15/07/2025

A idolatria política é estúpida.

 A idolatria política é estúpida.

Eu e minha placa protestando na Avenida Paulista em setembro de 2024 a favor da libertação dos presos de 8 de janeiro e pelo impeachment e prisão do Lula e do Alexandre de Moraes. 

Carta de Donald Trump ao desgoverno brasileiro.

As retaliações do presidente dos EUA ao Brasil são baseadas, exclusivamente, nas ações do desgoverno do descondenado e do decadente STF, especialmente do tirano Alexandre de Moraes.

Lula tem provocado o poder dominante que, gostamos ou não, é o grande responsável pelo tipo de sociedade livre que é global e prevalece em todo o mundo. Mas o anão diplomático perdeu a noção de que o gigante Brasil ainda é um país subdesenvolvido e que não tem condições de enfrentar a superpotência dos EUA. Lula tem apoiado os seus inimigos, apoia o Iran, uma nação teocrática muçulmana radical que oprime o seu povo e que financia o terrorismo e quer ter armas nucleares para potencializar seus declarados ódios contra os EUA e contra Israel. Lula repudia Israel em apoio ao Hamás; faz aliança e financia ditadores da América Latina e da África. Lula é defensor da criação de uma moeda para rivalizar com o dólar. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, tem recebido salvo-conduto do desgoverno e dos seus pares para exceder suas obrigações e ele tem pervertido a Lei e o direito, inclusive, impondo punições descabidas a empresas e pessoas norte-americanas. Esse tirano tem abusado dos poderes de um juiz da suprema corte e comprometido os caros valores de liberdade e de democracia defendidos pelas nações livres lideradas pelos EUA. Então os EUA reagiram, impondo sansões ao seu irritante agressor.

Contudo as comemorações de parte da direita militante por causa das imposições de sanções de Donald Trump em reprimenda ao Lula e ao Xandão são estúpidas, imbecis e delirantes. Não se comemora o embate de governos com a consequente derrocada de populações inteiras e o declínio de todo o Brasil como se o jogo político fosse mera queda de braços ideológica ou como se fosse um jogo entre times rivais do futebol. Todo o país sofrerá com isso. E eu lamento.

E mais estúpidas são as acusações da militância esquerdista de que as retaliações norte-americanas ao Brasil com a imposição de tarifa 50% sobre os produtos importados daqui seriam consequências do lobby feito por políticos e influencers brasileiros de direita ao governo norte-americano, como se Donald Trump fosse influenciado pelo filho do Bolsonaro que queria ser embaixador porque sabe falar inglês e também sabe fritar hambúrgueres - ridículo! Tanto a acusação da militância esquerdista como a atuação desse débil mental que se diverte na Disney enquanto finge ser um mártir da direita são ridículas.

Há alguns meses eu estive numa manifestação na Avenida Paulista com o objetivo de apoiar a anistia dos presos pelo 8 de janeiro e em oposição a Lula e ao Xandão, pois desejo seus impedimentos e suas prisões. Mas me deu nojo ver a idolatria de políticos e a exaltação de oportunistas como se pautas e princípios só tivessem validade se certos nomes forem aclamados. 

Evidentemente os erros do Lula (que são intencionais) são incomparavelmente maiores do que os erros do Bolsonaro, mas foi ele (Bolsonaro) quem acabou com a Lava a Jato e com a Lava-Toga, alegando que no seu governo não tinha corrupção, e assim abriu caminho para a impunidade de todos os corruptos políticos e do judiciário para livrar o seu filho corrupto de responder à justiça. Para salvar seu filho corrupto, Bolsonaro salvou toda a vilania de prestar contas à Justiça. Foi ele quem fez acordo com o centrão, fortalecendo toda a corja dos corruptos que aí estão. Foi ele quem viabilizou o retorno do descondenado ao mais elevado cargo político desse país - quando Lula já estava preso e morto politicamente.

Estamos numa espiral de declínio, sob juízo. Não há motivos para comemorar, mas sim para lamentar e orar ao Senhor.

"Se eu cerrar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar."

(2 Crônicas, 7: 13 - 15)

14/07/2025

Bons pregadores também erram


Infelizmente, o pastor Augustus Nicodemus Lopes errou gravemente nessa pregação que se tornou viral.

Em primeiro lugar eu quero ressaltar que o irmão Nicodemus tem sido um instrumento muito usado por Deus para a pregação e o ensino da sua Palavra. Eu mesmo, pessoalmente, devo muito ao irmão e sou grato a Deus por suas misericórdias em me fazer aprender da sua Palavra inclusive através do trabalho feito por este irmão. Contudo, apesar da gratidão e do reconhecimento da sua importância, não posso corroborar quando ocorre um grave desvio como o visto neste vídeo. Apoiar o irmão no bem que ele fez não pode incluir o apoio quando ele faz mal.

Não, os reformados NÃO DEVEM se desculpar por seu zelo doutrinário, ainda que a nossa pregação desagrade a muitos. Se existe quem erre na medida do seu trabalho como pregador, mestre ou apologeta, a correção deve ser feita pontualmente e na medida certa. Mas, independente do modo como alguém faça o seu trabalho, a verdade de Deus não deve, jamais, ser distorcida e suavizada para agradar aos ouvidos e exigências dos ouvintes, como infelizmente muitos pregadores decadentes têm feito. 

Fidelidade ao Senhor e zelo com o que a sua Palavra ensina e requer de nós são expressões de verdadeira piedade e de compaixão. Profetas e pregadores sempre são indigestos para a sociedade decadente que repele a santidade de Deus e as suas exigências. Arrependimento e ortodoxia não são opcionais. Se, a pretexto de compaixão, alguém tiver que ignorar ou torcer o que o Deus Santo requer de nós, essa suposta compaixão será apenas obra da carne, uma expressão de pecado,  uma perversão, e muitas vezes nós estaremos em desafios de escolher agradar a Deus ou aos homens - e aqui, Nicodemus fez opção pelas relativizações do pecado e da verdade a pretexto de compaixão, levantando grave calúnia ao chamar os reformados zelosos, de forma generalizada e maldosa, de "cães farejadores".

Esse tipo de pregação infeliz feita pelo reverendo Augustus é o tipo típico de desserviço que Satanás, o pai da mentira e principal pervertedor da Palavra de Deus, aplaude - "não é assim..." que a velha serpente iniciou seu argumento, relativizando a Palavra de Deus, para seduzir Eva a comer do fruto proibido. Nesse tipo de discurso mentiroso o mal não é tão mau e a verdade não é tão importante, e Deus pode ser manipulado por interpretações como querem as freguesias. 

Nicodemus, homem falível e errante como qualquer um de nós, é quem deve se arrepender por pregar tamanha tolice e ele não pode falar em nome de "todos os reformados" para pedir "perdão" como ousou fazer, mentindo, nessa fala irresponsável e repreensível.


** Caso alguém queira ver a pregação desse trecho na íntegra, está no link do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=10MWU4lgnsg&list=PLQ__KBt7xtI-XkAaKZmLolb4VlGsMDex1&index=67

Esse trecho está a partir dos 49 minutos do vídeo e foi pregado na 1a IPB de Recife.


Outro caso famoso:

Infelizmente o Rev. Hernandes Dias Lopes tem dividido púlpitos com hereges de forma muito recorrente e tem validado ministérios heterodoxos e distorções da fé com o seu ministério itinerante.
A fidelidade ao Senhor requer de nós que não validemos hereges, e o irmão tem feito isso demasiadamente.


Veja também:


O fato bíblico e histórico da ressurreição.


Pregação feita no culto da Capelania Evangélica do Hospital São Paulo dia 05/07/2025 em 1 Corintios 15  sobre o fato bíblico e histórico da ressurreição do Senhor Jesus.

A ressurreição do Senhor, um fato bíblico e histórico; e a ressurreição futura de todas as pessoas no futuro, na ocasião do retorno do Senhor quando parte da humanidade (os eleitos, crentes e salvos) ressuscitará para as glórias da eternidade com Deus e a parte dos incrédulos ressuscitará para o receberem a eterna danação no inferno, é tema central na fé cristã. 

Se não houvesse ressurreição nada faria sentido.

Veja também:
https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/09/se-nao-existe-ressurreicao-nao-existe.html

30/06/2025

A supremacia de Cristo

 



Pregação feita em Colossenses 1, versos 15 a 23, na Igreja Reformada do Brasil em Itapira, no dia 29 de junho de 2025 por João Eduardo, sobre a supremacia do Senhor Jesus, o nosso Redentor.


Texto de Colossenses 1, versos 15 a 23:

¹⁵ "Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.
¹⁶ Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
¹⁷ Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste.
¹⁸ Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para ter a primazia em todas as coisas.
¹⁹ Porque Deus achou por bem que, nele, residisse toda a plenitude  
²⁰ e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.
²¹ E vocês que, no passado, eram estranhos e inimigos no entendimento pelas obras más que praticavam,
²² agora, porém, ele os reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e irrepreensíveis,
²³ se é que vocês permanecem na fé, alicerçados e firmes, não se deixando afastar da esperança do evangelho que vocês ouviram e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro."

Pregação no YouTube:

24/06/2025

Igreja fast-food

 


Igrejas fast-food de entretenimento espiritual.

Muitas igrejas por aí adotaram o modelo de um restaurante genérico que serve de tudo, relativizando os seus deveres na fidelidade escriturística ao Senhor.

23/06/2025

Vivendo como remidos por Cristo


Pregação feita em Colossenses 1, versos 1 a 23, na Igreja Reformada de Itapira no dia 22/06/2025.

*A convite do pastor local, Rev. Allan e do Presbítero Leonel.

A exposição bíblica trata do contexto da redação da carta aos Colossenses aplicado na igreja local enfatizando o processo de santificação dos crentes e da igreja a partir da fé no Evangelho, quando ocorre a salvação de quem crê. 

A partir daí, o crente, em comunidade, progride nas assimilações da verdade de Deus que nos é revelada em sua Palavra e os velhos conceitos e hábitos formados no contexto da perdição do pecado vão dando lugar à verdade de Deus, transformando, assim, a nossa consciência e nos conformando paulatinamente à imagem do Senhor Jesus Cristo. Assim é a nossa necessária e ordenada santificação.

** Eu não concluí toda a exposição do texto lido, deixando de explicar a parte que descreve a sublimidade do Senhor Jesus Cristo porque o tempo apertou, eu me alonguei mais do que devia...


Segue abaixo o texto lido de Colossenses 1:


"¹ Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo,

² aos santos e fiéis irmãos em Cristo que estão em Colossos.

  Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, estejam com vocês.

³ Damos sempre graças a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vocês,

⁴ desde que ouvimos da fé que vocês têm em Cristo Jesus e do amor que vocês têm por todos os santos,

⁵ por causa da esperança que está guardada para vocês nos céus. Desta esperança vocês ouviram falar anteriormente por meio da palavra da verdade do evangelho,

⁶ que chegou até vocês. Esse evangelho está produzindo fruto e crescendo em todo o mundo, assim como acontece entre vocês, desde o dia em que ouviram e entenderam a graça de Deus na verdade.

⁷ Isso vocês aprenderam de Epafras, nosso amado conservo e, em relação a vocês, fiel ministro de Cristo,

⁸ o qual também nos contou do amor que vocês têm no Espírito.

⁹ Por esta razão, também nós, desde o dia em que soubemos disso, não deixamos de orar por vocês e de pedir que transbordem do pleno conhecimento da vontade de Deus, em toda a sabedoria e entendimento espiritual.

¹⁰ Dessa maneira, poderão viver de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus.

¹¹ Assim, vocês serão fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e paciência, com alegria,

¹² dando graças ao Pai, que os capacitou a participar da herança dos santos na luz.

¹³ Ele nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado,

¹⁴ em quem temos a redenção, a remissão dos pecados.

¹⁵ Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.

¹⁶ Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.

¹⁷ Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste.

¹⁸ Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para ter a primazia em todas as coisas.

¹⁹ Porque Deus achou por bem que, nele, residisse toda a plenitude

²⁰ e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.

²¹ E vocês que, no passado, eram estranhos e inimigos no entendimento pelas obras más que praticavam,

²² agora, porém, ele os reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e irrepreensíveis,

²³ se é que vocês permanecem na fé, alicerçados e firmes, não se deixando afastar da esperança do evangelho que vocês ouviram e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro. "

Colossenses 1:1-23

Os caminhos dos homens são dirigidos pelo Senhor


Pregação feita no culto da Capelania Evangélica do Hospital São Paulo dia 07 de junho de 2025, baseada em Provérbios 20: 24 e em João 14: 1 a 6, sobre os caminhos dos homens.

O povo de Israel vive - "Am Yisrael Chai" (עם ישראל חי)

 "O povo de Israel vive" 


"Veio para o que era seu, e os seus não o receberam." (João, 1: 11)

Sou um cristão reformado (calvinista), aliancista, não dispensacionalista. Creio, portanto, que a nação de Israel cumpriu o seu papel nos planos de Deus na história como berço do Reino de Deus, como local separado e abençoado para a vinda do seu Messias, que lamentavelmente foi rejeitado pela maioria do seu povo, o Senhor Jesus Cristo, o Rei de Israel, mas não somente dessa nação, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o Filho do único Deus verdadeiro, gerado mas não criado; o mesmo Deus que se revelou a Abraão e que nos deu a sua Lei através de Moisés. Creio que o Messias que já nos veio como servo sofredor é o Salvador dos pecadores que, arrependidos, crêem no seu Evangelho. E Ele mesmo voltará em breve, não mais como o cordeiro para o holocausto e sim como o Leão de Judá, o Senhor dos exércitos, aquele que luta para vencer e que virá para impor o seu Reino glorioso de justiça. 

Vivemos, agora, o período intermediário entre as duas vindas do Messias, do Senhor Jesus, sendo a primeira para morrer no holocausto da cruz e vencer os poderes da morte, do pecado e do inferno, e a segunda para reivindicar, em glória, os frutos do seu penoso trabalho, tudo o que lhe pertence - e Ele tem plenos direitos e poderes sobre toda a criação. Tudo é dele, por Ele e para Ele. Tudo é para a glória do Senhor!

Era em Israel que estava a maior parte dos crentes que formavam a igreja do Antigo Testamento, afinal nem todo israelita era crente de verdade, exatamente como nem todo cristão o é de fato. Mas no Novo Testamento a função da estrutura religiosa israelita com seus sacerdotes, os sacrifícios e o Templo de Jerusalém caducaram, pois tudo isso tipificava e apontava, assim como o próprio modelo de reinado, para a promessa da plenitude, o cumprimento das profecias, a esperança messiânica, a vida e o ministério do Cordeiro de Deus que veio ao mundo para remir pecadores, o Filho de Deus encarnado que nos fez conhecer perfeitamente ao Deus que antes era um mistério e que se revelou de forma progressiva ao longo da história de Israel até chegar ao ponto culminante e sublime quando o próprio Deus se fez homem na pessoa do Senhor Jesus. E Ele fez o que não poderíamos fazer para a nossa salvação da maldição do pecado, Ele sofreu o holocausto da cruz como o santo de Deus, ocasião em que o véu da separação do antigo Templo foi milagrosamente rasgado de cima abaixo, colocando um fim definitivo nas restrições de acesso à habitação do Deus Santíssimo, porque o Mediador entre Deus e os homens cumpriu perfeitamente o seu trabalho vicário e assim redimiu o seu povo e o ajuntou na sua igreja universal, instaurando o Reino de Deus, uma realidade que agora é apenas incipiente e que é visto no ministério global da igreja militante, que está espalhando a graça salvadora de Deus por todos o mundo na proclamação do Evangelho, conclamando as gentes ao arrependimento e à fé salvadora e fazendo novos discípulos do Senhor, um Reino que em breve nos será plenamente imposto e que será eterno e definitivo a partir da ocasião do retorno triunfal do Senhor Jesus ressuscitado e glorificado, no grande Dia em que, enfim, Ele julgará a todos os povos de todas as nações e estabelecerá novos céus e nova Terra. Sião, a Nova Jerusalém como tipo que é, será enfim uma realidade gloriosa e eterna.

Assim, não cremos nas esperanças falsas de uma Israel mundana que rejeitou a Cristo como sendo a nação separada por Deus. Isso não é verdade. Infelizmente Israel é uma nação não-cristã, apóstata e celebrante de pecados como quaisquer outras nações cujos sistemas são essencialmente anti-cristãos. Mas acredito, defendo e celebro o direito do povo judeu - que sim, tem bençãos distintivas de Deus (porque Ele é fiel às suas promessas que foram feitas no passado). Indiscutivelmente é desse povo que surgem as mentes mais brilhantes que têm abençoado o mundo, no âmbito da graça comum, nos campos das ciências, da administração e das artes. O mundo civilizado que conhecemos deve muito aos judeus. E, independentemente de qualquer coisa, esse povo milenar e resiliente deve ser respeitado como qualquer outro povo nos seus direitos de existir, de ter a sua própria terra e de ser uma nação.

Sendo assim, eu me oponho ao crescimento do antissemitismo no nosso tempo, visto de forma escancarada e reprovável na união de ideologias perversas, numa fraternidade maligna que deve ser rechaçada. 

Os judeus sofreram ao longo de milênios. Nos tempos bíblicos sofreram cativeiros e sofrimentos sob tiranos movidos sob o senhorio soberano do Senhor Deus que os disciplinava, enquanto infringiram sofrimentos aos seus profetas e profanavam seus deveres para com o Senhor. O povo de Deus do Antigo Testamento era um povo reincidentemente infiel, que desprezou ao seu próprio Rei e Messias, condenando-o à morte dos malditos. Então, esvaziados de Deus, do seu Templo não sobrou pedra sobre pedra e toda a nação de Israel foi submetida ao desterramento e à diàspora, tornando-se o seu povo disperso e peregrino em terras estranhas, sem a sua terra prometida. E sofreram perseguições religiosas dos séculos subsequentes, na era medieval foram caçados como minorias indesejáveis. Precisaram mudar de nome, de cultura, de fingir ser o que não eram para sobreviverem. No detestável nazismo, já numa época em que a civilização se gabava da sua cultura, erudição e ciência, vieram à toma o que existe de pior na humanidade e os judeus foram tratados como animais de abatedouro, foram desumanizados em guetos, roubados, amontoados em campos de concentração, fuzilados, condenados à fome, assados em fornalhas. Foram mais de seis milhões de assassinatos brutais. E quando se pensava que o mal do antissemitismo tinha sido cicatrizado, em outubro de 2023 os terroristas do Hamás reacenderam as chamas da inquisição, das jihads e do holocausto que estão se espalhando no absurdo e deplorável aumento do antissemitismo por todo o mundo. O que há de pior na humanidade tem sido direcionado contra os judeus 

Israel como nação e a etnia dos judeus provavelmente sejam as que mais evidenciam o mal comum de todos os povos. Todos somos pecadores, todos somos, ao mesmo tempo, aqueles que tanto exercem o mal como aqueles que os sofremos. Não há um único justo entre nós, não há inocentes verdadeiros no jogo do pecado e todos podemos ser vítimas do mal praticado pelo outro, pelo meu próximo, pelo outro povo ou nação, mas nada, absolutamente nada está à parte do Deus soberano que tudo vê e perscruta e que oferece salvação e redenção a todos os que a Ele recorrem em fé por meio do seu Filho em arrependimento de pecados. Deus é aquele que impõe justiças a este mundo de tempos em tempos, Ele pune reinos e nações mas oferece redenção em todo tempo até que Cristo volte.

Israelitas, Iranianos, Palestinos, Brasileiros, Norte-Americanos, Chineses, Russos, Egípcios, etc - Todos os povos precisam da luz do Evangelho do Senhor Jesus porque dentre todos os povos existem aqueles que serão salvos pela fé no Filho de Deus - mas todos os que rejeitam ao Senhor sofrerão o seu severo juízo e muitos poderão sofrer esse juízo a partir de agora.

04/06/2025

A fé cristã se opõe às repressões que são impostas injustamente



Nós, protestantes, defendemos as liberdades de consciência, de expressão e de fé.

Quanto às distorções da justiça, do direito e todas as tiranias, essas é que devem ser combatidas. 

E a respeito das piadas grosseiras, o Salmo 1 nos orienta a não tomar assento com os escarnecedores. Não gosta? Evite! Evitar é não dar audiência, é deixar o piadista sozinho ou com a sua plateia de tolos. Não é prender nem punir de forma absurda. 

A condenação do comediante @leolins é abusiva, estúpida e execrável, e é um precedente para punições desmedidas motivadas por um tipo histérico e policialesco de ideologia que pode ser imposta para perseguir e punir qualquer opositor, desafeto ou crítico da loucura revanchista, totalitária, ditatorial e repressiva crescente.


No passado, os bobos da corte tinham a função de fazer com que se risse de qualquer coisa, incluindo os reis e autoridades. E o humor sempre foi praticado na linha tênue entre a crítica e a ofensa - normal!


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Você valoriza a liberdade?

Sobre a narrativa mentirosa que o desgoverno inventou para impor a regulação das redes sociais.

O desgoverno do descondenado e a esquerda cansaram de perder o debate e de terem suas mentiras expostas, então, a solução para eles é controlar o que dizemos ou compartilhamos nas redes sociais, é nos obrigar a calar a boca.

Regulação das redes pelo consórcio dos corruptos esquerdistas, e ainda com ingerência da China? Não!!!

Fora Lula!









Advogado Jeffrey Chiquini






03/06/2025

Caminhamos para a venezuelização do Brasil?


Caminhamos para a venezuelização do Brasil?

(Sobre o pecado da omissão e as consequências da progressão de certas iniquidades)

Era evidente que o atual desgoverno do descondenado seria uma tragédia. Era óbvio que a corrupção e a estupidez seriam celebrados numa intensidade e descaramento ainda maiores do que nas outras oportunidades em que essas quadrilhas disfarçadas de partidos políticos tiveram acesso aos cofres públicos e aos balcões dos poderes. 

Era para termos aprendido com o Mensalão, com o Petrolão, com a Copa das Copas, as Olimpíadas... Mas não! E agora a roubalheira institucionalizada do INSS, o escândalo das impunidades, o agigantamento do Estado, a pompa crescente da classe política, a proteção ao crime organizado, o populismo insustentável, as alianças com tiranos do resto do mundo, a celebração da injustiça e a Tirania do STF com possíveis restrições e punições... estamos afundando no mesmo tipo de lama onde a Venezuela e outros países tiranizados por insanos atolaram. O caos, a desordem e a pobreza nacional são frutos decorrentes de uma insanidade cultivada.

O Senhor Jesus nos dá uma lição em Mateus 12, versos 43 a 45, que deve nos servir como modelo:

"Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entretanto, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa."

Nessa parábola vemos a ilustração de um homem que foi liberto da possessão demoníaca, mas que depois teve o seu estado muito piorado. E essa história serve para ilustrar a piora daquela geração de israelitas (ou da civilização) que mesmo sendo abençoada pelo Senhor o renega, abrindo espaço para o agravamento da sua má situação anterior. E ela serve como ilustração e advertência para um mal que foi eliminado mas que depois pode ser muito intensificado, como é o fato de uma estrutura de poder corrupta que foi retirada e inicialmente punida, mas que depois volta ao poder, à cena do crime, para agir com muito mais descaramento do que agiu outrora, intensificando suas más condutas porque agora não tem receios de punições e se sente muito mais desimpedida para praticar seus crimes e mentiras com muito mais cinismo. Qualquer mal removido, mas que não é definitivamente eliminado e que não é substituído por um bem permanente retornará com mais força, assim como uma erva daninha, ou como qualquer parasita ou um câncer que se alastra.

Era de se esperar que a estupidez cultivada em populações inteiras apoiasse quem condicionou legiões à subserviência em troca de benesses sociais. Os governos corruptos ensinaram seus currais de eleitores a serem parasitas histéricos em lugar de assumirem suas funções como gente racional e responsável. Mas não é de se esperar que gente esclarecida assuma o papel de "isentões" como se a neutralidade favorecesse virtudes como a verdade e a justiça. As omissões sempre fortalecem o descaminho.

A omissão e a neutralidade são equiparáveis à mornidão dos covardes. E eles são causa de repúdio, são mais do que desprezíveis, são vomitáveis.

"Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!

Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca."

Palavras do Senhor Jesus glorificado em Apocalipse, 3: 15 a 16, acerca da igreja de Laodicéia, um "tipo" de comunidade cristã que fechou as portas para o Senhor, Ele está do lado de fora batendo à porta para entrar, está excluído, e essa comunidade apóstata se transformou numa fraternidade do erro que tem muito orgulho de si, tendo por base a sua aparência e riqueza, uma organização religiosa ostentatória e vaidosa, mas que é decadente e mundana. É uma descrição para quem acredita que o seu modelo não radical é saudável, nem tão compromissada com os altos padrões das exigências divinas, nem tão comprometida com o mundo, a que chama, orgulhosa, de "equilíbrio", mas que o senhor Jesus chama de mornidão causador de vômito, um tipo de arranjo hipócrita que dá nojo nEle.

E o que a religião cristã tem a ver com política? Todo cristão é embaixador do Reino de Deus neste mundo decadente. E não fazemos distinção entre as realidades espirituais das materiais, afinal, a espiritualidade cristã diz respeito ao todo da existência e a Lei de Deus tem implicações na vida comum e coletiva. O que é certo é certo em todas as circunstâncias e o que é errado também é errado em todas as esferas. Nossos deveres incluem fazer apontamentos e tomar posições em todas as esferas da vida e não apenas no que ocorre na vida privada dos crentes ou dentro das igrejas. A Lei de Deus está posta sobre todos e o pecado é global e deve ser confrontado no lugar onde ocorre, porque do Senhor é a Terra e toda a sua plenitude. Não existe um único centímetro em toda a criação que não pertença ao senhorio absoluto e irrestrito do Senhor Jesus Cristo (Colossenses 1: 15 - 20). Ao contrário do que muitos pensam, a Palavra de Deus não se refere ou aplica apenas aos crentes. Ela é universal.

Na negação do Reino de Cristo os homens são, temporariamente, subjugados por déspotas iníquos - e esse mal que oscila, mas que é generalizado, só será de uma vez por todas totalmente purgado quando o Senhor Jesus Cristo retornar a este mundo, em glória, para tomar o que lhe pertence e julgar o mundo dos homens iníquos.

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