sexta-feira

Carisma - sobre a capacidade que algumas pessoas tem de "enfeitiçar" outras pessoas


Carisma é uma habilidade que algumas poucas pessoas têm para angariar simpatizantes de uma forma pouco explicável.

Algumas pessoas tem a capacidade de "enfeitiçar" outras pessoas com o seu modo de falar, de gesticular, de olhar...

Elas transmitem uma falsa confiabilidade.

Uma pessoa carismática consegue seguidores quando fala verdades (quando usa seu "dom" para esse fim - poucos fazem isso), mas também consegue, inexplicavelmente, muitos seguidores ao falar mentiras - nesse caso o seu carisma foi mais determinante para conquistar devoções vulneráveis do que a racionalidade. Uma pessoa carismática pode ser reconhecida em psicopatas como Charles Manson, em ditadores como Hitler ou, como no nosso caso Tupiniquim, no líder da quadrilha petista chamado Lula - ouví-lo é quase que ser enfeitiçado, é ser inclinado, contra todas as evidências, a acreditar que ele é mesmo a alma mais pura e bondosa desse país.

Nunca, nunca dê ouvidos ao Diabo, ele é sedutor, dotado de uma capacidade de enfeitiçar, é carismático mas é mentiroso e homicida ao passo que nem sempre a verdade vem dentro de embalagens agradáveis à vista, pois é nua, crua e não teme ser investigada.

A verdade fere por ser implacável e exigente de um alto padrão ao passo que a mentira só pode subsistir sob disfarces que agradam os nossos enganáveis sentidos.


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Sermões rasos sabotam as Escrituras

Um sermão baseado numa reflexão rasa e cheia de opiniões pessoais acerca de um texto qualquer das Escrituras pode mais obscurecer do que esclarecer as verdades contidas nesse ou em qualquer outro texto bíblico.

O pecado de muitos pregadores de imporem as suas desnecessárias opiniões numa exposição preguiçosa dos textos bíblicos em suas trágicas pregações é um dos principais causadores do desconhecimento que grande parte das pessoas que se dizem cristãs têm acerca da fé que afirmam professar e, por consequência disso, grande parte dessa cristandade é inapta para desempenhar o seu papel de discípulos de Cristo neste nosso tempo.


O máximo que esses maus pregadores, que são sabotadores do Evangelho de Cristo, conseguem fazer com o seu falatório religioso é reduzir a grandeza da Palavra de Deus a algo que ela não é: em seus sermões ela é reduzida a regras e fardos reguladores de costumes e de práticas meramente morais voltados para a manutenção de um sistema religioso sem nunca alcançarem efetivamente o propósito transformador, libertador, redentivo e glorioso do Evangelho.