Uma Suprema Corte indigna, integrantes cínicos, recorrentemente envolvidos em escândalos.
Dos 10 ministros, poucos, talvez 1 ou 2, têm conduta à altura do cargo.
Há ministros que sequer têm notável saber jurídico, tem quem nunca tenha passado em concurso para juiz, mas que foi recompensado com o cargo pelos serviços prestados a um determinado partido político e estão na suprema corte para continuarem a beneficiar corruptos.
E na alta corte eles são supremos, intocáveis, são os semideuses no Olimpo de Brasília. De lá usam seus poderes para fazerem eventos no exterior, nos EUA, em Portugal, ou no Brasil mesmo, onde exercem seus comércios baseados no tráfico de influência regados a charutos, Macallans, cinismo e desprezo total pela Lei, pela decência e pela população brasileira que os sustenta com seus impostos. Nessas transações a impunidade dos trapaceiros está garantida, empresas que se tornam lavanderias, e que prosperam muito exatamente por isso, têm salvo-conduto garantido. Políticos que corrompem o sistema e que são corrompidos por ele têm garantia de impunidade desde que molhem as mãos certas. Bandidos são logo soltos por uma canetada que afirma falta de provas ou outra desculpa esdrúxula qualquer mesmo contra fatos inegáveis que comprovam o contrário. Para eles descondenar políticos criminosos e forjar condenações infundadas é um esporte que se tornou corriqueiro na mais alta corte do judiciário que costumeiramente dá um dane-se para os fatos, para a verdade, para a ética, a decência e a Lei. O que importa, para eles, são os ritos, é a mera questão processual, é a aparência, a liturgia, a ostentação dos soberbos e a devoção que a vassalagem lhes deve - e com temor - um temor que é celebrado no atual e crescente Estado de excessão praticado por um dos Ministros e aplaudido pela maioria dos demais, exceto 1 e talvez apenas 2 deles. O ministro-caçador, que não se importa em atuar em causas onde normalmente se deveria alegar incompetência age como um animal sedento por sangue, como um psicopata que ri quando dá seu parecer e emite sua condenação a quem caçou. E essa caça é seletiva e não ameaça esse próprio ministro, nem seu colega do resort encantado.
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