21/03/2025

O descanso do crente


Não há opções aos discípulos do Senhor Jesus senão as de perseverar e de ser fiel até o fim.

Nessa trajetória, a que o próprio Senhor Jesus chamou de "caminho estreito e porta apertada" muitas circunstâncias, incluindo pessoas, conspirarão para a queda do crente no Senhor, mas todas elas, no fim das contas, estão sendo somadas ao fato de que todas as coisas, boas ou más, cooperam juntamente para o bem daqueles que (1) amam ao Senhor e que (2) foram chamados segundo os propósitos estabelecidos pelo próprio Deus - e qual é o propósito central e determinante de tudo? A glória de Deus que com todos os remidos será compartilhada no porvir.

Amar ao Senhor, e isso significa submeter-se à sua Lei, é evidência do chamamento de Deus, da sua eleição imposta aos remidos pelo sangue de Cristo, e isso porque só podemos amar ao Senhor se Ele nos amar primeiro, e quem ama ao Senhor guarda os seus mandamentos. Portanto a verdadeira relação do crente com Deus é comprovada na relação do homem com a Palavra de Deus e o nosso grande desafio de vida neste mundo é de manter-se fiel e praticante do Evangelho e, através dele, guardar a Lei de Deus - ou seja, crer no Evangelho traz uma série de desdobramentos na forma como o crente vive para Deus na sua família, na igreja, no trabalho e em todas as áreas da sua vida, agora como um embaixador do Reino de Deus neste mundo.

Afinidade com a Palavra de Deus é identificação e semelhança com Cristo - e essa é a ordenada santificação dos crentes, porque ser santo é ser um imitador de Jesus, e esse é um desafio de vida necessariamente marcado por muitas provações de fé em que somente os eleitos de Deus resistem em fidelidade crescente até o fim de suas vidas - ocasião em que os portais das glórias da eternidade se abrem para vivermos a insondável felicidade de desfrutarmos da presença e do senhorio triunfante do Senhor Jesus glorificado para todo o sempre - eis, enfim, o nosso descanso!

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Desvios, não apenas individuais, mas coletivos e institucionais.

Infelizmente, grande parte das igrejas evangélicas está enveredando por desvios já sedimentados no velho catolicismo: a invenção de crenças e de rituais, a relativização da Palavra de Deus, o culto às personalidades, a mistificação e sincretização da fé e da espiritualidade e a devoção exacerbada às instituições humanas.

Num ano recente eu tive o desprazer de testemunhar um "pastor reformado" conduzindo uma série de mensagens no período da "quaresma" em preparação para a "páscoa". Reformado? Não, um amálgama sincrético. Não existe "quaresma" realmente cristã, nem páscoa senão a Ceia do Senhor.

Se for considerado como "cristão" toda a diversidade de tradições e de crenças que existiu sob a suposta fé no Senhor Jesus, nós reconheceríamos como expressões legítimas de fé todas as heterodoxias, os desvios, as corrupções doutrinárias, as seduções do pai da mentira, as fés derivadas dos apócrifos, os gnósticos, os judaizantes, o arianismo, o catolicismo romano, o liberalismo teológico, o mormonismo, as testemunhas de Jeová, o adventismo do 7° dia, o feminismo, o evangelho socialista da libertação, o neopentecostalismo, etc - mas em seu tempo todos os Apóstolos combateram esses recorrentes, multiformes e persistentes desvios como obras do Diabo que tentam enfraquecer e perverter os crentes.

Ou seja, os desvios da fé são desvios da fé! Não há verdade nem eficácia quanto à obra de Cristo em seus enganos e corrupções.

A ordem aos crentes é a da fidelidade ao Senhor, e isso é praticado a partir da fidelidade doutrinária ao que ensinam as Escrituras, a verdade imutável da Palavra de Deus que deve ser ensinada, crida e praticada como tradição e autoridade recebida pelos Apóstolos do próprio Senhor Jesus e que deve ser transmitida sem adulterações à sua igreja de discípulos de geração a geração.

13/03/2025

O espírito me revelou (revelou nada, Mané!)


"O espírito me revelou..."

(revelou nada, Mané!)

Nós, cristãos, temos o dever de não reconhecer como ações de Deus o falso profetismo tão comum na nossa época. Nós devemos condenar esses desvios, essas aberrações como distorções graves da fé cristã.

Pregações, revelações e profecias tipicamente evidenciadas com expressões como "deus me mostrou", "o espírito santo revelou", "eis que te digo" e outras coisas semelhantes NÃO são ações de Deus, mas, ao contrário disso, são ações influenciadas pelo pervertedor da fé e da verdade, são ações do pai da mentira que se utiliza da inclinação perversa dos corações e dos maus desejos humanos decorrentes do pecado e quem pratica essas coisas é falso profeta, falso pastor e falso mestre, estando, portanto, a serviço do Diabo na corrupção do culto a Deus e da fé no Senhor.

São abundantes os casos de pervertedores da fé e da verdade, e em vários níveis de "credibilidade". Dentre esses falsos profetas destacam-se figuras influentes no meio evangélico, "pastores" renomados que estrelam congressos e lideram legiões de discípulos; pastores e "pastoras" coaching e que agem de acordo com uma "espiritualidade" volátil, carnal, sensível e manipulada que é erroneamente atribuída ao Espírito Santo (um pecado grave!) e adolescentes e crianças que sequer tiveram tempo para estudarem responsavelmente a Bíblia, mas que já têm agendas concorridas e milhares de seguidores em suas redes sociais por serem considerados "pregadores mirins".

É absurdamente irritante e inaceitável que muitos pastores conscientes quanto a fé têm sido coniventes e têm legitimado esses tipos de abominações. Tem sido recorrente ver figurões como o Rev. Hernandes Dias Lopes e outros líderes que deveriam primar pelo zelo teológico e pela fidelidade ao Senhor Jesus atuarem, lado a lado, com falsos apóstolos modernos e com faladores de línguas estranhas e de falso profetismo como o Luciano Subirá, por exemplo.



Não, não são profetas de Deus.
São falsos profetas a serviço do Diabo.

"...e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as..."

(Efésios, 5: 11)

"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas."

(2 Timóteo, 4: 3, 4)

"Em verdade vos digo: Todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, bem como todas as blasfêmias que proferirem; mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão, mas será réu de pecado eterno."

(Marcos, 3: 28 - 29)


Confissão de Fé de Westminster

CAPÍTULO I - DA ESCRITURA SAGRADA

I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.

Sl. 19: 1- 4; Rm. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Co. 1:21, e 2:13-14; Hb. 1:1-2; Lc. 1:3-4; Rm. 15:4; Mt. 4:4, 7, 10; Is. 8: 20; I Tm. 3: I5; II Pe 1: 19.


Leia também:

Falsos profetas e pastores fiéis 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2024/04/falsos-profetas-e-pastores-fieis.html

O problema da validação 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2024/11/o-problema-da-validacao.html

Referenciais errados 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/11/referenciais-errados.html

A armadura de Deus 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2024/11/a-armadura-de-deus.html

Guerra espiritual 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/04/guerra-espiritual.html

As duas sentenças do Evangelho.

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração."
(Hebreus, 4: 12)

Crer no Evangelho - isto é, saber que o Senhor Jesus é o Filho de Deus que veio ao mundo para salvar pecadores através da sua morte substitutiva na cruz, e que essa salvação nos é dada exclusivamente por meio da fé em quem Ele é e no que fez - implica em, necessariamente, saber que os descrentes no Senhor permanecem no estado de condenação devida ao seu estado de rebelião contra Deus, permanecem à mercê do poder do pecado e da sua justa condenação ao total banimento de Deus e da sua Graça.

E, considerando que de Deus procede todo o bem e verdade, o banimento dEle na realidade do inferno é a total destituição de todo bem que se pode conhecer. É a ausência completa do amor, da felicidade, da esperança, do bem estar, do desejo pelo bem, da capacidade de fazer algum bem. É a permanente condição da necessidade sem que haja nenhuma esperança de satisfação. É a sede absoluta sem que se possa saciá-la, é uma fome profunda sem que nunca mais se tenha o prazer do alimento, é o estado de completa consciência de justiça mas não como consolo, e sim como imposição de uma pena justa. Se uma mãe nesse mundo pôde amar ao seu filho, será sabido que esse amor sempre foi graça comum de Deus, um favor imerecido, uma manifestação do ser de Deus na criatura que teve o privilégio de portar talentos que lhes foram emprestados. Mas aos descrentes todos esses talentos serão retirados e então sobrará somente a crueza maligna do pecado. A inclinação para o mal, antes refreada pela graça de Deus, será integral, imunda, repelente a tudo o que de Deus procede porque odeia ao Deus de toda Graça e odeia à sua santidade. E então os homens caídos incorversos serão apenas a brutalidade do horror do pecado, agora destituídos dos adornos que nunca lhes pertenceram. E esse será um tipo de existência miserável, consciente mas destituído de tudo o que se pode entender por vida. Por isso é a morte eterna.

Em contrapartida aos crentes a situação será oposta à dos réprobos. Os salvos que agora também conhecem a graça de Deus em parte a terão em estado absoluto, imensurável para os nossos atuais padrões. Se agora conhecemos o amor, na glória do porvir ele será hiperdimensionado, multiplicado porque já não existirão nos santos as máculas e defeitos do pecado. Se agora podemos experimentar alegrias, essas coisas não terão mais os contrapontos limitantes de nenhum tipo de lamento ou dor. Nas glórias da redenção a realidade é de vida eterna no seu estado mais abundante, pois não estaremos mais sob os efeitos do pecado, mas agora estaremos face a face com o Redentor, a fonte de todo o bem, de toda verdade e da vida. 

Crer no Evangelho significa saber que os crentes são salvos e que os não crentes irão para o inferno. E nenhuma realidade pode ser tão boa quanto as glórias da redenção nos novos céus e nova Terra assim como nenhuma realidade pode ser tão terrível quanto a do inferno.


"E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação."

(Hebreus, 9: 27 e 28)


Leia mais sobre:

O amor de Deus e o inferno 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/04/o-amor-de-deus-e-o-inferno.html

O Evangelho 

https://atitudeprotestante.blogspot.com/2023/08/o-evangelho.html


03/03/2025

Divisão por 12 e regras do comportamento masculino


Não é esquisito pensarmos 

que nossa numeração é de 

base 10 e o Sistema Internacional 

de Unidade também conta com 

múltiplos e submúltiplos de 10, 

mas ainda encontramos nas 

prateleiras dos mercados e 

nas feiras a cartela de ovos 

vendida em caixas 

de 12 ovos?


Por que 12 e não 10, 11, 13, 14 ou 15? 


Por que ‘dúzia’ e não 'ônzia’ ou ‘trêzia’? 


O que tem nesse número que faz com que se destaque na venda de 

muitos produtos? 


Um engradado de cerveja tem duas dúzias de garrafas; bolas de golfe são vendidas em caixas de 12; um buquê de rosas contém 12 flores. 


E muito mais é vendido em  dúzias: caranguejos, coxinhas, 

toras de eucalipto, frutas, milho, pratos, etc.


A resposta está láááá na Antiguidade.


Na Matemática, ‘base’ é a 

quantidade de unidades que deve constituir uma unidade de ordem 

imediatamente superior. 


Nossa base atual é 10 e o sistema de numeração é decimal. 


Veja que, a cada dez números 

numa contagem, os algarismos 

se repetem e a ordem de 

grandeza é múltipla de 10: 

unidade, dezena, centena, 

milhar, dezena de milhar...


O sistema de numeração decimal apareceu primeiramente no 

Egito Antigo, cerca de 3000 a.C., muito provavelmente pela 

facilidade de se contar as coisas pelos dedos de nossas duas mãos. 


É assim que ensinamos as crianças.


A contagem de 10 foi adotada pela Grécia Antiga e se seguiu na 

Roma Antiga, com o detalhe de que davam mais atenção à base 5. 


É por isso que os algarismos romanos se repetem de 5 em 5, 

que tinha uma letrinha só para ele.


O sistema binário, de base 

2, funciona muito bem na 

Informática, que também 

usa o sistema octal (base 8) 

e o hexadecimal (base 16). 


É por isso que 

1 byte = 8 bits; e 

1 kB = 1024 bytes.


Nessa onda de bases de 

sistemas de numeração, 

os mesopotâmios, povo da 

Antiguidade que viveu no 

Oriente Médio entre os rios 

Tigre e Eufrates, utilizavam 

o sistema duodecimal, 

de base 12. 


Especula-se que a origem 

está na contagem das 

falanges de cada dedo 

duma mão, com exceção 

do polegar.


A base 12 influenciou toda 

a contagem do tempo feita 

pelos babilônios, do século 

XIX a.C. ao VI a.C., pois 

dividiam o ano em 12 ciclos 

lunares (12 meses) e o dia 

em 12 partes (o que 

influenciou nossa divisão 

em duas metades 

de 12 horas). 


Por isso, não é coincidência 

haver 12 signos do Zodíaco, 

já que a Astronomia grega 

bebeu muito da babilônica.


Aliás, os gregos 

adoravam o 

número 12! 


Eram 12 deuses em seu panteão, que eram precedidos 

por 12 titãs. 


Héracles (Hércules para os romanos) realizou 

12 trabalhos. 


As cidades-estado se 

organizavam em grupos de 12, chamados dodecápolis. 


Os julgamentos por júri 

contavam com 12 jurados.


E podemos ir longe na presença do 12 na humanidade...


Jesus tinha 12 apóstolos. 


Do Natal à Epifania, passam-se 12 dias. 


O bíblico Jacó teve 12 filhos, que deram origem às Doze Tribos 

de Israel. 


No Livro do Apocalipse, cada uma dessas tribos possui 12 mil indivíduos marcados.


Para os hititas, havia 12 deuses do Submundo. 


O deus Suria, da mitologia hindu, tem 12 nomes; a deusa Aditi teve 12 filhos. 


Também Odin, da mitologia 

nórdica, teve 12 descendentes. 


Na lenda asturiana, a Távola Redonda do Rei Arthur tinha 12 cavaleiros.


Temos 12 vértebras torácicas, 12 pares de costelas e 12 pares 

de nervos cranianos. 


O duodeno (primeira parte

do intestino delgado) tem 

esse nome porque tem perto 

de 12 dedos (‘duodeno 

digitorum’, em latim).


Geralmente, um cacho de 

bananeira tem 12 pencas e 

cada penca tem 12 bananas. 


No basquete, o tempo de 

um quarto dura 12 minutos. 


Nos computadores, as teclas de função vão até F12. 


Contando o Ensino Fundamental 

e o Médio, o aluno de hoje 

passa 12 anos na escola.


Bom, fato é que, ainda lá 

na Roma Antiga, o sistema 

de pesos e medidas funcionava 

bem na base 12. 


Uma libra (cerca de 328 g) 

valia 12 onças (27,4 g); 

um sesteiro (5,4 L) valia 

12 ciatos (0,45 L); e um 

pé (296 mm) valia 12 

polegadas (24,6 mm). 


Certo, mas por que essa 

base 12 e não a 10?


Eles empregavam a base 

10 para muitas unidades de 

medida, mas, no dia a dia, 

a base 12 era mais prática 

para o fracionamento. 

Olha só: você só consegue 

dividir um grupo de 10 

unidades em inteiros se for 

em 2 ou 5 partes. 


Já um conjunto de 12 é 

possível ser fracionando 

por 2, 3, 4 e 6 partes. 


Um quarto (¼), por exemplo, 

de uma dúzia de ovos é 

possível, mas de uma 

dezena, não.


É essa vantagem que fez 

a dúzia (do latim vulgar 

‘duocina’) persistir até 

hoje como um conjunto 

tão  bem-sucedido 

no comércio. 


(Exceto por essas 

recentes caixas 

de ovo... 


Para engambelar o 

consumidor, muitos 

produtores mantiveram 

o preço, mas diminuíram 

a quantidade para 10.).


Fonte : Diego Chimango

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15 Regras não escritas para os homens:


1. Nunca aperte a mão sentado.

2. Nunca fale mal da comida quando você é o convidado.

3. Não coma o último pedaço de algo que você não comprou.

4. Proteja quem está atrás de você e respeite quem está ao seu lado.

5. Nunca faça a primeira oferta em uma negociação.

6. Não fique com o crédito pelo trabalho que você não fez.

7. Vista-se bem, não importa a ocasião.

8. Fale honestamente: diga o que pensa e pense o que diz.

9. Pergunta mais do que respondes.

10. Deixe a linguagem obscena para os menos educados.

11. Evite colocar o telefone na mesa quando você comer com alguém.

12. Ouça, sorria e, acima de tudo, faça contato visual.

13. Se não for convidado, não peça para ir.

14. Nunca tenha vergonha das suas origens.

15. Não implore por um relacionamento.


Autor desconhecido