quinta-feira

As ciências não estabelecem dogmas.


Dogmas são verdades absolutas e insondáveis, que estão além da nossa plena compreensão por não estarem sujeitos à investigação científica. O nascimento de Jesus de uma virgem e sua ressurreição ou a criação do Universo por Deus são dogmas, por exemplo. Não podem ser atestados ou cientificamente comprovados. Exigem fé.

Não existe "a ciência" ou "uma ciência" como se ela fosse uma entidade indivisível, um monumento da verdade, uma única fonte de fatos confiáveis. Ao contrário disso, existem muitas ciências e cada qual é subdividida na mesma proporção das possibilidades de tudo o que pode ser estudado e na medida infinita de teses e de interpretações que esses estudos podem produzir. E às vezes, um mesmo estudo pode levar a conclusões científicas diferentes.
Cada campo de estudos tem seu foco e especialidade e ainda que exista intercâmbio entre diversas disciplinas, essa interdisciplinaridade não pode, é incapaz de abarcar o todo, porque o todo é, na nossa perspectiva, infinito. Podemos investigar muito pouco sobre a realidade.
Por isso, o bom cientista e a boa ciência são conscientes da sua limitação e não podem ousar definir absolutos universais. A ciência não tem poder para definir dogmas e os cientistas que se aventuram a fazem isso são desonestos, são charlatões das ciências. Esse não é o papel das ciências e isso não é buscado por um cientista consciente do seu trabalho e do fazer científico.

"Robert Jastrow, diretor do Goddard Institute of Space Studies, da NASA, e grande conhecedor dos últimos avanços científicos relacionados com a origem do Universo, dizia: Para o cientista que passou a vida acreditando no ilimitado poder da razão, a história da ciência desemboca num pesadelo. Escalou a montanha da ignorância, e está a ponto de conquistar o cume mais alto. E quando está subindo o último penhasco, saem para lhe dar as boas-vindas um monte de teólogos que estavam sentados lá em cima faz muitos séculos".

Ciência e Fé se complementam, não se opõem! 



Um exemplo: Darwinismo.



Uma verdade sobre a Teoria de Charles Darwin:

Ao contrário do que muitos pensam, a Teoria da Evolução das Espécies não é um fato científico, mas, como seu próprio nome diz, é uma teoria científica. E toda teoria pode ser contestada.
No campo das ciências o Darwinismo tem sido reformulado e contestado por estudos diversos que têm levado a conclusões contrárias às formulações iniciadas por Darwin.
O Criacionismo é uma teoria científica diferente da teoria Darwinista e tem sido formulada a partir de pesquisas científicas que levam a conclusões opostas às teses evolucionistas. Ao contrário do que muitos pensam, o Criacionismo não é uma tese elaborada por religiosos, mas por cientistas, independentemente de suas convicções pessoais. 

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Estudo falso é aceito para publicação em mais de 150 revistas

Imagine só o seguinte experimento: Você escreve um trabalho científico falso, baseado em dados falsos, obtidos de experimentos sem validade científica, assinado com nomes falsos de pesquisadores que não existem, associados a universidades que também não existem, e envia esse trabalho para centenas de revistas científicas do tipo “open access” (que disponibilizam seu conteúdo gratuitamente na internet) para publicação. O que você acha que aconteceria?
Pois bem, um biólogo-jornalista norte-americano chamado John Bohannon fez exatamente isso e os resultados, publicados hoje pela revista Science, são aterradores (para aqueles que se preocupam com a credibilidade da ciência): ele escreveu um trabalho falso sobre as propriedades anticancerígenas de uma molécula supostamente extraída de um líquen e enviou esse trabalho para 304 revistas científicas de acesso aberto ao redor do mundo. Não só o trabalho era totalmente fabricado e obviamente incorreto, mas o nome do autor principal (Ocorrafoo Cobange) e da sua instituição (Wassee Institute of Medicine) eram fictícios. Apesar disso (pasmem!),  mais da metade das revistas procuradas (157) aceitou o trabalho para publicação. Um escândalo.
O que isso quer dizer? Quer dizer que tem muita revista “científica” por aí que não é “científica” coisíssima nenhuma. E que o fato de um estudo ter sido publicado não significa que ele esteja correto (pior, não significa nem mesmo que ele seja verdadeiro para começo de conversa). A ciência, assim como qualquer outra atividade humana, infelizmente não está isenta de falcatruas.
E o que isso não quer dizer? Não quer dizer que o sistema de open access seja intrinsecamente falho ou inválido. Certamente há revistas de acesso livre de ótima qualidade, como as do grupo PLoS, assim como há revistas pagas de baixa qualidade que publicam qualquer porcaria. Nenhum sistema é perfeito. Até mesmo a Science publica umas lorotas de vez em quando, assim como a Nature e outras revistas de alto impacto, que empregam os critérios mais rígidos de seleção e revisão. Além disso, o fato de uma revista ser gratuita não significa que ela não tenha revisão por pares (peer review) e outros filtros de qualidade. Assim, o que deve ser questionado não é a forma de disponibilizar a informação, mas a forma como ela é selecionada e apurada — em outras palavras, a qualidade e a confiabilidade da informação, não o seu preço.
relato de Bohannon acaba de ser publicado no site da Science, dentro de um pacote de artigos intitulado Comunicação na Ciência: Pressões e Predadores.
Nessa mesma temática, a revista Nature publicou recentemente também uma reportagem sobre o escândalo envolvendo quatro revistas científicas brasileiras que foram flagradas praticando citações cruzadas — ou “empilhamento de citações”, em inglês –, esquema pelo qual uma revista cita a outra propositadamente diversas vezes, como forma de aumentar seu fator de impacto (e, consequentemente, o prestígio dos pesquisadores que nelas publicam). As revistas são ClinicsRevista da Associação Médica BrasileiraJornal Brasileiro de Pneumologia Acta Ortopédica Brasileira.
O esquema foi descoberto pela empresa Thomson Reuters, maior referência internacional na produção de estatísticas de publicação e citações científicas. Como punição, as quatro revistas tiveram seu fator de impacto suspenso por um ano. A reportagem pode ser lida neste link: http://www.nature.com/news/brazilian-citation-scheme-outed-1.13604
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Ciência: exercício humano que reflete seu caráter falho, ambicioso e manipulador!
Fonte de verdades? Provavelmente de algumas, como também de mentiras. Mas certamente é fonte de muita especulação e de jogos de interesses.
Ah, e o mais importante: é objeto de fé, muitas vezes cega!

sábado

O verdadeiro arrependido é aquele que se entrega à Justiça.



Todo arrependimento verdadeiro tem endereço certo: me arrependo por ter feito isto, ou aquilo - por ter adulterado, por ter mentido, por ter adorado um falso deus, por ter matado alguém, etc.
Arrependimento sem a confissão do pecado cometido não é arrependimento! O verdadeiro arrependimento implica em confissão e em abandono do delito. Se não for assim, o que ocorre é um tipo de fuga por causa do medo de ser punido, uma maquiagem do erro, uma incapacidade de confrontá-lo e de resolvê-lo.
Conversões baseadas nesse tipo de arrependimento são questionáveis e nunca deve se dar espaço para depoimentos enganosos sobre supostos arrependimentos sem a demonstração do seu fruto necessário: a devida confissão do pecado e sua imediata rejeição, vista na mudança de conduta dessa pessoa.
Falsos arrependimentos nos fazem pensar que pecados - e crimes - compensam, pois bastaria uma mudança interior e um pedido de perdão para que essa pessoa fosse perdoada por Deus. Isso é mentira, pois Deus é justo e quem o ama deve procurar seu Reino e Justiça!
Arrependimento é a busca da reparação pelo devedor, que é levado por um constrangimento interior, motivado pelo próprio Deus, ao cumprimento das exigências da Lei de Deus, palidamente copiada na lei dos homens. Assim, o verdadeiro arrependido procura aquele a quem ele ofendeu para reparar seu erro, para obter seu perdão.
Assim, são poucos os que realmente se arrependem, embora todos sejamos pecadores. Mas os que realmente se arrependem, esses sim, são perdoados e restaurados por Deus.

sexta-feira

Parada Gay e Marcha por Jesus


Faz sentido essa confusão altamente contrastante dessas passeatas formadas por milhões de pessoas que se ajuntam para “festejar” e “celebrar” seus modos de vida enquanto reivindicam direitos e proferem suas palavras de ordem num mesmo cenário, numa mesma cidade? Bem nenhum pode ser promovido por coisas assim, embora com aparência pacífica, ambas as “paradas” são prejudiciais ao bem comum.

Na “Parada gay” procura-se a imposição do homossexualismo à sociedade como se fosse algo que deve ser celebrado, absorvido à força, mesmo que ao preço do constrangimento de a sociedade ter que lidar com um apelo homossexual altamente erotizado em plena luz do dia e à vista de todos. Escândalo já não é mais algo que deve ser evitado, mas é quase que um chavão gay, algo que deve ser imposto. Perdeu-se a noção de privacidade, de individualidade e de respeito.

Homossexualismo, a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo, é pecado e por isso não é algo natural e nem é saudável e por isso não é, e nunca será, um tipo de prática equivalente ao heterossexualismo, a prática sexual entre homem e mulher.

Por outro lado, o homossexualismo não é crime e por isso, deve-se o devido respeito à pessoa que tem este tipo de prática. Mas existe um abismo entre a não-ostilização ao homossexual com o devido respeito à sua pessoa e à celebração da prática.

Deve-se respeitar à pessoa homossexual, assim como a todas as pessoas, e garantir a ela que viva a sua vida com direitos e deveres como qualquer cidadão comum, sendo-lhe vetados apenas os direitos relacionados ao matrimônio com seu parceiro do mesmo sexo e a participação em certas práticas religiosas como a comunhão dos crentes na Santa ceia ou no batismo cristãos ou ainda, na prática de ministério eclesiástico pois tais práticas cristãs presumem auto-análise e fidelidade ao ensino bíblico. Quem se unir a alguém do mesmo sexo não comete crime, mas persevera no pecado e por isso não se pode reconhecer civilmente e nem como sendo saudável tal união além de serem mantidas certas restrições religiosas por conta da perseverança no pecado.

A discrição é necessária a qualquer relacionamento afetivo-sexual, pois a prática sexual saudável deve ser restrita ao casal. Demonstrações públicas de afeto erotizado não são saudáveis ou construtivas, pois expõem particularidades do relacionamento que deveriam ser mantidas na intimidade do casal. O namoro requer intimidade e a publicidade estraga a beleza do relacionamento afetivo-sexual, expondo-o como algo público, banal, pornográfico. Se ao namoro heterossexual a intimidade deve ser preservada, seria muito mais respeitoso que os homossexuais também fossem discretos, pois todos convivemos numa mesma sociedade e o respeito mútuo é necessário ao bem-viver na coletividade. Por isso, a parada gay é uma prática ofensiva àqueles que sabem que a prática homossexual é, à luz da Bíblia, um pecado e que isso faz muito mal a quem o pratica e à sociedade que o absorve como algo comum e equivocadamente saudável ou natural. O pecado, ao contrário de ser absorvido e festejado, deve ser confessado e abandonado. Diante do pecado sobra-nos apenas a opção do arrependimento (ou as conseqüências eternas da perseverança no erro).

Não se pode dizer ao mentiroso compulsivo que se ajunte a outros mentirosos compulsivos para que juntos façam uma passeata. Não se pode esperar o mesmo dos adúlteros, nem a qualquer outro tipo de pecador que quer se manter assim para que se una aos seus semelhantes para marcharem pela cidade e festejarem enquanto impõem aos demais o seu modo de vida. Como qualquer outro pecado, o homossexualismo não deve ser estimulado, ao contrário, pelo menos por parte da Igreja cristã o estímulo deve ser o do arrependimento. Mas se o arrependimento não ocorrer, que ao homossexual seja dado o direito pleno à sua vida social, mas não à prática do pecado e, por isso, o apoio à prática homossexual, o apoio à sua apologia, o apoio à união civil reconhecida entre homossexuais e o reconhecimento do homossexualismo como sendo uma prática comum e natural não devem ser reconhecidos pela Igreja e isso não porque a Igreja é preconceituosa, mas porque ela segue uma regra de fé que é a razão da existência da própria Igreja, ou seja, é a Bíblia quem diz que o homossexualismo é pecado (entre tantas outras coisas) e a Igreja existe para ensinar e praticar o que a Bíblia diz.

Por isso, é errado afirmar que o cristianismo é homofóbico ou preconceituoso. É bem verdade que muitos grupos cristãos são assim, mas não é este o verdadeiro sentimento do cristianismo bíblico, pois o cristianismo é a religião que o próprio Senhor Jesus criou e esta religião tem por princípio a verdade que todos somos pecadores. Assim, em tese, se o cristianismo fosse uma religião preconceituosa todos deveríamos estar excluídos da sua cobertura. A verdade bíblica é aquela que afirma que por todos sermos pecadores, todos devemos abandonar o pecado e nos arrependermos e nos convertermos à verdade dada por Deus acerca da sua vontade para as nossas vidas, servindo-o. Não é somente o homossexualismo, então, que deve ser repudiado, mas também a mentira, o adultério, a incredulidade, a idolatria, a injustiça, etc e o único modo de nos livrarmos da maldição do pecado e de suas conseqüências eternas de banimento de Deus é a fé em Jesus Cristo, conforme ensinado pelas Escrituras.

Além da passeata temática do pecado homossexual, também faz parte dos grandes eventos de São Paulo a "Marcha por Jesus".


Sei que parece estranho eu tratar esta “marcha” com o mesmo tom com que tratei a “parada gay”, mas existem razões para afirmar, infelizmente, que a “marcha por Jesus” é um equívoco e que não é uma maneira recomendável para a propagação da fé no Senhor.

Passeatas feitas pela cristandade (aqui, o termo é mais genérico e não necessariamente refere-se à igreja conforme os preceitos bíblicos e inclui grupos distintos, com motivações distintas) sempre aconteceram. Pelo menos a partir da Idade Média, as Cruzadas eram marchas formadas por cristãos, por mercenários e até por crianças que, sob o comando Papal, eram direcionadas para os mais diversos fins, sendo que a princípio lutavam para retomar Jerusalém das mãos dos muçulmanos medievais. Verdadeiras atrocidades foram cometidas e muitas foram as Cruzadas nestes séculos da Idade Média. Já no Catolicismo recente, tem-se a realização das procissões, mobilizações de fé carregada de sentido sacrificial onde os fiéis percorrem certo percurso em nome de sua fé para alcançar algum favor de Deus ou do santo cuja imagem carregam, veneram e ostentam. Esta é uma prática associada ao sofrimento, como se por ele pudéssemos conquistar favores espirituais e é, portanto, pagã, pois tenta diminuir a eficácia do sacrifício de Cristo por nós uma vez que os fiéis também devem se sacrificar; é equivocada por presumir que isso faz com que Deus seja mais piedoso (é impossível Ele ser mais piedoso do que já é) e é idólatra, pois venera-se e tenta-se atribuir poder divino à santos, imagens, estátuas e rituais.

Chegamos, portanto, à Cruzada moderna, à procissão gospel, à “Marcha por Jesus”. Quais seriam os pressupostos para esta empreitada? Se são as históricas, vemos que os equívocos comprometem a razão de ser da coisa. Se razões bíblicas, em nenhum lugar nas Escrituras encontramos tal ordem ou sugestão – a não ser a marcha empreendida por Moisés sob ordem divina para que o povo de Israel saísse do Egito que foi continuada por Josué até a Terra prometida (esta marcha marca o Êxodo e a formação de Israel como Nação e só faz sentido neste contexto).

Como os exemplos anteriores, a “Marcha por Jesus” tem características medievais e pagãs e isso é percebido nas razões de serem desta empreitada. Esta passeata gospel tem sido tratada como um meio para se alcançar alguma graça divina e é uma empreitada de uma organização religiosa “gospel” encabeçada por líderes de reputação claramente maculada, envolvidos em somas de dinheiro conseguidas de forma indigna e cuja motivação central em seus discursos está uma mal-intencionada teologia da prosperidade, anti-bíblica, que apregoa um reino do céu aqui e agora por meio de uma prosperidade material e saúde física como se tais coisas certificassem a benção de Deus de um modo que a Bíblia não promete. Trata-se, portanto, de uma deformação do cristianismo, do papel da Igreja e da pregação da mensagem bíblica; o que deve ser repudiado pela Igreja e tratado como prática e ensino do engano.

Eu tive o desprazer de participar por 2 vezes da “Marcha por Jesus” há uns anos atrás (já fui bastante ingênuo) e tal experiência foi para mim bastante construtiva. No ano de 1995 eu estava na minha 2ª marcha. Talvez por já ter algum conhecimento bíblico, dessa vez eu estava questionando o porquê daquela mobilização. Milhares de pessoas urrando palavras de fé desconectadas de qualquer sentido, trios elétricos barulhentos e a pior experiência: literalmente milhares de “crentes” passando por cima de uns miseráveis sob uma ponte... o que eu estou fazendo aqui? Essa “massa humana” poderia fazer muito mais pela cidade do que simplesmente sair por aí gritando e pulando, fazendo coisas sem propósito conforme orquestravam os “líderes” da igreja organizadora do evento.

Pra que marchar sendo que a falta de caráter e os abusos das distorções bíblicas são tão gritantes? Pra que se submeter a uma empreitada publicitária e vazia que serve apenas para fortalecer o prestígio de quem não o merece? Será que é marchando que a Palavra de Deus é proclamada? Quem coordena o evento distorce a pregação da Palavra. Eventos como este são úteis ou necessários? Não, não são.

A Igreja de Cristo marcha por meio da fidelidade, no dia-a-dia, exercendo o seu testemunho de serva, de amada, praticando o amor de Cristo. A Marcha por Jesus é uma manobra, um fingimento onde faz-se de conta que é feito o que na verdade não se faz; é queimar as possibilidades de se fazer ouvir por causa de uma histeria despropositada. É jogar na lama nomenclaturas que deveriam conferir credibilidade e seriedade como os títulos “evangélico” ou “cristão”, títulos esses que estão tão desacreditados por causa de um modelo “evangélico” desgastado por escândalos, por crimes e por pecados. É confundir erroneamente a missão da Igreja com um evento festivo e passageiro. É acreditar equivocadamente que é assim que se muda o mundo para melhor. O pior é que não é por Jesus que marcham, mas por seus líderes mundanos, por seus próprios impérios pessoais, por sua teologia da prosperidade, por seus negócios e o povo é mera massa de manobra, ou na melhor das hipóteses é mero consumidor de ilusões.

Essas passeatas, paradas, marchas são sintomas de o quanto o povo está perdido, é mero gado sendo guiado por líderes e pastores cegos para abismos onde se perderão de uma vez em seus próprios pecados, acreditando equivocadamente que seus sistemas de vida estão corretos e que suas vidas estão indo bem. O desejo que norteia essas pessoas é um desejo insaciável que a ilusão cria, a ilusão de que estão no caminho certo e que serão felizes. Não serão.