarmos a nós mesmos e, por isso, ainda priorizarmos autopreservação e bem-estar - e achamos que o Senhor está comprometido com esses mimos. O problema é que muito do que se prega corrobora esse senso ególotra e corrompido da fé, mas essa concepção distorce as práticas e o ensino bíblico porque todo o ensino bíblico exige fé valorosa e vigorosa, uma fé que persiste até a morte, que é auto-sacrificial, que leva à negação de si mesmo para que seja dado o devido destaque ao senhorio e à glória de Cristo, uma fé de renúncia de si mesmo para a priorização do outro (porque isso é o amor cristão) e que não pode ser celebrada pelos omissos e covardes, mas sim pelos que se dispõem a ser, se for preciso, mártires cristãos.

Ora, a Bíblia jamais nos estimula nem ensina a omissão diante do mal que se multiplica, mas, ao contrário, requer dos crentes (da igreja) um posicionamento claro acerca dos valores e práticas do Reino de Deus e da sua Justiça uma vez que fomos comissionados como SAL da terra (o elemento que refreia a putrefação do mundo pelo pecado) e LUZ do mundo (igreja como coluna e baluarte da verdade que a todos ilumina - que é o próprio Senhor Jesus revelado na Palavra de Deus).

Deus, de fato, é Soberano. Mas Ele também é Justo e a história está em curso, sujeita às suas interações. Portanto, Deus é Senhor mas também é o punidor e disciplinador dos povos, a começar do seu próprio povo (Israel no Antigo Testamento e a igreja espalhada pelo mundo a partir do Novo Testamento). E nós vemos, de forma recorrente nas Escrituras, Deus permitir ou impor o mal sobre o povo como forma de disciplina e punição porque esse povo se distanciou e se rebelou contra Ele. 

O povo de Deus, com quem Ele se aliançou, está imbuído de deveres como parte dessa aliança, desse pacto. E como parte dessa aliança o povo de Deus deve ser santo, deve dedicar-se a Ele, e deve também ser luz para as nações e sal neste mundo, pregando o Evangelho, conclamando os povos aos arrependimentos de pecados e apontando sempre para as verdades de Deus em oposição às iniquidades do mundo e, assim, esforçando-se para refrear a multiplicação dessas iniquidades. Deus é Soberano e em sua soberania Ele decidiu usar o ministério da Igreja em suas ações de obediência à sua Palavra enquanto ela milita no mundo. Não é por acaso que a Bíblia chama a Igreja de Corpo de Cristo, pois nós, os crentes, somos as extensões do Senhor que está nos céus agindo nesta Terra e na história do mundo, fazendo obras ainda maiores do que as que Ele fez. Deus deu aos cristãos o privilégio e a responsabilidade de sermos seus cooperadores.

Assim, o Deus que é Soberano e que definiu todas as coisas e determinou os rumos da história, também decidiu escrever essa história pré-determinada nos atos da igreja, e isso inclui tanto os nossos atos fiéis como os infiéis. E por isso podemos concluir que os tempos maus e difíceis são, muitas vezes, consequências de infidelidades e da progressão de iniquidades que se multiplicam no vácuo dos nossos pecados de omissões e de negligências, pois na ausência do bem ordenado e da luz que deveria brilhar acumulam-se as rebeliões e as conspirações das trevas. É na ausência do sal que torna-se insípido, imperceptível, que as carnes mortas apodrecem e as iniquidades dos ímpios prosperam, e isso acontece com a negligência de uma igreja que se torna predominantemente omissa ou que foca em ativismos e ações que não foram ordenados por Deus, pervertendo assim o seu propósito e o desempenho do seu ministério. É porque nós não temos exercido o nosso ministério cristão com fidelidade que as iniquidades do mundo tem se multiplicado, que as pessoas perdem as noções de bem e de justiça, e isso jamais significará que Deus deixou de ser soberano ou que Ele não esteja atento a essa situação, mas mesmo essa situação continua sendo evidência de que Ele continua soberano e continua exercendo o seu poder, porque também essa corrupção estava prevista, advertida e predita nas Escrituras, pois a Bíblia afirma que a igreja dos últimos tempos oscilaria muito em sua fidelidade a ponto de apostatar-se e de cercar-se de falsos mestres que ensinam e confirmam práticas infiéis em igrejas que se desviam, e isso tem como consequência tanto o enfraquecimento da igreja como a degeneração do mundo que perde seu referencial de bem, de justiça e de verdade, acarretando no consequente juízo do Deus santo que pune o povo, concedendo ao povo as degenerações e corrupções que esse povo promíscuo deseja.

É disso que advém as autoridades corruptas e corruptoras (e isso não é evidência de bênção de Deus, mas sim de ira, de juízo, de maldição - ou seja, embora não haja autoridade nenhuma que não seja por Deus estabelecida isso não significa que ela seja do seu agrado), e da omissão dos portadores da luz advém a confusão e a substituição dos conceitos de bem pelos de mal, a inversão da justiça, o enfraquecimento da família, o descrédito à Palavra de Deus, o descarado e público ódio por Cristo, a celebração das idolatrias, a progressão da causa LGBT+, a desvalorização da dignidade humana, a complacência com criminosos, a celebração do aborto, a autodestruição do homem...

A igreja não deveria se acomodar em promessas bíblicas muito mal interpretadas, isso porque textos como o que diz "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam ao Senhor..." apontam para o propósito desse ensino e dessa verdade: as glórias do porvir que são garantidas à igreja verdadeiramente militante e fiel. Amor, na Bíblia, é servir e servir ao Senhor é, se for preciso, se sacrificar por Cristo e pela sua causa em oposição ao mundo, é em muitas vezes perder e se for preciso morrer por Ele, é agir com total dedicação e fé não visando confortos pessoais, mas sim o cumprimento da missão cristã no mundo. É assumir-se como agente na história em obediência ao Senhor Jesus, e como seu cooperador fazer resistência à progressão do mal nos apontamentos do que é verdadeiro e justo. Isso implica, também, em tomar parte nos debates públicos denunciando pecados e apontando os melhores caminhos para a justiça e para a verdade, além de se orar engajadamente pelas autoridades (uma prática ordenada nas Escrituras e que está praticamente perdida, desdenhada), e pela prevalência do bem em conformidade com os valores da Palavra de Deus, sabendo que o Senhor soberano da história está agindo e usando o seu povo, usando nossas orações e ações para que seus desígnios se imponham. 

Mas, diferente disso, igrejas omissas que negligenciam o papel profético que têm e se fecham em bolhas egoístas que ignoram tudo no seu derredor como se não tivessem nada a ver com coisa alguma, a não ser com suas questões e necessidades internas (e com sonhos de crianças mimadas), elas pecam em suas alienações e utopias (porque leituras superficiais e meramente otimistas das Escrituras são apenas utopias) porque resistem ao Senhor que para redimir pecadores se encarnou no mundo e que exige o mesmo de nós, o de irmos pelo mundo e nos espalharmos por ele, e nos "encarnarmos" nele e em suas demandas, para multiplicarmos discípulos que salguem e iluminem a todo o mundo, porque todo o mundo é um campo pronto para a colheita.

Deus nunca deixa de ser soberano, mas a igreja pode vir a ser infiel e inútil caso trilhe em rebelião - e isso foi alertado pelas Escrituras e está provisionado por Deus. E o mal ou o bem do mundo estão diretamente relacionados a ter ou não ter a luz de Cristo brilhando através de uma igreja fiel e que ilumine e salgue ao mundo do seu tempo - sendo essa, a igreja fiel e militante, a noiva verdadeira que é amada pelo Senhor que nos buscará no fim da história, e não a massa de covardes. Esse é o bem preparado por Deus para todos os que o amam - as bodas do Cordeiro - e para o qual todas as coisas cooperaram.


Sermão sobre o mal da secularização da igreja baseado em Juízes 3: 12 - 31 
(igreja e política, de novembro de 2017)

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Mas as coisas parecem estar tão estranhas nesses tempos, valores importantes tornaram-se confusos, a verdade não parece ser absoluta...

Tem gente confundindo misericórdia com condescendência, conversão com adesão religiosa, mandamento com sugestão a ser relativizada, doutrina com opinião, adoração com terapia, pastoreio com política, igreja com empresa, soberania de Deus com omissão engajada.

E parece que está tudo bem. Mas não está.

E é assim que a velha serpente tem envenenado a muitos.

O arrependimento e a fé no Deus das Escrituras continuam sendo ordens inegociáveis que nós, cristãos, recebemos do próprio Deus para proclamar.


21/09/2023

Aborto e igreja


Não à impunidade dos corruptos e não ao aborto! (Imagem de protesto pacífico na Avenida Paulista em 2016)

"Ai dos que promulgam leis injustas e dos que escrevem decretos opressores!" 
(Isaías 10: 1)


O cristão é absolutamente contra o aborto por, pelo menos, três motivos:

1) A vida é sagrada, imagem de Deus. “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem.” Gênesis 9.6
2) A vida humana tem prioridade sobre as demais. “Quem matar alguém será morto. Mas quem matar um animal o restituirá: igual por igual” Levítico 24.17,18
3) A vida começa na fecundação. “os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe” Salmo 139.15,16

Por Rev. Ageu Magalhães
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Video no YouTube:
Aborto - o Grito silencioso




Artigo:

Pensando biblicamente sobre o aborto

Leia no link:
https://ministeriofiel.com.br/artigos/pensando-biblicamente-sobre-o-aborto/

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Como sal da terra (o ministério de refrear a putrefação do mundo) e luz do mundo (o ministério de mostrar a verdade) a igreja tem que tomar posição contrária ao avanço das iniquidades, como a normatização do assassinato sistêmico de bebês da forma mais covarde possível, pelas suas próprias mães. O STF colocará em pauta, provavelmente de forma sigilosa (para evitar constrangimentos), a votação pela facilitação dos abortos e nós temos obrigações perante o Senhor de tomarmos posição a respeito. Servir ao Senhor implica em tomar posição pública pelas suas ordens nos nossos contextos.

 
 

Quase sempre são os católicos que são vistos em causas contra o aborto. E isso não é de todo bom, muito embora a verdade seja sempre verdade, não importando a fidelidade de quem a defenda. 

Acho lamentável que raramente as igrejas fiéis às Escrituras estejam mais claramente identificadas com valores pétreos perante o mundo, como o de defesa da vida. 

É fato bíblico, estabelecido pelo Senhor Jesus, que os crentes são a luz do mundo e o sal da terra. A luz serve para esclarecer, iluminar, revelar, fazer coisas conhecidas, e o sal nos tempos bíblicos era o meio usado para conservar o alimento, era um bem precioso que evitava que as coisas apodrecessem, um preservador da subsistência e da garantia da vida. 

Ser sal e luz, portanto, é ministério profético da igreja perante o mundo. É seu testemunho perante a sociedade para iluminá-la na verdade, no bem e na justiça e impedir que ela seja tomada pelo domínio da podridão do pecado. O freio do mal sobre o mundo é o ministério ativo da Igreja no mundo. E o mundo está afundando cada vez mais no pecado, nas diversas formas como o pecado obscurece e apodrece a vida - uma realidade que só pode ser possível com a omissão da igreja de influenciá-lo. E um desses pecados é a legitimação e a celebração do aborto, uma evidência claríssima de que a sociedade tende a tratar o mal como bem e a injustiça como justiça. 

Mas raramente as igrejas fiéis às Escrituras são notadas nesse tipo de embate. Em vez delas é mais comum ver os padres envolvidos nesse tipo de causa pela verdade. Não por acaso, são as igrejas católicas que são frequentemente hostilizadas pelos movimentos pró-aborto, feministas, ateus, etc. Para o mundo é o testemunho da igreja católica que é mais frequentemente visto, nela são reconhecidos os pilares de valores que eles querem derrubar - nunca ou muito raramente é a igreja evangélica que é reconhecida como pilar das verdades de Deus, ao menos não o é no nosso tempo e no nosso país.

Mas a igreja católica romana é apóstata, é infiel a Cristo e às Escrituras - muito embora, paradoxalmente, é justamente essa igreja que é reconhecida pelo mundo como pilar dos temas pró-família, pró-matrimônio, pró-vida e antiaborto, temas essencialmente escriturísticos e verdadeiramente cristãos e que deveriam ser muito mais facilmente notados nas igrejas genuinamente evangélicas. Mas essas igrejas parecem passar despercebidas pelos movimentos mundanos pois não se mostram como obstáculos e objeções efetivas em suas proposições e causas.

Vivemos tempos de fato decadentes e confusos em que a igreja genuinamente evangélica não é vista como pilar da verdade, seu testemunho passa despercebido, seus líderes raramente se pronunciam de forma clara sobre questões delicadas mas urgentes do nosso tempo. Eles parecem preferir declinar e se omitem. As preferências pelas omissões em questões tratadas como polêmicas parecem ser predominantes e essas omissões certamente promovem frutos como o aumento do assassinato de bebês em gestação dentre outros graves pecados - muito embora sempre existam aqueles que não se calam e não se acovardam - mas a apatia predominante, uma covardia, parece estar abafando os ministérios de ser luz e sal da terra, o ministério profético da Igreja, que, estranhamente, na preocupação de se pregar o Evangelho de forma mais "aceitável" a todas as freguesias evita-se tocar em assuntos mais polêmicos ou de se tomar posição pública em temas como o aborto ou sobre ideologias que estão em voga e que confrontam verdades da fé em Cristo. Parece que preferimos conviver com simpatizantes do aborto e praticantes de divórcios e recasamentos dentro das igrejas e para isso optamos por não tratar de assuntos delicados para não espantar essa gente. Arrependimento de pecados tem se tornado coisa subjetiva assim como a definição clara do que é pecado. E assim temos aprendido a domesticar o pecado, administrá-lo e conviver passivamente com ele desde que não venha à tona e seja exposto às opiniões públicas e aos escândalos. 

Estranhamente estamos num ponto em que as igrejas parecem estar preocupadas em preservar a sua imagem perante o mundo e sob a justificativa de pregar o Evangelho preferem ficar em cima do muro das omissões. A abominável covardia recebeu o rótulo de diplomacia, de cautela e de sabedoria, uma falsificação de virtudes! Mas pode ser que não demore até que esse sal insípido seja jogado no chão pelo Senhor da Igreja para ser pisoteado pelos homens. Pode ser que tenhamos que sofrer juízo e sermos entregues à disciplina nas mãos de pecadores para que, por meio da dor e destituídos dos atuais confortos e seguranças que aprendemos a valorizar (idolatrar?), reaprendamos a dar testemunho público do Senhor e da sua Lei.



Negligencia o seu dever profético num mundo caído a igreja que evita tratar de temas que rotula como polêmicos e acaba nivelando suas abordagens na comodidade do politicamente correto.

"Aqui não falamos de política, não falamos das corrupções de políticos nem de religiosos, não falamos sobre os pecados socialmente aceitos, não nos posicionamos publicamente acerca do aborto, nem da violência de maridos contra esposas, nem da violência imposta às crianças carentes e abandonadas que precisam de adoção. Evitamos posicionamentos que possam afastar pessoas que pensam diferente, para tentar atrair a todos nos acomodamos na neutralidade, no modo morno de ser, na mais absoluta e flácida apatia que recorre às encenações de palco para disfarçar o nosso estado que quase-morte."

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Um pastor ou presbítero que é de esquerda é inapto para esse ministério.

É exigido do pastor ou presbítero que seja apto para ensinar. E ensinar o quê? As doutrinas da fé cristã, as Escrituras.

E as Escrituras se opõem às pautas da esquerda. Não é possível a um cristão consciente das Escrituras defender a ideia de redenção social, de que o mal humano é a luta de classes, o direito às expropriações, o materialismo filosófico, a ideia de que a religião (cristã) é o ópio do povo, as perseguições históricas aos crentes, os fuzilamentos, o cerceamento das liberdades de consciência, o feminismo, o combate ao conceito de família, a facilitação e institucionalização do aborto, as pautas lgbt+ e todas as perversões que avançam sob o guarda-chuvas das pautas desestabilizadoras das esquerdas.

Além disso, em todo lugar onde os ideais da esquerda foram implementados (o socialismo) houve cerceamento da fé cristã.

Assim, um pastor ou presbítero de esquerda simplesmente não tem discernimento e não tem o necessário apreço pelas verdades bíblicas, sendo, então, inapto para tão importante ofício.

Se há presbíteros de esquerda, eles deveriam ter a decência de abdicar do seu ofício ou deveriam ser disciplinados e até destituídos ou expulsos, pois essa ideologia política é incoerente com a fé e é anticristã.

Quanto ao crente comum das igrejas que é de esquerda, cabe à liderança da igreja instruir a sua congregação nas verdades da Palavra de Deus.

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Países desenvolvidos zerando os casos de Dawn


Bebês diagnosticados com Síndrome de Down através de exames pré-natal são os maiores alvos da sanha abortista de nossos dias. Há países, como a Islândia, nos quais o nascimento de crianças portadoras da Síndrome de Down é praticamente inexistente. E como isto vem acontecendo? Simples: mulheres e casais abortam seus filhos que teriam necessidades especiais.

Quanto mais avançamos em idade, maiores são as chances de anomalias genéticas ocorrerem em nossos filhos. Apesar disto, a mídia e a sociedade cada vez mais diz aos casais e às mulheres que elas devem esperar o máximo possível para terem filhos. 

E quando surgem casos de crianças portadoras de Síndrome de Down e outras condições que necessitam cuidados especiais qual é a "solução" que nos é dada? Abortos e mais abortos. É o inocente, o fragilizado, o necessitado pagando pela nossa moderna idolatria do hedonismo, pelo nosso eterno desejo de "bem-estar", mesmo que às custas da vida alheia.

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A causa do aborto é pauta das grandes midias


Cavalo de Tróia para a promoção do aborto.

Jenna Ortega, a atriz que interpreta Wednesday, a Wandinha da nova versão da Família Addams, a nova estrela da Netflix, arrasta multidões de jovens para seguí-la e serem influenciados pelo seu engajamento a favor do assassinato de bebês em gestação.

Em seu perfil no Twitter, onde na Bio normalmente consta o site da pessoa, no caso da Wandinha Addams consta o site da empresa abortista Planned Parenthood.

O mal deve ser confrontado, não apoiado.

Não siga, 

Não assista,

Não dê audiência, 

Não apoie,

Não celebre,

Não prestigie quem promove o mal.


A moça, militante pró-aborto dos EUA, está gritando, histericamente:

"NÓS AMAMOS MATAR BEBÊS"

Isso soa "natural" ou "aceitável" para você?

Não! Isso é absolutamente diabólico, inaceitável. Apoiar o aborto como prática comum e celebrável é fazer-se igual aos piores nazistas. É ser agente de genocídio. É desumanizar-se.

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Tem um ditado famoso que diz:

"O que os olhos não vêem, o coração não sente."

Talvez, por "não verem" o que é a crueldade de um aborto, muita gente seja indiferente à sua realidade violenta, grotesca, perversa. E não ver não faz com que o mal deixe de existir.

Então pode ser necessária uma espiadinha para que se tome um chá de realidade e se tome posição contra essa atrocidade...




O cancelamento de um ator de Hollywood por ser cristão

Ser cristão implica em ser contra a maré, contra os modismos e contra o sistema mundano. Ter fé no Senhor implica em ser cancelado, perseguido, detestado.

Sempre foi assim. Nada pode ser mais revolucionário do que ser discípulo e seguidor do Senhor Jesus Cristo.

"Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa." (Mateus, 5: 11)



O caso de Chris Pratt, ator de Hollywood que também é cristão - e que por isso tem sido cancelado (por Brasil paralelo)

09/09/2023

Homens caem, homens se levantam


Em poucos dias grandes coisas podem acontecer.

Homens podem arruinar sua dignidade e se apequenarem em suas arrogâncias e homens que outrora se apequenaram em constantes arrogâncias podem dar importantes passos para reestabelecerem sua dignidade.

Em poucos dias eu vi heróis caírem em descrédito e vi homens saindo dos escombros.

Todas as coisas podem mudar conforme as páginas são viradas e em cada novo passo.

Ao que está em pé, cuidado para que não caia. Aos caídos, que se levantem.

E há muito caminho pela frente. A história continua a ser desenrolada e escrita no que fazemos.

E sobre todos nós, Deus sempre foi e permanece Soberano.

07/09/2023

07 de Setembro


Brasília, 7 de setembro de 2022...



Aí sim foi por amor ao Brasil, um amor que foi sufocado pelo conluio de políticos corruptos com a alta corte militante do judiciário, e com uma parcela do empresariado corruptor, e com a vendida imprensa brasileira.

O 7 de setembro de 2023 não é dia de festa, mas de lamento, de protesto e de resistência. 

Que os atuais cretinos, os indignos trapaceiros que estão nos poderes recebam o nosso desprezo e desaprovação e sejam resistidos. 

Meu desejo de independência é que o atual desgoverno e os bandidos que se estabeleceram nos poderes deste país caiam. E que líderes justos e capacitados ocupem seus lugares.


Registros do vexatório e triste 
07 de setembro de 2023, com o descondenado.




Os desfiles do 7 de setembro com o descondenado na presidência provam que esse embusteiro não tem nenhum apoio popular e são evidências de que ele só está no poder por causa de um conluio que opera por meio de fraudes e manipulações. 
#ForaLulaeSuaQuadrilha 
Presidente ilegítimo.

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Redes sociais tendenciosas e manipuladoras.


Postei há pouco um vídeo da multidão que se reuniu em Brasília, no 7 de setembro de 2022. Um vídeo!

Mas os algoritmos cerceadores da feicibuquilândia (uma empresa de mídia que está a serviço do stablishment e das suas pautas) imediatamente taxaram a postagem como informação falsa, "Fake News".

Fake News seus manipuladores cr3tin0$?!!! Aquilo foi fato, é verdade!

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade."

(2 Coríntios 13: 8)

Inimigos


 Existem inimigos para os cristãos? Sim. 

Entre pessoas, além dos inimigos espirituais? Sim!

E o que se deve fazer a respeito dos inimigos humanos? Amá-los. 

Como? Abraçando eles, sendo amigo deles? 

Não! Orando por eles para que se convertam dos seus maus caminhos, e na medida do possível advertí-los e confrontá-los em suas iniqüidades. E se eles tiverem sede, nós cristãos temos que dar-lhes água para beber; e se tiverem fome, dar-lhes de comer; e se tiverem frio, dar-lhes modos de se aquecer; e se teu inimigo te obrigar a andar uma milha, esteja disposto a prosseguir por uma segunda milha. Porque amar aos inimigos não é se afeiçoar a eles, nem apoiar suas iniquidades. Não existe nenhum mandamento para você gostar ou confiar neles. Amar aos inimigos é investir na mudança deles pelos modos certos, não revidando o mal com mal, ofensa com ofensa, mas reconhecendo a dignidade humana da sua pessoa, mesmo que ele não mereça coisa alguma.

05/09/2023

Se não existe ressurreição, não existe esperança


"..comamos e bebamos porque amanhã morreremos..." 
(1 Coríntios 15: 32)

Se não existe ressurreição, não existe esperança e nada faz sentido - então, nesse caso, a melhor coisa a se fazer seria se jogar na vida em lugar de ficar sofrendo em busca de algum sentido!

Sem ressurreição o niilismo seria a filosofia da vida.

** Mas a ressurreição é real, e isso muda tudo **

Esse trecho genial do antigo programa "Família Dinossauro" em que o patriarca da família é inquirido por um apresentador de TV que o convence a beber me fez lembrar de uma tese defendida pelo Apóstolo Paulo, um autor inspirado por Deus, sobre uma hipotética graça barata vista por alguns supostos cristãos nos benefícios da religião sem sua fundamentação na ressurreição do Senhor Jesus Cristo e na nossa própria ressurreição futura.

Para o Apóstolo Paulo, ou seja, para o Senhor Jesus Cristo, o exercício da fé cristã não teria valor se não existisse a ressurreição (a obra de Cristo na cruz só foi eficaz porque Ele ressuscitou dos mortos) porque o destino e a glória da nossa fé estão no porvir, no desenvolvimento das promessas de Deus numa realidade vindoura e que não pertencem a esta vida, nem a este mundo. Aqui os servos do Senhor costumam perder, o serviço fiel ao Senhor exige renúncia, abnegação e sacrifício e muitos desses crentes são perseguidos e martirizados. Se não houvesse a promessa real de um porvir com o Senhor numa ressurreição verdadeira esses sofrimentos pela fé não valeriam a pena. A fé circunscrita apenas a esta vida faria dos cristãos fiéis os mais miseráveis de todos os homens. Sem ressurreição sequer existiria uma fé cristã verdadeira e nada faria sentido.

A fé imediatista e recompensatória para esta vida não é a fé genuinamente cristã, é uma distorção corrompida dela, pois Cristo não está comprometido com este mundo, que passará após o seu juízo, mas está comprometido com o seu Reino num mundo vindouro, nos novos céus e Terra.

É lamentável o fato de que a maior parte das abordagens, das pregações, dos ensinos sobre a fé na maioria das igrejas do nosso tempo têm quase que ignorado as realidades do porvir, ignorado a volta do Senhor, ignorado a doutrina da ressurreição dos mortos e, em seu lugar, abordam confortos e resoluções de problemas e de lutas nessa vida. E ficam nisso, numa expectativa rasa e falsa da fé.

Paulo ensina categoricamente que se não existisse ressurreição a melhor coisa a se fazer seria não se sacrificar por uma religião que não resolve o nosso problema na eternidade, mas que simplesmente deveríamos nos entregar aos prazeres dessa vida e aproveitá-la porque essa vida frágil, efêmera e passageira seria tudo o que temos - e na prática é exatamente isso que muitos crentes modernos fazem, eles são excessivamente mundanos e apegados às coisas dessa vida simplesmente porque não têm consciência acerca do que espera os salvos na eternidade, eles não têm enraizada em suas consciências a doutrina da ressurreição dos mortos.

Os crentes, redimidos por Cristo e conscientes da verdade da ressurreição devem prosseguir em renúncias nesta vida e em santificação. Quanto aos ímpios e réprobos, que se joguem nessa vida, porque isso é tudo o que terão antes do inferno eterno - a não ser que se arrependam e creiam no Evangelho. Por isso, também está escrito:
"Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se."
(Apocalipse 22: 11)

Leia 1 Coríntios 15, link abaixo:
https://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/15/32-58

Sobre regeneração e ressurreição, leia:

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2022/12/regeneracao-e-ressurreicao.html

Bônus: último episódio de "Família Dinossauro"


Sê fiel até à morte

 



Ou você morre porque a multidão te repele, ou você morre porque se rende à multidão.
Tiago 4: 4

Que Deus nos dê a graça de permanecermos íntegros e fiéis ainda que ao preço da nossa vida.

"Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida."
Apocalipse 2:10